Washington – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Tue, 31 Mar 2026 00:07:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Washington – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Colisão aérea nos EUA deixa dezenas de mortos e expõe falhas graves no controle de voo. https://brasilnews.tv/colisao-aerea-nos-eua-deixa-dezenas-de-mortos-e-expoe-falhas-graves-no-controle-de-voo/ https://brasilnews.tv/colisao-aerea-nos-eua-deixa-dezenas-de-mortos-e-expoe-falhas-graves-no-controle-de-voo/#respond Tue, 31 Mar 2026 04:05:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8499 Um grave acidente aéreo nos Estados Unidos deixou 67 mortos após a colisão entre um avião comercial e um helicóptero militar na região de Washington. O impacto ocorreu nas proximidades do rio Potomac e não houve sobreviventes.

A aeronave envolvida pertence à American Airlines e transportava dezenas de passageiros. Já o helicóptero era utilizado pelo Exército dos Estados Unidos em um treinamento com três tripulantes a bordo.

Imagens divulgadas por veículos internacionais mostram o momento do impacto, com as duas aeronaves voando em baixa altitude e em rota de colisão, sem tempo para qualquer manobra de evasão.

O acidente levanta sérias dúvidas sobre a atuação da torre de controle do aeroporto Ronald Reagan Washington National Airport. Autoridades apontam que o local operava em condições consideradas irregulares no momento do ocorrido.

Após a tragédia, o aeroporto foi temporariamente fechado, e equipes de resgate foram mobilizadas para atuar na região do impacto. Áudios de comunicação entre pilotos e controladores indicam momentos de tensão e confusão logo após a colisão.

As investigações devem apurar possíveis falhas humanas, operacionais ou técnicas que possam ter contribuído para o acidente. O caso já é tratado como uma das ocorrências aéreas mais graves dos últimos anos no país.

Especialistas destacam que colisões em pleno voo são extremamente raras, o que aumenta ainda mais a gravidade e a repercussão do episódio.

Foto: Brasil News
Redação – Thiago Salles

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Crise nos EUA causa cancelamento de mais de 800 voos após ordem do governo Trump. https://brasilnews.tv/crise-nos-eua-causa-cancelamento-de-mais-de-800-voos-apos-ordem-do-governo-trump/ https://brasilnews.tv/crise-nos-eua-causa-cancelamento-de-mais-de-800-voos-apos-ordem-do-governo-trump/#respond Fri, 07 Nov 2025 11:59:15 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3073 Os Estados Unidos enfrentam um dos dias mais caóticos do transporte aéreo recente. Mais de 800 voos foram cancelados nas primeiras horas desta sexta-feira (7) após o governo de Donald Trump ordenar a redução de viagens em até 10% em 40 aeroportos do país. A medida foi tomada em meio ao prolongado “shutdown”, a paralisação orçamentária que já dura cinco semanas e impede o pagamento de milhares de servidores públicos, incluindo controladores de tráfego aéreo.

A decisão afeta grandes centros como Nova York, Washington, Chicago, Los Angeles, Miami e Dallas, onde terminais estão sobrecarregados por longas filas e atrasos generalizados. Segundo a Administração Federal de Aviação (FAA), a falta de pessoal levou à suspensão de diversas rotas domésticas e regionais, embora os voos internacionais de longa distância estejam mantidos por enquanto.

Companhias aéreas como American Airlines, United Airlines e Delta confirmaram cortes em suas operações, com centenas de decolagens canceladas diariamente. A American estima uma redução de 4% em suas atividades durante o fim de semana, enquanto a United prevê quase 200 cancelamentos por dia.

O impasse político no Congresso americano — entre republicanos e democratas — impede a aprovação do orçamento federal e paralisou parcialmente os serviços públicos. Críticos acusam a Casa Branca de usar o setor aéreo como instrumento de pressão política.

Com a proximidade de feriados importantes, como o Dia dos Veteranos e o Dia de Ação de Graças, as companhias alertam para possíveis novos cancelamentos e atrasos. Passageiros foram orientados a verificar seus voos antes de sair de casa e, se possível, remarcar viagens sem custo adicional.

Enquanto isso, o setor de aviação vive momentos de tensão: “Metade dos nossos principais aeroportos enfrenta escassez de pessoal”, afirmou a FAA em nota, destacando que controladores estão há mais de um mês sem receber.

A crise reforça o impacto do “shutdown” mais longo da história dos EUA, que já afeta milhões de pessoas e ameaça comprometer ainda mais a mobilidade e a economia do país.

