Arquivo de CDB - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/cdb/ Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Thu, 17 Sep 2026 01:30:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Arquivo de CDB - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/cdb/ 32 32 Selic cai para 13,75% e muda o jogo dos investimentos: veja onde R$ 1 mil pode render mais https://brasilnews.tv/selic-cai-para-1375-e-muda-o-jogo-dos-investimentos-veja-onde-r-1-mil-pode-render-mais/ https://brasilnews.tv/selic-cai-para-1375-e-muda-o-jogo-dos-investimentos-veja-onde-r-1-mil-pode-render-mais/#respond Thu, 17 Sep 2026 04:28:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=13787 Banco Central reduziu a taxa básica de juros pela quinta vez consecutiva. Com a Selic agora em 13,75% ao ano, simulações mostram diferenças relevantes entre poupança, CDBs, Tesouro Selic e fundos de ações para quem pretende investir R$ 1 mil.

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O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu nesta quarta-feira (16) reduzir novamente a taxa básica de juros do país. O corte foi de 0,25 ponto percentual, fazendo a Selic passar de 14% para 13,75% ao ano. Foi a quinta redução consecutiva promovida pelo Banco Central.

A mudança imediatamente levanta uma dúvida para quem mantém dinheiro guardado ou pretende começar a investir: com os juros menores, onde R$ 1 mil podem render mais?

Uma simulação elaborada por Michael Viriato, da Casa do Investidor, a pedido da CNN Money, comparou diferentes alternativas de aplicação considerando o novo patamar dos juros. Os resultados mostram que, mesmo após a redução da Selic, produtos de renda fixa continuam apresentando retornos relevantes.

Entre os produtos avaliados, os CDBs de bancos médios pagando cerca de 105% do CDI aparecem com destaque dentro da renda fixa. Na simulação, um investimento inicial de R$ 1 mil chegaria a aproximadamente R$ 1.054,08 depois de seis meses. Mantido por 30 meses, o montante alcançaria cerca de R$ 1.332,95.

A diferença fica ainda mais evidente quando esses números são colocados ao lado da tradicional caderneta de poupança. No mesmo levantamento, os R$ 1 mil aplicados na poupança alcançariam aproximadamente R$ 1.038,12 em seis meses e R$ 1.205,72 depois de 30 meses.

A poupança tem como vantagem a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, mas o resultado da simulação mostra que essa característica, isoladamente, não garante o maior retorno no cenário atual.

Os cálculos apresentados para as demais aplicações consideram os valores líquidos, já descontado o Imposto de Renda sobre os rendimentos. No caso do Tesouro Selic e de fundos, custos e taxas também podem variar conforme a instituição utilizada pelo investidor.

Fora da renda fixa, a simulação também analisou fundos de ações ligados ao Ibovespa. Nesse caso, R$ 1 mil poderiam alcançar cerca de R$ 1.064,44 após seis meses e R$ 1.366,47 em 30 meses. O resultado projetado é maior, mas a comparação exige cautela: investimentos em ações estão sujeitos às oscilações do mercado e não oferecem a mesma previsibilidade de produtos de renda fixa.

A redução para 13,75% acontece depois de um período prolongado de juros elevados. A Selic permaneceu em 15% ao ano entre junho de 2025 e março de 2026, quando o Banco Central iniciou o atual ciclo de cortes.

A desaceleração recente da inflação ajudou a formar o cenário para a nova decisão. O IPCA registrou queda de 0,32% em agosto, enquanto a inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,22%. Apesar disso, o próprio Copom indicou que o ambiente econômico ainda exige cautela diante das incertezas internas e externas.

Mesmo com cinco cortes consecutivos, uma Selic de 13,75% continua mantendo os juros brasileiros em nível elevado. Para quem investe, isso significa que aplicações ligadas ao CDI e à própria Selic ainda podem oferecer rendimentos expressivos, enquanto novas reduções futuras podem alterar gradualmente essa relação.

Os números apresentados são simulações e não representam garantia de rentabilidade futura. Retorno, tributação, liquidez, custos e riscos variam de acordo com cada produto e com o período de permanência do dinheiro aplicado.

Foto: Freepik
Redação – Thiago Salles

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Quebra milionária: banqueiro torra fortuna para salvar banco e acaba com bens bloqueados após liquidação. https://brasilnews.tv/quebra-milionaria-banqueiro-torra-fortuna-para-salvar-banco-e-acaba-com-bens-bloqueados-apos-liquidacao/ https://brasilnews.tv/quebra-milionaria-banqueiro-torra-fortuna-para-salvar-banco-e-acaba-com-bens-bloqueados-apos-liquidacao/#respond Sat, 21 Feb 2026 08:19:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7270 O banqueiro Augusto Lima desembolsou cerca de R$ 600 milhões do próprio patrimônio para tentar manter o Banco Pleno em operação antes da liquidação decretada pelo Banco Central. A instituição não conseguiu honrar CDBs e o caso amplia a crise envolvendo empresas ligadas ao antigo conglomerado Master.

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A liquidação do Banco Pleno pelo Banco Central trouxe à tona os impactos financeiros enfrentados pelo banqueiro Augusto Lima, que precisou utilizar cerca de R$ 600 milhões do próprio patrimônio na tentativa de manter a instituição em funcionamento. O objetivo era honrar certificados de depósito bancário (CDBs) que estavam vencendo enquanto buscava um investidor para dar continuidade às operações, o que não se concretizou.

A quebra já era considerada provável por analistas do mercado financeiro, principalmente devido ao elevado volume de passivos assumidos quando Lima adquiriu o antigo banco Voiter, posteriormente rebatizado como Pleno. Na época da compra, o empresário herdou cerca de R$ 6 bilhões em CDBs, o que aumentou significativamente a pressão sobre o caixa da instituição.

Sem liquidez suficiente para cumprir os compromissos, o banco acabou sendo liquidado pela autoridade monetária. Com a medida, os bens de Lima ficaram indisponíveis. O uso de recursos pessoais, por outro lado, tende a reduzir o impacto sobre o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), responsável por ressarcir investidores em caso de quebra.

A trajetória do banco já enfrentava dificuldades desde a aquisição, quando o Banco Central determinou a suspensão da emissão de novos títulos para evitar aumento da exposição ao sistema. O cenário se agravou diante das dificuldades em atrair novos investidores e do histórico de investigações envolvendo empresas ligadas ao antigo conglomerado financeiro.

A liquidação do Pleno se soma a uma série de intervenções em instituições relacionadas direta ou indiretamente ao grupo Master, ampliando o clima de cautela no mercado. O episódio reforça os riscos de operações com grandes passivos e a importância da supervisão regulatória no sistema financeiro.

Foto: Marcello Casal Jr.
Redação Brasil News

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