ultrassom microfocado – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Fri, 17 Oct 2025 09:56:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png ultrassom microfocado – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Natália Suzuki equilibra precisão e empatia na dermatologia https://brasilnews.tv/natalia-suzuki-equilibra-precisao-e-empatia-na-dermatologia/ https://brasilnews.tv/natalia-suzuki-equilibra-precisao-e-empatia-na-dermatologia/#respond Fri, 17 Oct 2025 09:55:43 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2019



Referência em clínica, estética e cirurgia, médica defende a personalização dos tratamentos, o cuidado por camadas da pele e a medicina com diálogo

Por trás da escuta cuidadosa, da linguagem acessível e da precisão nos protocolos dermatológicos, está uma médica que combina formação sólida, dedicação contínua e um propósito que se construiu ainda na juventude. Natália Suzuki é graduada, especializada em cirurgia dermatológica, mestre pela Unicamp, e hoje se destaca por um atendimento que alia ciência, acolhimento e foco integral na saúde da pele. Com forte presença nas redes sociais e uma crescente atuação educacional, ela representa uma geração de médicos comprometidos com o bem-estar real e com a formação de um novo olhar para a medicina.

Antes dos diplomas e da escolha pela medicina, a trajetória de Natália começou com uma inclinação pelas exatas. A afinidade com números e lógica a levou a considerar a engenharia como carreira, mas a influência familiar e uma experiência pessoal com autoestima despertaram outro caminho. “Minha mãe é enfermeira e sempre soube exatamente o que fazer quando estávamos doentes. Aquilo me encantava. Mas foi vivendo um desafio pessoal com autoestima, e observando a mudança que a cirurgia plástica provocou na vida de pessoas próximas, que eu entendi que queria causar esse mesmo impacto na vida das pessoas”, compartilha.

Encontro com a dermatologia

O desejo inicial pela cirurgia plástica transformou-se com o tempo. Durante o quarto ano de medicina, o contato com a dermatologia mudou sua percepção sobre possibilidades terapêuticas. “Vi que era possível cuidar da autoestima sem cirurgia. Pacientes com acne, queda de cabelo ou manchas, só com um bom tratamento clínico, já se transformavam. Vi minha mãe se emocionar quando cuidei da pele dela pela primeira vez. Isso me marcou”, relembra. O episódio selou sua escolha definitiva.

Na prática, Natália atua nas três frentes da dermatologia: clínica, estética e cirúrgica. Para ela, essas áreas não se separam. “O paciente chega para tratar uma queixa estética e eventualmente saímos com o diagnóstico de um câncer de pele. A consulta é sempre completa: examino couro cabeludo, unhas, entre os dedos dos pés, todas as pintas com o dermatoscópio. A saúde está sempre em primeiro lugar”, reforça.

Essa abordagem integrada reflete também em sua ética profissional. Ao contrário do discurso apressado que se popularizou em tempos de procedimentos em série, ela preza pelo respeito à anatomia individual e aos limites de cada rosto. “O que eu mais reforço na consulta é sobre como o paciente não vai ficar. Explico o que não vai acontecer. As pessoas têm medo de se transformarem e perderem a própria identidade. E esse medo é legítimo”, pontua.

Tecnologia e precisão no cuidado da pele

Entre as abordagens que realiza, estão os bioestimuladores de colágeno, o laser de picossegundos, a radiofrequência monopolar e o ultrassom microfocado. Mas o diferencial está na capacidade de indicar a tecnologia certa para cada tipo de pele, respeitando anatomia, espessura da pele, etnia e necessidades reais do paciente. “Tratar a pele é entender suas camadas. A camada muscular exige uma abordagem, a derme outra. Não adianta fazer tudo com um único equipamento. O segredo está na combinação estratégica”, explica.