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Trump diz acreditar em avanço e fala em “acordo completo” com a China. https://brasilnews.tv/trump-diz-acreditar-em-avanco-e-fala-em-acordo-completo-com-a-china/ https://brasilnews.tv/trump-diz-acreditar-em-avanco-e-fala-em-acordo-completo-com-a-china/#respond Sun, 26 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2483 Durante sua passagem pela Ásia, o presidente norte-americano Donald Trump declarou neste sábado (25) que espera concluir um acordo comercial abrangente com a China. As declarações foram dadas a jornalistas que o acompanhavam no voo para Kuala Lumpur, na Malásia, onde Trump participa da Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean).

“Vamos conversar sobre muitas questões. Acredito que há uma boa chance de chegarmos a um acordo muito abrangente”, afirmou o presidente norte-americano.

O encontro entre Trump e o líder chinês Xi Jinping está previsto para acontecer na Coreia do Sul, em meio à continuidade da guerra comercial entre os dois países, que se intensificou após novas ameaças de tarifas e restrições a exportações.

Trump voltou a sinalizar que poderá impor tarifas de até 155% sobre produtos chineses a partir de 1º de novembro, caso não haja avanços nas negociações. A medida seria uma resposta à decisão da China de limitar as vendas de tecnologias e produtos ligados a terras raras, insumos estratégicos na indústria de energia e semicondutores.

Questionado sobre outros temas sensíveis da relação bilateral, o presidente americano afirmou que também poderá tratar das compras de petróleo russo pela China, mas destacou que Pequim “tem reduzido substancialmente” esse tipo de importação.

A reunião entre os líderes deve marcar mais um capítulo nas tentativas de reaproximação econômica entre as duas maiores potências do mundo, que há anos alternam momentos de tensão e diálogo em meio à disputa comercial e tecnológica global.

Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP

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Milei enfrenta crise política e econômica na véspera das eleições legislativas argentinas. https://brasilnews.tv/milei-enfrenta-crise-politica-e-economica-na-vespera-das-eleicoes-legislativas-argentinas/ https://brasilnews.tv/milei-enfrenta-crise-politica-e-economica-na-vespera-das-eleicoes-legislativas-argentinas/#respond Sun, 26 Oct 2025 11:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2492 A Argentina vai às urnas neste domingo (26) para as eleições legislativas de meio de mandato, e o presidente Javier Milei chega ao pleito sob forte pressão política e econômica. A alta volatilidade do dólar, o risco de retorno da inflação de dois dígitos e os escândalos que abalam o governo compõem o cenário mais desafiador do mandatário desde que assumiu a Casa Rosada.

O partido Libertad Avanza, que governa o país, tem hoje apenas 44 das 257 cadeiras da Câmara dos Deputados e seis das 72 do Senado. Para manter poder de veto e aprovar suas reformas econômicas, Milei precisa ampliar essa base de apoio — tarefa que se tornou ainda mais difícil após a derrota na Província de Buenos Aires, o maior colégio eleitoral do país.

Além das dificuldades políticas, o governo enfrenta denúncias de corrupção que envolvem a Agência Nacional de Deficiência e atingem inclusive Karina Milei, irmã do presidente e secretária-geral da Presidência. Outro golpe veio com o escândalo da Libra$, uma moeda digital promovida por aliados do governo que despencou em valor em questão de horas, alimentando suspeitas de manipulação de mercado.

Nas últimas semanas, a campanha também foi marcada pela retirada do candidato José Luis Espert, após acusações de ligações com o tráfico de drogas. Mesmo fora da disputa, seu nome continuará nas cédulas impressas, já que o prazo de substituição expirou — um episódio que aumenta o desgaste do partido às vésperas da votação.

A crise política tem reflexos diretos na economia. Após a derrota em Buenos Aires, o peso argentino despencou, o risco-país ultrapassou 1.000 pontos e as ações argentinas caíram em Wall Street. Apesar da intervenção do Tesouro dos EUA e do apoio público de Donald Trump, Milei admitiu que o país enfrenta um momento decisivo.

“Se Milei perder, os Estados Unidos não serão generosos com a Argentina”, disse Trump recentemente, em tom de advertência.

Os norte-americanos veem a Argentina como peça estratégica na disputa geopolítica com a China, devido às suas reservas de lítio, urânio e terras raras. A manutenção de Milei no poder é considerada fundamental para os interesses de Washington na região.

