Cinzas de vulcões preservaram cavalos, rinocerontes e florestas por mais de 40 milhões de anos no Oregon.

O John Day Fossil Beds National Monument, no Oregon, guarda um dos registros fósseis mais completos da chamada Era dos Mamíferos. Camadas formadas por cinzas vulcânicas, fluxos de lama, rios e lagos preservaram plantas e animais durante mais de 40 milhões de anos, incluindo cavalos primitivos, rinocerontes, camelos, canídeos e representantes de mais de 30 famílias de mamíferos.

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O “Ônibus” do Saara: Fóssil de crocodilo gigante de 10 metros é achado intacto sob as areias da Tunísia.

Uma descoberta paleontológica de tirar o fôlego acaba de ser anunciada no Saara tunisiano. Uma equipe da Universidade de Bolonha encontrou o esqueleto quase completo do Machimosaurus rex, um crocodilo marinho de 10 metros de comprimento e três toneladas que viveu há 130 milhões de anos. A existência desse fóssil desafia teorias consagradas sobre extinções em massa e revela um predador com dentes feitos para esmagar ossos, maior que o lendário T-Rex.

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Dinossauro do tamanho de um frango encontrado na Argentina desafia a ideia de que todos eram gigantes.

Um fóssil quase completo de um pequeno dinossauro descoberto na Patagônia argentina está ajudando cientistas a entender melhor a evolução de espécies minúsculas que viveram na era dos gigantes. O animal, com menos de 1 kg, viveu há cerca de 90 milhões de anos e pode revelar como alguns dinossauros se adaptaram a dietas baseadas em insetos.

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Descoberta histórica: cientistas encontram pegadas de dinossauros na Amazônia pela primeira vez.

Pesquisadores da Universidade Federal de Roraima identificaram trilhas fossilizadas de dinossauros com mais de 100 milhões de anos em Bonfim (RR). É o primeiro registro desse tipo na região amazônica, revelando que carnívoros e herbívoros habitaram o local durante o período Cretáceo.

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