Aos 90 anos, irlandesa realiza sonho e conclui faculdade após sete décadas de espera.

Maryette McFarland, de 90 anos, concluiu o curso de Literatura Inglesa quase 70 anos depois de ingressar na universidade. A formanda, natural da Irlanda do Norte, interrompeu os estudos nos anos 1960 para se casar e retomou o curso décadas depois, com o apoio da família.

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Segurança age rápido e evita tragédia: mulher quase é atropelada por trem na Turquia.

Em Kayseri, Turquia, uma mulher tentou atravessar a linha amarela sem perceber um trem se aproximando. Um agente de segurança interveio a tempo, segurou seu braço e a puxou para longe dos trilhos, evitando o acidente. As imagens chocantes foram amplamente compartilhadas.

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Trump e Putin voltam a dialogar e planejam novo encontro para discutir comércio pós-guerra da Ucrânia.

Após uma conversa telefônica de mais de duas horas, Donald Trump e Vladimir Putin confirmaram que voltarão a se encontrar em Budapeste para tratar de temas econômicos e do futuro das relações entre Rússia e Estados Unidos após o conflito na Ucrânia.

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Trump ameaça realocar partidas da Copa 2026 por “falta de segurança”

Durante encontro com Javier Milei na Casa Branca, o presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou que pode solicitar à FIFA a mudança de sedes de jogos caso julgue alguma cidade insegura. A prefeita de Boston reagiu em comunicado, e a entidade reforçou que critérios técnicos devem prevalecer

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Protestos no Peru contra novo governo deixam um morto e mais de 100 feridos.

Manifestações contra o recém-empossado governo peruano tomaram as ruas de Lima e outras cidades. O movimento, liderado por jovens da chamada “Geração Z”, deixou um morto, mais de 100 feridos e ganhou destaque pelo uso de símbolos da cultura pop, como a bandeira de One Piece.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana. Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente. A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional. Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem. Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.” A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês. Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Israel acusa Hamas de violar cessar-fogo após entrega de corpo de refém palestino entre vítimas israelenses.

O governo de Israel afirmou nesta quarta-feira (15) que o Hamas violou novamente o acordo de cessar-fogo ao devolver quatro corpos de reféns, entre eles o de um palestino. O episódio reacendeu tensões entre as partes e colocou em xeque a frágil trégua mediada por países árabes e pelos Estados Unidos.

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