USS Gerald Ford – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 12 Nov 2025 14:06:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png USS Gerald Ford – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Maior porta-aviões do mundo reforça ofensiva dos EUA contra o narcotráfico na América Latina e amplia tensão com Venezuela. https://brasilnews.tv/maior-porta-avioes-do-mundo-reforca-ofensiva-dos-eua-contra-o-narcotrafico-na-america-latina-e-amplia-tensao-com-venezuela/ https://brasilnews.tv/maior-porta-avioes-do-mundo-reforca-ofensiva-dos-eua-contra-o-narcotrafico-na-america-latina-e-amplia-tensao-com-venezuela/#respond Wed, 12 Nov 2025 14:06:09 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3329 O porta-aviões USS Gerald Ford, considerado o maior do mundo, foi incorporado nesta terça-feira (11) à operação militar dos Estados Unidos voltada ao combate ao narcotráfico na América Latina. O envio da embarcação, anunciado pelo Comando Sul das Forças Navais americanas, ampliou a tensão política e militar na região, especialmente com a Venezuela, que reagiu com um novo movimento de tropas e exercícios de defesa.

(O maior porta-aviões do mundo, USS Gerald Ford, navega no Mar do Norte durante o exercício Neptune Strike 2025 da Otan, em 24 de setembro de 2025© Jonathan KLEIN

De acordo com o Pentágono, a chegada do Gerald Ford à área de responsabilidade do Comando Sul tem o objetivo de reforçar a vigilância e interceptar atividades ilícitas no Caribe e no Pacífico, regiões apontadas por Washington como rotas de tráfico de drogas oriundas da Venezuela e da Colômbia.

“O porta-aviões reforçará nossa capacidade de detectar, monitorar e neutralizar ameaças que colocam em risco a segurança dos Estados Unidos e de todo o hemisfério ocidental”, afirmou o porta-voz do Departamento de Defesa, Sean Parnell.

Desde setembro, os EUA mantêm navios de guerra, caças e milhares de militares mobilizados no Mar do Caribe para a operação. Segundo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, as ações resultaram até o momento na destruição de 20 embarcações e na morte de ao menos 76 pessoas — números que levantaram questionamentos internacionais sobre a legalidade das ofensivas.

A Rússia classificou os ataques como “inaceitáveis”, acusando Washington de agir “acima da lei internacional”. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, afirmou em entrevista à TV estatal que os bombardeios são um “pretexto para expandir o poder militar americano”.

A Colômbia também reagiu. O presidente Gustavo Petro determinou a suspensão da cooperação de inteligência com os Estados Unidos, denunciando o que chamou de “execuções extrajudiciais disfarçadas de combate ao narcotráfico”.

“Nenhum agente do Estado colombiano deve compartilhar dados com as forças americanas enquanto esses ataques continuarem”, declarou Petro na rede X (antigo Twitter).

Enquanto isso, o governo da Venezuela anunciou uma mobilização militar de 200 mil soldados em resposta ao que chamou de “ameaças imperiais”. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, informou que as forças armadas do país estão em alerta total, com “meios terrestres, navais e aéreos” posicionados em pontos estratégicos.

A televisão estatal venezuelana exibiu imagens de tropas armadas e exercícios com mísseis. O presidente Nicolás Maduro aproveitou a ocasião para sancionar uma nova lei que cria os Comandos de Defesa Integral, grupos civis e militares voltados à “proteção da soberania nacional”.

“Se for preciso pegar em armas para defender a pátria dos libertadores, o povo venezuelano está pronto para lutar e vencer”, disse Maduro em discurso transmitido ao vivo.

Analistas veem o episódio como mais um capítulo da escalada militar entre Caracas e Washington, reacendida desde que o governo americano acusou Maduro de chefiar uma rede de narcotráfico ligada à América Central.

O USS Gerald Ford, com mais de 330 metros de comprimento e capacidade para 75 aeronaves, havia participado recentemente do exercício Neptune Strike 2025, conduzido pela OTAN no Mar do Norte, antes de seguir para águas latino-americanas.

📸 Foto: Jonathan Klein / AFP
✍ Redação Brasil News

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Trump avalia ofensiva contra rotas do narcotráfico na Venezuela, aponta emissora americana. https://brasilnews.tv/trump-avalia-ofensiva-contra-rotas-do-narcotrafico-na-venezuela-aponta-emissora-americana/ https://brasilnews.tv/trump-avalia-ofensiva-contra-rotas-do-narcotrafico-na-venezuela-aponta-emissora-americana/#respond Sun, 26 Oct 2025 09:30:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2481 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria avaliando uma ação militar direcionada a rotas e estruturas ligadas ao narcotráfico na Venezuela, segundo informações divulgadas pela emissora CNN nesta sexta-feira (24).

