A música brasileira amanheceu em luto nesta segunda-feira (2). A cantora Adriana Araújo morreu aos 49 anos, após ser internada no fim de semana em decorrência de um aneurisma. A informação foi confirmada por meio de uma publicação nas redes sociais da artista.
Em nota emocionante, familiares e equipe destacaram que Adriana foi “muito mais do que uma grande voz do samba”, ressaltando sua generosidade, alegria contagiante e presença marcante dentro e fora dos palcos. A artista deixa o marido, Evaldo, e o filho, Daniel. Amigos, fãs e colegas de profissão prestaram homenagens nas redes sociais, reconhecendo sua importância para o samba e para a cena cultural mineira.

Natural de Belo Horizonte, Adriana cresceu na comunidade da Pedreira Prado Lopes, tradicional reduto do samba na capital mineira. Sua formação artística passou por oficinas de dança afro e teatro dentro da própria comunidade, o que ajudou a moldar sua identidade musical forte e autêntica.
A carreira solo teve início em 2020. No ano seguinte, lançou o álbum “Minha Verdade”, consolidando seu nome no cenário nacional. Em 2024, apresentou o disco ao vivo “3 Jorges”, homenagem a grandes referências do gênero como Jorge Aragão, Seu Jorge e Jorge Ben Jor.
Reconhecida como uma das principais vozes do samba mineiro contemporâneo, Adriana construiu uma trajetória de representatividade, resistência cultural e amor ao gênero. Sua voz segue eternizada nas plataformas digitais e na memória de quem acompanhou sua caminhada.

Foto: Reprodução / Redes Sociais
Redação Brasil News