Tempestade histórica ameaça Nova York e cidade decreta toque de recolher com previsão de até 70 cm de neve.

Internacional

A cidade de Nova York entrou em estado de emergência neste domingo (22) após autoridades alertarem para a chegada de uma intensa tempestade de inverno considerada uma das mais fortes dos últimos anos. O prefeito Zohran Mamdani anunciou um toque de recolher temporário para reduzir riscos à população diante das condições climáticas severas previstas.

A restrição começou às 21h e segue até o meio-dia de segunda-feira, período em que ruas, pontes e estradas permanecerão fechadas para o tráfego comum. Apenas deslocamentos considerados essenciais estão autorizados. A recomendação oficial é que moradores evitem qualquer viagem desnecessária.

As previsões meteorológicas indicam que a tempestade pode acumular entre 45 e 60 centímetros de neve na cidade, com possibilidade de atingir até 70 centímetros em algumas áreas, além de rajadas de vento fortes e temperaturas extremamente baixas. As condições devem se intensificar ao longo da noite e da madrugada.

Com o agravamento do clima, escolas e universidades tiveram as atividades suspensas, enquanto equipes de emergência foram mobilizadas para atender ocorrências e oferecer abrigo à população vulnerável.

O impacto do sistema meteorológico não se limita à maior cidade dos Estados Unidos. Estados vizinhos também adotaram medidas emergenciais. Em Nova Jersey, foi decretado estado de emergência, enquanto Boston se prepara para uma nevasca que também pode atingir níveis históricos.

O Serviço Nacional de Meteorologia alertou que a tempestade poderá provocar quedas de energia, inundações costeiras e condições perigosas nas estradas, especialmente ao longo do corredor da rodovia I-95.

No setor aéreo, o impacto já é significativo, com milhares de voos cancelados e aeroportos da região entre os mais afetados. A expectativa é de que os transtornos continuem até que as condições climáticas melhorem.

Autoridades reforçam que a prioridade é garantir a segurança da população até a passagem completa do fenômeno, que deve afetar milhões de pessoas em toda a costa nordeste americana.

Foto: Charly Triballeau
Redação Brasil News

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