O ultrassom microfocado, por exemplo, atua na camada muscular, promovendo um ancoramento profundo e estimulando colágeno nas estruturas mais superficiais. Já os bioestimuladores de colágeno têm papel essencial no fortalecimento da derme, oferecendo um resultado progressivo, natural e duradouro. Para a camada mais superficial, Natália utiliza tecnologias como o Oligio X, uma radiofrequência coreana de última geração, indicada especialmente para peles finas e sensíveis.

Outro recurso frequentemente usado pela médica são os lasers, em especial o de picossegundos, que aliam clareamento de manchas, tratamento de melasma e estímulo de colágeno sem causar aquecimento excessivo — o que evita efeitos rebote em peles mais pigmentadas, como as orientais. “Como dermatologista, tenho muitos pacientes asiáticos. A pele oriental exige um cuidado específico, porque pigmenta com mais facilidade. Por isso, estudo muito antes de indicar qualquer tratamento”, reforça.

Informação, prevenção e diagnósticos precisos

Na frente clínica, Natália destaca a importância da prevenção e do diagnóstico correto, especialmente nos cuidados com pele e cabelos. A médica chama atenção para o uso inadequado de cosméticos, modismos digitais e o excesso de suplementações sem orientação profissional. “Muita gente segue a blogueira do momento e acaba agravando um quadro de rosácea ou de oleosidade. Já vi pacientes tomando vitaminas que nem precisavam, o que pode ser prejudicial. Informação não é sinônimo de conhecimento”, alerta.

Ela reforça também os cuidados com a queda capilar, tema que gera ansiedade em muitos pacientes. “Lavar os cabelos todos os dias não faz mal para todo mundo. Depende do tipo de fio e oleosidade. Mas o autodiagnóstico e o uso errado de produtos pioram muito o quadro”, explica.

A dermatologista destaca ainda que muitas queixas comuns, como acne e melasma, exigem avaliação criteriosa. “Às vezes, o que parece espinha é rosácea. Ou o que se pensa ser uma mancha, é um quadro mais complexo. É por isso que a consulta deve ir além da estética”, complementa.

Consultório humanizado e presença digital consciente

Diante de um cenário cada vez mais impactado pela tecnologia, ela também reflete sobre os limites da inteligência artificial na medicina. “A IA já é realidade em muitas áreas da Medicina. Mas no nosso campo, o contato humano é insubstituível. O paciente não quer ser atendido por um robô. Ele quer ser ouvido”, afirma.

A fala ganha ainda mais força no contexto atual, em que muitos pacientes procuram os consultórios também por um espaço de escuta emocional. “Alguns vêm com uma queixa física, mas o que precisam mesmo é de um momento para falar, para se sentirem cuidados”, revela.

Essa escuta também se estende ao ambiente digital. Suas redes sociais têm se tornado uma extensão do consultório. Ali, além de explicar procedimentos e desmistificar tendências, ela compartilha momentos da rotina, dúvidas comuns, bastidores e experiências pessoais. “As pessoas se conectam comigo por quem eu sou, não só pelo que eu faço. E quando elas chegam ao consultório, sentem que já me conhecem”, comenta.

Educação médica e futuro

Ainda que o presente esteja centrado em atendimentos personalizados e tecnologia de ponta, Natália já mira o futuro. Um de seus objetivos é ampliar sua atuação no ensino de dermatologistas, com foco tanto em procedimentos quanto na construção de um consultório saudável e de longo prazo.

“No começo, ‘ralei’ muito. O mundo é cruel e nem todos que sorriem para você querem o seu bem. Errei, aprendi, e gostaria de ter tido alguém para me orientar. Hoje, gostaria de compartilhar essa vivência com outros médicos”, conta.

Ela também destaca a importância da equipe que formou ao seu redor: “Não se chega longe sozinho. A humildade, o respeito e a empatia são valores que carrego e faço questão que estejam na minha equipe. Confiança mútua é tudo.”

