Bomba geopolítica! Delação bilionária de ex-ministro de Maduro vira munição de Trump contra o governo Lula

A política internacional sofreu um abalo sísmico com desdobramentos diretos na corrida eleitoral brasileira. O empresário colombiano Alex Saab, apontado como o principal operador financeiro e ex-ministro de Nicolás Maduro na Venezuela, fechou um acordo de delação premiada com a Justiça dos Estados Unidos. O delator concordou em devolver cerca de R$ 1 bilhão (US$ 195 milhões) aos cofres americanos e prometeu entregar segredos devastadores. O movimento coincide com uma ofensiva direta do governo de Donald Trump contra o Brasil, acendendo o alerta no Palácio do Planalto sobre o uso do caso como munição política contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Haddad acusa Flávio de se alinhar a Trump e dispara: “É isso que separa patriotas da extrema direita”.

Uma nova troca de críticas entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o senador Flávio Bolsonaro ganhou repercussão nas redes sociais. O embate ocorreu após reuniões envolvendo representantes ligados ao governo norte-americano e discussões sobre tarifas comerciais, PIX e interesses econômicos brasileiros.

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Supersalários de até R$ 77 mil detonam crise política e governo tenta se desvincular da aprovação

A aprovação relâmpago de benefícios que podem elevar salários de servidores do Congresso a até R$ 77 mil provocou forte repercussão em Brasília. Enquanto o projeto avança para decisão presidencial, integrantes do governo tentam afastar qualquer responsabilidade sobre a medida — mesmo sem resistência durante a votação.

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Corte bilionário na saúde e reforço ao audiovisual colocam governo Lula no centro de nova tempestade.

Um artigo jornalístico reacendeu o debate sobre prioridades orçamentárias do governo federal ao apontar a retirada de mais de R$ 1 bilhão do SUS enquanto o setor audiovisual recebeu investimentos ainda maiores — cenário que tem provocado críticas e forte repercussão.

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Haddad parte para o ataque, chama deputado de “bandidinho” e acende nova crise política.

Em declaração contundente, Fernando Haddad critica políticos que usam redes sociais para atacar órgãos de fiscalização e, sem citar nomes, chama Nikolas Ferreira de “bandidinho”, associando discursos digitais à fragilização da segurança pública.

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Haddad leva aliado ideológico ao Banco Central em meio a juros nas alturas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, para uma das diretorias vagas do Banco Central. A possível nomeação ocorre em um momento de juros elevados e reacende o debate sobre a influência política nas decisões da autoridade monetária.

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MDB reacende fantasma do passado e coloca Michel Temer no radar presidencial de 2026.

Em meio à indefinição do cenário eleitoral e ao risco de nova polarização, o MDB avalia testar o nome do ex-presidente Michel Temer em pesquisas internas, enquanto o partido também lida com a saída iminente de Simone Tebet do governo Lula para disputar eleições.

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Governo Lula fecha mandato sob pressão: crises, decisões controversas e promessas não cumpridas se acumulam.

A última gestão do presidente Lula terminou marcada por uma sucessão de desgastes políticos, impasses econômicos e controvérsias administrativas. Da articulação no Congresso aos resultados fiscais, passando por conflitos ministeriais e críticas à condução de políticas públicas, o governo enfrentou obstáculos que minaram sua popularidade e ampliaram a polarização no país.

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Simone Tebet prepara saída estratégica do governo Lula e entra de vez no jogo eleitoral de 2026.

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, confirmou que deixará o cargo até o fim de março para disputar o Senado em 2026. A decisão foi alinhada com o presidente Lula e faz parte de uma ampla reforma ministerial que antecede o calendário eleitoral.

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Gleisi expõe elo explosivo entre Banco Master, Bolsonaro e aliados e acusa “crise moral fabricada.

A ministra Gleisi Hoffmann atacou duramente declarações do governador Tarcísio de Freitas após visita a Jair Bolsonaro e revelou vínculos envolvendo Daniel Vorcaro, do Banco Master. A fala elevou a tensão política e reacendeu o debate sobre financiamento de campanhas, crise fiscal e responsabilidade dos governos anteriores.

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