A saúde de Michelle Bolsonaro acendeu o sinal de alerta no comando de sua campanha ao Senado. De acordo com a nota emitida pela direção do Hospital DF Star, a ex-primeira-dama vinha sendo submetida a um acompanhamento e tratamento clínico ambulatorial há cerca de dois meses para controlar as fortes dores de cabeça. No entanto, diante da ausência de melhora e da persistência dos sintomas agudos, a equipe médica optou pela internação para aplicar um protocolo terapêutico especializado.
Esta é a segunda vez em menos de dois meses que a candidata do PL precisa ser hospitalizada devido ao mesmo problema. No início de agosto, Michelle deu entrada na mesma unidade de saúde após dias de dores intensas, sendo submetida a exames de investigação e a um procedimento de bloqueio anestésico dos nervos cranianos e pericranianos para aliviar a crise. Na ocasião, a internação a impediu de participar presencialmente da convenção partidária que oficializou sua candidatura.
A própria ex-primeira-dama usou suas redes sociais para confirmar a nova hospitalização e agradecer o apoio do público, ressaltando que os tratamentos anteriores não vinham surtindo o efeito desejado. O imprevisto médico ocorre em um momento decisivo da corrida eleitoral, forçando o cancelamento temporário de compromissos de rua e agendas públicas da candidata.
A equipe médica responsável pelo atendimento — liderada pelo chefe da equipe, Dr. Brasil Caiado, e pelo anestesiologista Dr. João Francisco Volpe Júnior — informou que seguirá monitorando a resposta do organismo de Michelle aos medicamentos intensivos antes de avaliar qualquer possibilidade de liberação. A militância e aliados políticos aguardam novos boletins sobre a evolução do estado de saúde da ex-primeira-dama.
Foto: Reprodução / PL Mulher | Redação – Thiago Salles