Autocuidado como prioridade

Cuidar da própria saúde, para Natália, é um ato de responsabilidade e amor próprio. Em tempos de correria, sobrecarga e prioridades externas, ela relembra: “A Natália do futuro vai agradecer pela Natália que está se cuidando hoje. Não é só a pele, é o seu bem-estar. E não existe nada mais importante do que cuidar da sua própria saúde”, ressalta.

Instagram: @nataliasuzuki.dermato
Site: https://dranataliasuzuki.com.br

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Maria Luiza Bahia leva a ginecologia regenerativa para o dia a dia feminino https://brasilnews.tv/maria-luiza-bahia-leva-a-ginecologia-regenerativa-para-o-dia-a-dia-feminino/ https://brasilnews.tv/maria-luiza-bahia-leva-a-ginecologia-regenerativa-para-o-dia-a-dia-feminino/#respond Thu, 25 Sep 2025 09:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1462

Médica explica como os tratamentos devolvem conforto e autoconfiança em fases como o climatério e a menopausa, sempre com prevenção e escuta ativa

A saúde da mulher atravessa ciclos de transformações que vão muito além da biologia. Cada fase traz novos desafios, sintomas e descobertas. Entre tantos caminhos possíveis dentro da medicina, a ginecologista Maria Luiza Bahia escolheu se dedicar a uma área que une ciência e sensibilidade: a ginecologia regenerativa, com especial atenção à fase da menopausa.

“As mulheres cada vez mais procuram por isso. Elas descobrem sintomas e alterações que antes escondiam por vergonha. Quando começam o tratamento, se libertam e voltam a autoconhecer-se”, explica.

Nascida no Rio de Janeiro, Maria Luiza sempre soube que seguiria a medicina. Formou-se pela Estácio, onde hoje leciona, e durante a residência médica mergulhou nas duas frentes que a fascinavam: a clínica e a cirúrgica. “Eu queria ter as duas coisas, o raciocínio clínico e a atuação em centro cirúrgico. E encontrei isso na ginecologia”, relembra.

Nos primeiros anos da carreira, seu foco estava na cirurgia ginecológica. A pandemia, no entanto, trouxe pausas e mudanças de direção. Foi nesse período que ela se aproximou da ginecologia regenerativa, área que já havia despertado seu interesse em cursos e especializações. Hoje, além de professora e mestre em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense, dedica-se à pós-graduação em ginecologia regenerativa e atua em clínica privada, com foco em climatério, menopausa, terapias hormonais, medicina integrativa e ginecologia regenerativa.

Menopausa e climatério sob uma nova perspectiva

Para Maria Luiza, a menopausa ainda é cercada de mitos, apesar dos avanços científicos. “Na época da minha mãe, não se falava em reposição hormonal. As mulheres passavam décadas acreditando que estavam apenas depressivas ou histéricas. Hoje sabemos que muitas dessas queixas tinham origem hormonal”, comenta.

Segundo a médica, os sinais podem começar ainda aos 40 anos, na chamada fase do climatério. Alterações de humor, queda da libido, insônia e cansaço frequente são alguns dos sintomas que, muitas vezes, as próprias pacientes não conseguem relacionar às mudanças hormonais. “Elas chegam pedindo socorro, mas sem saber exatamente o que têm. Na anamnese – entrevista clínica -, na escuta atenta, é possível perceber que não se trata apenas de depressão ou crise conjugal. É o corpo pedindo equilíbrio”, reforça.

A prevenção, afirma, é decisiva. Acompanhamentos regulares permitem identificar precocemente riscos de osteoporose, sarcopenia e doenças cardiovasculares, comuns após a queda hormonal. “O tratamento iniciado antes mesmo do diagnóstico da menopausa já pode melhorar muito a saúde óssea, cardiovascular e cognitiva. É sobre viver essa fase com qualidade”, acrescenta.