Fontes ouvidas pelo canal norte-americano afirmam que o plano inclui possíveis ataques aéreos e operações especiais, embora ainda não haja uma decisão definitiva sobre a execução. A notícia surge logo após Washington anunciar o envio do porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, para a América Latina e o Caribe, numa clara demonstração de força e pressão sobre o regime de Nicolás Maduro.

Com 333 metros de comprimento e capacidade para operar até 90 aeronaves, o Gerald R. Ford é considerado um dos símbolos do poder militar dos EUA. A movimentação ocorre poucos meses depois de Trump ter autorizado missões semelhantes no Oriente Médio, durante tensões entre Israel e Irã.

Além da força militar, a CIA também teria recebido autorização para conduzir operações secretas na Venezuela, conforme a emissora americana. Paralelamente, o governo Trump mantém aberta a possibilidade de uma abordagem diplomática, apesar do rompimento recente das negociações com Caracas.

A Venezuela não é reconhecida como uma grande produtora de cocaína, mas Washington acusa o regime de Maduro de facilitar o tráfico internacional, uma narrativa que vem sendo reforçada nos últimos meses. Desde setembro, os Estados Unidos afirmam ter destruído dez embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico, resultando em 43 mortes, embora especialistas e governos latino-americanos questionem a legalidade das ações sob o direito internacional.

Parte da equipe de Trump acredita que o aumento da pressão militar e econômica pode enfraquecer o círculo de aliados de Maduro e provocar uma mudança de poder na Venezuela. A estratégia também incluiria sanções a líderes da região, como o presidente colombiano Gustavo Petro, que recentemente foi chamado por Trump de “líder de drogas ilegais”.

O clima diplomático entre os países da América Latina e Washington segue tenso, com diferentes governos pedindo moderação e respeito à soberania regional. Apesar disso, a Casa Branca mantém o discurso de que a operação faz parte de uma “guerra global contra o narcotráfico”

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EUA enviam maior porta-aviões do mundo para América Latina em nova ofensiva militar antidrogas. https://brasilnews.tv/eua-enviam-maior-porta-avioes-do-mundo-para-america-latina-em-nova-ofensiva-militar-antidrogas/ https://brasilnews.tv/eua-enviam-maior-porta-avioes-do-mundo-para-america-latina-em-nova-ofensiva-militar-antidrogas/#respond Sat, 25 Oct 2025 13:30:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2462 O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou, nesta sexta-feira (24), o envio do porta-aviões USS Gerald R. Ford — considerado o maior e mais avançado navio de guerra do mundo — para águas da América Latina. A medida faz parte de uma nova ofensiva militar antidrogas, que amplia a presença americana na região.

De acordo com o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, a mobilização busca “detectar, monitorar e neutralizar atividades ilícitas” ligadas ao narcotráfico, especialmente em áreas próximas à Venezuela e à Colômbia. O Ford estará acompanhado por navios de guerra, aviões de ataque e cerca de 5 mil militares, sob comando do Comando Sul dos EUA.

Atualmente, o navio está em missão no Mar Adriático, participando de exercícios da OTAN, e deve levar alguns dias até alcançar o novo destino. Segundo oficiais da Marinha americana, essa é uma das maiores movimentações navais dos EUA na região em décadas, comparável apenas a ações estratégicas no Oriente Médio.

A operação reforça a política de segurança do governo Donald Trump, que tem intensificado ataques contra barcos suspeitos de contrabandear drogas. Até o momento, 10 ações militares já foram realizadas, resultando em 43 mortes em águas do Caribe e do Pacífico.

Nos últimos meses, Washington passou a tratar cartéis latino-americanos como organizações terroristas, equiparando-os a grupos como a Al-Qaeda. A decisão, no entanto, é criticada por juristas e especialistas em direito internacional, que apontam possível violação de tratados humanitários.

O secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou nas redes sociais que “os narcoterroristas serão combatidos como inimigos de guerra”, destacando que os ataques seriam uma forma de proteger os Estados Unidos das consequências do tráfico e do avanço do fentanil e da cocaína.

Apesar do discurso, especialistas alertam que a legalidade dessas operações é questionável, já que o uso da força letal contra suspeitos civis contraria normas internacionais. Tradicionalmente, o combate marítimo ao tráfico é conduzido pela Guarda Costeira, e não pelas forças armadas.

Com mais de 80 mil mortes por overdose registradas nos EUA no último ano, o governo americano tenta justificar a ofensiva como resposta de segurança nacional. No entanto, analistas afirmam que a estratégia também serve para aumentar a influência militar dos EUA no Caribe e na América do Sul, áreas historicamente sensíveis do ponto de vista geopolítico.

O USS Gerald R. Ford, avaliado em US$ 13 bilhões, é capaz de transportar mais de 75 aeronaves e possui sistemas de propulsão nuclear e armas de última geração. Sua chegada às águas latino-americanas marca um dos maiores deslocamentos navais do século no continente.

Foto: Jonathan Klein/AFP

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