Internamente, o presidente tenta manter a confiança do mercado ao garantir que não alterará as bandas cambiais após a eleição e promete insistir em reformas trabalhistas, tributárias e previdenciárias. O resultado das urnas, no entanto, definirá se ele terá força política para avançar ou se enfrentará dois anos de instabilidade até o fim do mandato.

Foto: REUTERS/Al Dragon

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Trump avalia ofensiva contra rotas do narcotráfico na Venezuela, aponta emissora americana. https://brasilnews.tv/trump-avalia-ofensiva-contra-rotas-do-narcotrafico-na-venezuela-aponta-emissora-americana/ https://brasilnews.tv/trump-avalia-ofensiva-contra-rotas-do-narcotrafico-na-venezuela-aponta-emissora-americana/#respond Sun, 26 Oct 2025 09:30:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2481 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria avaliando uma ação militar direcionada a rotas e estruturas ligadas ao narcotráfico na Venezuela, segundo informações divulgadas pela emissora CNN nesta sexta-feira (24).

Fontes ouvidas pelo canal norte-americano afirmam que o plano inclui possíveis ataques aéreos e operações especiais, embora ainda não haja uma decisão definitiva sobre a execução. A notícia surge logo após Washington anunciar o envio do porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, para a América Latina e o Caribe, numa clara demonstração de força e pressão sobre o regime de Nicolás Maduro.

Com 333 metros de comprimento e capacidade para operar até 90 aeronaves, o Gerald R. Ford é considerado um dos símbolos do poder militar dos EUA. A movimentação ocorre poucos meses depois de Trump ter autorizado missões semelhantes no Oriente Médio, durante tensões entre Israel e Irã.

Além da força militar, a CIA também teria recebido autorização para conduzir operações secretas na Venezuela, conforme a emissora americana. Paralelamente, o governo Trump mantém aberta a possibilidade de uma abordagem diplomática, apesar do rompimento recente das negociações com Caracas.

A Venezuela não é reconhecida como uma grande produtora de cocaína, mas Washington acusa o regime de Maduro de facilitar o tráfico internacional, uma narrativa que vem sendo reforçada nos últimos meses. Desde setembro, os Estados Unidos afirmam ter destruído dez embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico, resultando em 43 mortes, embora especialistas e governos latino-americanos questionem a legalidade das ações sob o direito internacional.

Parte da equipe de Trump acredita que o aumento da pressão militar e econômica pode enfraquecer o círculo de aliados de Maduro e provocar uma mudança de poder na Venezuela. A estratégia também incluiria sanções a líderes da região, como o presidente colombiano Gustavo Petro, que recentemente foi chamado por Trump de “líder de drogas ilegais”.

O clima diplomático entre os países da América Latina e Washington segue tenso, com diferentes governos pedindo moderação e respeito à soberania regional. Apesar disso, a Casa Branca mantém o discurso de que a operação faz parte de uma “guerra global contra o narcotráfico”

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Trump anuncia apoio bilionário à Argentina e afirma que país enfrenta “colapso econômico” https://brasilnews.tv/trump-anuncia-apoio-bilionario-a-argentina-e-afirma-que-pais-enfrenta-colapso-economico/ https://brasilnews.tv/trump-anuncia-apoio-bilionario-a-argentina-e-afirma-que-pais-enfrenta-colapso-economico/#respond Tue, 21 Oct 2025 11:40:55 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2238 A poucos dias das eleições legislativas na Argentina, o governo de Javier Milei recebeu um novo fôlego financeiro: uma linha de swap cambial de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 108 bilhões) concedida pelos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central argentino, que destacou o objetivo de fortalecer as reservas internacionais e tentar estabilizar o peso, em forte desvalorização nas últimas semanas.

O acordo ocorre em meio à pressão política sobre Milei e ao alerta dos mercados diante da instabilidade econômica. Segundo a autoridade monetária, o crédito servirá para garantir liquidez e evitar uma crise cambial antes da votação marcada para 26 de outubro, considerada decisiva para o futuro do governo ultraliberal.

O ex-presidente americano Donald Trump — principal entusiasta da medida — defendeu publicamente o apoio a Buenos Aires, alegando que o país “está morrendo” e precisa de ajuda imediata. “Eles não têm nada, estão lutando para sobreviver”, afirmou em entrevista, acrescentando que poderá ampliar o suporte financeiro com mais US$ 20 bilhões, somando um pacote total de US$ 40 bilhões (aproximadamente R$ 217 bilhões).