Entre mitos e escolhas informadas

Apesar do avanço das pesquisas, a reposição hormonal ainda enfrenta resistências. “Existe uma guerra do hormônio. Muitas pacientes chegam assustadas, porque ouviram que a reposição causa câncer ou faz mal. Hoje temos estudos sólidos que mostram o contrário: quando bem indicada, ela é uma grande aliada. Mas precisa ser individualizada e aceita pela paciente. Não pode ser imposta”, esclarece.

Para mulheres com contraindicações, Maria Luiza destaca alternativas. A ginecologia regenerativa, por exemplo, oferece opções como laser, ultrassom microfocado e radiofrequência, que estimulam a produção de colágeno na região íntima, devolvendo conforto e funcionalidade. “Esses métodos são fundamentais para pacientes que não podem usar hormônios, como as que tiveram câncer. Elas voltam a ter vida sexual ativa e qualidade de vida”, explica.

Entre os recursos disponíveis, o ultrassom microfocado é um dos que mais despertam o interesse. “Ele tem uma profundidade maior do que o laser tradicional e auxilia não só na produção de colágeno, mas também na melhora da incontinência urinária e da frouxidão. Já está em uso na prática clínica, mas ainda precisamos de mais estudos. Acredito que seja um grande futuro para a área regenerativa”, detalha.

Além dos sintomas físicos, muitas pacientes procuram a ginecologia regenerativa por questões estéticas. Algumas relatam vergonha da própria região íntima, o que compromete a vida sexual e a autoestima. “Com técnicas regenerativas, conseguimos restaurar a estrutura e devolver confiança”, observa.

Para Maria Luiza, esse cuidado precisa ser encarado como parte da saúde global. “Assim como cuidamos do rosto e do corpo, a região íntima também merece atenção. É saúde e bem-estar, não apenas estética”, resume.

Parte da terapêutica

Seja na orientação sobre reposição hormonal ou em tratamentos regenerativos, Maria Luiza reforça que o ponto de partida é sempre a escuta. “Aprendi a deixar a paciente falar. A anamnese envolve técnica – e também acolhimento. Muitas vezes, só depois de ouvir e compartilhar experiências é que ela se abre para tratar questões íntimas”, diz.

Esse olhar humanizado também se expressa no incentivo ao autoconhecimento. “A maior prevenção é conhecer o próprio corpo. Muitas mulheres cuidam dos outros, mas não olham para si. O autoconhecimento salva, porque ajuda a identificar mudanças e buscar ajuda no tempo certo”, defende.

Outro ponto da atuação da médica é a medicina integrativa, que une acompanhamento ginecológico e cuidados metabólicos. Muitas pacientes chegam em busca de emagrecimento e acabam se tornando também pacientes ginecológicas. “O emagrecimento ainda é o que mais atrai, mas quando fazemos uma avaliação global, muitas vezes encontramos alterações hormonais e metabólicas que explicam por que elas não conseguem perder peso. A partir daí, passamos a cuidar da mulher como um todo”, relata.

Suplementação, correção de deficiências vitamínicas e estratégias para reduzir inflamações estão entre os caminhos usados para devolver energia e disposição. “A mulher não é só um exame hormonal. Às vezes, é uma vitamina D baixa, uma B12 em déficit, um cortisol elevado. Tudo isso gera sintomas que precisam ser olhados em conjunto”, completa.

Planos futuros

Aos 42 anos, Maria Luiza segue investindo na formação acadêmica e em novas pesquisas. “Quero crescer nessa área, contribuir com estudos e aprimorar os protocolos. Mas, acima de tudo, quero que minhas pacientes se sintam escutadas e cuidadas”, resume.

Ao pensar no futuro, ela aposta no fortalecimento da ginecologia regenerativa como campo de pesquisa e prática clínica. “O mestrado me ensinou a estudar sempre, a me atualizar todos os dias. Mas o que mais me realiza é o retorno das pacientes, o reconhecimento humano e a melhora na qualidade de vida”, afirma.

Segundo a médica, o autoconhecimento da mulher é essencial. “Seja para o diagnóstico, para procurar ajuda e para recuperar a autoestima. Quando ela se escuta e se cuida, tudo ao redor ganha mais brilho.”

