Kremlin joga a culpa em Zelenskiy e ecoa Trump: Rússia diz estar pronta para paz e acusa Ucrânia de travar acordo.

O Kremlin afirmou que concorda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao atribuir ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, a responsabilidade por impedir um acordo de paz para encerrar a guerra. A declaração intensifica o embate diplomático e amplia a divisão entre Washington, Moscou e aliados europeus.

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Guerra sem limites: ataque russo mergulha Kiev no frio, mata civis e atinge até embaixada estrangeira.

Um ataque noturno da Rússia contra a Ucrânia deixou mortos, feridos e destruição em larga escala na capital Kiev. Prédios residenciais, infraestrutura crítica e a Embaixada do Catar foram atingidos, provocando apagões, falta de aquecimento em pleno inverno rigoroso e novos apelos por reação internacional.

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EUA capturam petroleiro russo ligado à Venezuela após perseguição no Atlântico e elevam tensão internacional.

Forças dos Estados Unidos apreenderam um petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela no Oceano Atlântico após semanas de perseguição, em uma operação baseada em sanções econômicas. A ação, parte de uma campanha mais ampla de pressão sobre Caracas, pode aprofundar tensões entre Washington e Moscou e sinaliza um endurecimento geopolítico no controle de exportações de petróleo.
Noticias R7

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Ucrânia diz ter inutilizado dois caças russos em ação de sabotagem dentro da Rússia.

A inteligência militar ucraniana afirma que um incêndio provocado em um aeródromo próximo a Lipetsk danificou dois aviões de combate da Rússia. Moscou não se pronunciou oficialmente, e não há confirmação independente do impacto real da operação.

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Putin endurece discurso, ameaça ampliar ofensiva na Ucrânia e exibe força militar russa.

Durante reunião com o alto comando militar, Vladimir Putin afirmou que a Rússia ampliará seus avanços na Ucrânia caso Kiev e aliados rejeitem as exigências do Kremlin. O presidente russo voltou a culpar o Ocidente pela guerra, atacou líderes europeus e destacou a modernização do arsenal nuclear do país.

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EUA intensificam articulação por acordo de paz enquanto Ucrânia denuncia novos ataques russos

Em meio a novos bombardeios russos que atingiram a infraestrutura energética da Ucrânia, o presidente Volodimir Zelensky voltou a acusar Moscou de tentar destruir o país. Paralelamente, os Estados Unidos avançam nas negociações diplomáticas e confirmaram uma reunião do enviado especial Steve Witkoff com líderes ucranianos e europeus em Berlim para discutir uma saída para o conflito.

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Donbass volta ao centro das negociações enquanto Rússia mantém exigências territoriais sobre a Ucrânia.

Mais de dez anos após o início do conflito, a região do Donbass segue como um dos principais impasses nas tentativas de negociação entre Rússia e Ucrânia, com mediação dos Estados Unidos. Moscou insiste no controle total da área, enquanto Kiev resiste a concessões que envolvam retirada territorial e soberania nacional.

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Kim Jong-un homenageia soldados norte-coreanos que retornaram após atuar ao lado da Rússia.

O líder da Coreia do Norte recebeu militares que regressaram de missões ao lado das forças russas, em cerimônia realizada em Pyongyang. O evento incluiu homenagens aos combatentes mortos e foi exibido pela televisão estatal do país.

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EUA e Ucrânia avançam em acordo de paz, enquanto Rússia ameaça rejeitar nova proposta.

As articulações diplomáticas entre Estados Unidos e Ucrânia avançaram nos últimos dias em torno de uma proposta para encerrar a guerra, mas o novo esboço do acordo enfrenta forte resistência por parte da Rússia. A poucos dias do prazo estabelecido pelo presidente norte-americano Donald Trump para que Kiev aceite os termos, representantes dos dois países indicam que há consenso sobre pontos centrais, restando apenas definições consideradas sensíveis. A proposta inicial, que continha 28 itens, foi reduzida para 19 pontos após críticas duras do governo ucraniano e de aliados europeus. Entre as mudanças, estão ajustes sobre o tamanho das Forças Armadas da Ucrânia e o uso de bilhões de dólares em ativos russos congelados no exterior para financiar a reconstrução do país. No entanto, a questão territorial segue como o principal impasse, especialmente em relação à Crimeia e regiões do leste ocupadas por tropas russas. Autoridades ucranianas afirmaram que há um entendimento básico com os Estados Unidos sobre os princípios do acordo. O presidente Volodymyr Zelensky declarou que está disposto a avançar, desde que as decisões de segurança envolvam diretamente a Ucrânia e a Europa. Já o governo norte-americano avalia que os termos estão próximos de um desfecho, embora reconheça que ainda existem obstáculos delicados. Donald Trump tem demonstrado otimismo cauteloso. Em declarações recentes, afirmou que as negociações “estão evoluindo” e que um entendimento pode ser alcançado em breve. O presidente também determinou que seu principal negociador viaje à Rússia para se reunir com Vladimir Putin nos próximos dias, numa tentativa direta de destravar as últimas divergências. Do lado russo, o tom é de desconfiança. O chanceler Sergei Lavrov afirmou que Moscou não foi oficialmente informada sobre as alterações no plano e voltou a cobrar garantias sobre o reconhecimento dos territórios anexados. O Kremlin sustenta que pontos considerados fundamentais não podem ser revistos e sinaliza que pode abandonar as tratativas caso a nova versão não respeite esses interesses. Enquanto isso, representantes americanos seguem dialogando separadamente com autoridades russas e ucranianas. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, mas o risco de fracasso ainda é grande diante do clima de tensão e da divergência sobre território, soberania e alianças militares. Foto: Roman PILIPEY / AFP Redação Brasil News

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