Apesar da redução da inflação, que caiu de 211% em 2023 para 117% em 2024, a atividade econômica argentina segue em retração. O desemprego estabilizou em 7,6%, mas a informalidade atinge quase metade da população ativa. Empresários reconhecem avanços no ajuste fiscal, porém alertam para os juros altos, o custo de produção e a queda do poder de compra da população.

A ajuda norte-americana chega como um respiro temporário, mas também aumenta as expectativas e a pressão sobre Milei, que tenta manter apoio popular e político em um momento de incerteza.

Foto: Jonathan Ernst/Reuters

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Multidões tomam as ruas em protestos “No Kings” contra Donald Trump nos EUA e na Europa https://brasilnews.tv/multidoes-tomam-as-ruas-em-protestos-no-kings-contra-donald-trump-nos-eua-e-na-europa/ https://brasilnews.tv/multidoes-tomam-as-ruas-em-protestos-no-kings-contra-donald-trump-nos-eua-e-na-europa/#respond Sun, 19 Oct 2025 15:22:28 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2117 Neste sábado (18), os Estados Unidos e várias cidades europeias foram palco de uma das maiores mobilizações populares dos últimos anos. Batizada de “No Kings”, a onda de protestos reuniu milhares de manifestantes em mais de 2.600 cidades, com atos que se espalharam de Nova York a Washington, e de Londres a Barcelona.

Os participantes expressaram insatisfação com o governo Donald Trump, denunciando medidas restritivas de imigração, cortes na educação pública e o uso da Guarda Nacional em grandes centros urbanos. Em Nova York, a Times Square foi completamente tomada por cartazes, fantasias e símbolos que pediam o respeito à democracia.

“Não somos súditos, somos cidadãos — e nossa voz precisa ser ouvida”, disse Leah Greenberg, líder do movimento Indivisible, uma das organizações responsáveis pelos atos.

Em Washington, manifestantes se concentraram próximos ao Capitólio e ao Cemitério Nacional de Arlington, em uma área simbólica onde Trump planeja erguer um monumento ligando o Memorial Lincoln ao rio Potomac.

O movimento recebeu apoio de nomes de peso como Bernie Sanders, Alexandria Ocasio-Cortez e Hillary Clinton, além de dezenas de artistas e ativistas de direitos civis. Estimativas indicam que os protestos podem ter reunido até 3 milhões de pessoas, tornando-se uma das maiores manifestações da era contemporânea nos Estados Unidos.

Enquanto isso, líderes republicanos reagiram duramente. O presidente da Câmara, Mike Johnson, classificou os protestos como “comícios antiamericanos”, enquanto Trump minimizou a mobilização. “Dizem que me chamam de rei. Eu não sou um rei”, declarou o presidente em entrevista à Fox Business.

Analistas afirmam que o movimento “No Kings” pode marcar um divisor de águas na política americana, simbolizando o fortalecimento da resistência popular diante de medidas consideradas autoritárias pelo governo Trump.

Foto: Mario Tama/Getty Images

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China responde a Trump e afirma não temer nova guerra tarifária https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/ https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/#respond Sun, 12 Oct 2025 14:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1780 A tensão entre China e Estados Unidos voltou a crescer neste fim de semana. Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio chinês afirmou neste domingo (12) que “não deseja uma guerra tarifária, mas também não tem medo de enfrentá-la”, em resposta direta às novas ameaças do presidente Donald Trump.

Nos últimos dias, Trump anunciou a intenção de aplicar tarifas de até 100% sobre importações chinesas a partir de novembro, justificando a medida como uma retaliação às restrições impostas por Pequim à exportação de terras raras — minerais essenciais para a produção de tecnologias avançadas, como motores elétricos, sistemas de radar e smartphones.

O governo chinês classificou as declarações do presidente americano como “práticas equivocadas” e defendeu que as diferenças entre os países devem ser resolvidas por meio do diálogo, e não de ameaças.

“Recorrer frequentemente à pressão tarifária não é a forma adequada de manter relações estáveis com a China”, destacou o comunicado.

As novas medidas de Washington reacendem o temor de uma nova guerra comercial global, semelhante à que abalou os mercados entre 2018 e 2020. Analistas alertam que as tarifas podem impactar cadeias de suprimento em diversos setores, além de pressionar economias emergentes.

A China, responsável por cerca de 70% da produção mundial de terras raras, indicou que continuará concedendo licenças de exportação para usos civis legítimos, mas reforçou que tomará medidas “proporcionais” caso as sanções dos EUA avancem.

Foto: Xi Jinping e Donald Trump (SAUL LOEB, Andres MARTINEZ CASARES/AFP)

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