CRM: 52.85709-2 RQE: 31446

Instagram: @dramarialuizabahia

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Cyntia Sardenberg expande os limites dos fios de PDO na estética https://brasilnews.tv/cyntia-sardenberg-expande-os-limites-dos-fios-de-pdo-na-estetica/ https://brasilnews.tv/cyntia-sardenberg-expande-os-limites-dos-fios-de-pdo-na-estetica/#respond Mon, 22 Sep 2025 09:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1414

Dermatologista alia técnicas avançadas e conhecimento internacional para oferecer procedimentos que equilibram rejuvenescimento e naturalidade

Desde a infância, a medicina esteve no imaginário de Cyntia Sardenberg. Apesar de não ter médicos na família, foi a experiência de acompanhar um primo doente em hospitais que despertou sua vocação. “Eu me encantei pelo ambiente hospitalar”, relembra. Ao longo dos anos, o fascínio se transformou em um sonho concreto: ter sua própria clínica. Hoje, consolidada como uma das referências em dermatologia estética, Cyntia encontrou nos fios de PDO uma de suas maiores paixões profissionais.

A dermatologia surgiu em sua vida de forma natural. Durante os atendimentos clínicos, percebeu um interesse crescente por casos de pele, o que a levou a aprofundar seus estudos na área. “Comprei um livro para me ajudar nos diagnósticos e logo decidi que era isso que eu queria fazer”, conta. Sua trajetória acadêmica e profissional inclui especializações na Fiocruz e no Inca, além de uma ampla formação em estética, que se tornou um campo promissor no período em que finalizava a especialização.

A busca pela excelência sempre foi um pilar em sua carreira. Congressos nacionais e internacionais foram essenciais para sua atualização, além de estágios em clínicas renomadas. “Estava começando o boom da estética e senti a necessidade de me aprofundar”, explica. Seu domínio técnico a levou a atuar não apenas como médica, mas também como professora em cursos especializados. “Fui chamada para dar aulas em serviços de especialização e workshops sobre fios de PDO. A troca de conhecimento é fundamental.”

Aprofundamento e certificação internacional nos fios PDO e Aptos

Ao longo dos anos, Cyntia percebeu que os fios de sustentação disponíveis no mercado não proporcionavam os resultados desejados. Foi então que, com a chegada dos fios de PDO ao Brasil, decidiu investir em estudos avançados sobre a técnica. “Busquei mais conhecimento porque os outros fios não me traziam o resultado que eu esperava”, diz. Sua dedicação rendeu reconhecimento, tornando-a uma das principais referências do país no tema.

Seu envolvimento com a técnica foi além das fronteiras nacionais. Buscando aprimoramento, conquistou certificações internacionais em Buenos Aires e na Geórgia, onde os fios Aptos foram desenvolvidos. “É importante entender a origem e os fundamentos da tecnologia para aplicá-la da melhor forma”, afirma. Seu destaque levou ao convite para ministrar treinamentos no Brasil, capacitando outros médicos na aplicação correta dos fios.

Os fios de PDO são compostos por polidioxanona, um material biocompatível e bioabsorvível, que estimula a produção de colágeno e melhora a estrutura da pele. “É um tratamento que vai além da estética, pois também promove saúde para a pele”, explica Cyntia. Dependendo da estrutura do fio, ele pode ser utilizado tanto para bioestimulação quanto para reposicionamento dos tecidos faciais e corporais. “Com o passar dos anos, ocorre uma queda natural dos tecidos, e os fios ajudam a reposicionar a pele, estimulando um cordão de colágeno natural.”

Já os fios Aptos, que possuem composição diferenciada de PLLA e PCL, vêm sendo amplamente estudados e aplicados em sua prática clínica. “Os fios Aptos chegaram recentemente ao Brasil e já mostram uma durabilidade ampla. No exterior, estimam-se resultados de até um ano e meio”, detalha.

