A tranquilidade da cidade de Itaúna, na região Centro-Oeste mineira, foi quebrada pela notícia do trágico acontecimento descoberto no último domingo (13). Equipes da Polícia Militar foram acionadas para a residência do casal e se depararam com uma cena forte: o sargento Alan Silva estava deitado sobre a cama, já sem sinais vitais e apresentando rigidez cadavérica.
Sua esposa, Vanessa Machado, foi localizada caída no chão ao lado da cama, ostentando um trauma severo no rosto compatível com tiro. A mulher chegou a ser socorrida às pressas com vida e transportada para a emergência hospitalar local, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito confirmado cerca de uma hora após dar entrada na unidade de saúde. Próximo ao corpo de Vanessa, os agentes apreenderam a arma de fogo supostamente utilizada no crime.
As suspeitas e informações preliminares levantadas no local sugeriam a hipótese de um feminicídio seguido de suicídio praticado pelo militar. No entanto, em nota oficial, a PMMG ressaltou que a cronologia e as circunstâncias exatas dos disparos permanecem sob sigilo e apuração rigorosa. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou um inquérito policial e aguarda o resultado dos laudos da perícia técnica para determinar quem efetuou os disparos.
Sob forte comoção popular, os corpos do sargento e de sua companheira foram sepultados nesta segunda-feira (14) no cemitério municipal de Itaúna. O casal deixa dois filhos, de 4 e 14 anos. As investigações prosseguem para esclarecer as motivações do crime e confirmar a autoria dos tiros que tiraram a vida do casal.
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