O uso combinado de tecnologias para resultados otimizados

Além dos fios de PDO e Aptos, Cyntia alia diversas tecnologias para potencializar os resultados e garantir a naturalidade dos procedimentos. “O ultrassom microfocado e macrofocado são tecnologias excepcionais quando falamos em sustentação. Já o laser fracionado é excelente para a renovação da pele, reduzindo manchas e linhas finas. Também utilizo a radiofrequência microagulhada, que promove a remodelação do colágeno e melhora a firmeza da pele”, detalha.

Sua abordagem envolve um olhar clínico detalhado para avaliar as necessidades individuais de cada paciente. “Cada pele responde de uma forma diferente, e a indicação precisa dos fios deve considerar a espessura da pele, volume facial e nível de flacidez”, pontua.

Para alguns casos, a melhor estratégia pode ser um tratamento combinado. “Gosto de associar os fios a preenchimentos estratégicos, toxina botulínica e bioestimuladores de colágeno para garantir um efeito mais harmônico e duradouro”, reforça.

Outras tecnologias presentes em sua clínica incluem luz intensa pulsada, utilizada para clareamento de manchas e estímulo do colágeno, e plasma Plexr Plus, que trata flacidez palpebral e rugas finas. “Tenho uma plataforma completa de laser que permite tratar uma variedade de queixas, desde melasma até cicatrizes de acne”, explica.

Resultados naturais e um olhar humanizado

Diferentemente de algumas técnicas de rejuvenescimento, os fios de PDO oferecem um resultado progressivo e natural. “Sempre busco uma abordagem personalizada. Cada paciente tem uma necessidade específica e isso deve ser respeitado”, destaca. A questão da naturalidade é um dos aspectos mais enfatizados em seu trabalho. “Os pacientes me procuram querendo rejuvenescer, mas sem perder a identidade facial. Meu compromisso é justamente garantir que o procedimento realce a beleza de forma sutil e elegante”, diz.

A humanização no atendimento é um aspecto essencial de seu trabalho. Cyntia faz questão de explicar cada etapa do procedimento, incluindo possíveis incômodos e tempo de recuperação. “O paciente precisa estar seguro e bem informado. Por isso, falo sobre tudo: o que dói, o que pode causar hematomas, o que esperar no pós-procedimento. O suporte faz toda a diferença para que o paciente se sinta confortável e tranquilo.”

O papel das redes sociais e as expectativas para o futuro

Cyntia tem uma presença forte nas redes sociais, em que compartilha conhecimentos sobre dermatologia estética e cuidados com a pele. “Hoje há um apelo muito grande por antes e depois, mas muitas imagens são manipuladas e criam expectativas irreais nos pacientes”, alerta. Sua postura ética reflete sua preocupação com a transparência e a seriedade na área médica. “Demorei um tempo para me adaptar ao tom mais informal das redes, mas percebi que é uma ferramenta poderosa para educação e conscientização.”

Sobre os próximos passos, Cyntia segue investindo em inovação. “Acabei de voltar do Annual Meeting da Academia Americana de Dermatologia, um dos eventos mais importantes do mundo”, conta. Entre as novidades que pretende trazer para sua clínica estão avanços na área de tricologia e novos protocolos individualizados da medicina regenerativa.

Além disso, planeja participar um curso focado exclusivamente em complicações de procedimentos estéticos, reforçando sua preocupação com a segurança dos pacientes. “Quanto mais conhecimento tivermos sobre prevenção e manejo de complicações, mais confiança passamos para quem nos procura.”

Para aqueles que desejam realizar procedimentos estéticos, Cyntia deixa um conselho: “A pele é um órgão e deve ser tratada com respeito. Escolha um profissional qualificado, cheque sua formação e confie no processo. O objetivo não é mudar, mas sim realçar a beleza de forma segura e saudável.”

Instagram: @cyntiasardenbergdermato
Crédito fotos: Alpha Films

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