soja – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 11 Mar 2026 14:14:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png soja – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Guerra no Irã dispara commodities e pode beneficiar exportações do Brasil, dizem especialistas. https://brasilnews.tv/guerra-no-ira-dispara-commodities-e-pode-beneficiar-exportacoes-do-brasil-dizem-especialistas/ https://brasilnews.tv/guerra-no-ira-dispara-commodities-e-pode-beneficiar-exportacoes-do-brasil-dizem-especialistas/#respond Thu, 12 Mar 2026 05:11:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7854 A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã tem provocado fortes impactos na economia global e já começa a influenciar diretamente os preços de commodities estratégicas, como petróleo, fertilizantes e alimentos. Esse cenário levanta questionamentos sobre os possíveis efeitos para países exportadores de matérias-primas, como o Brasil.

O conflito intensificou tensões no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e insumos agrícolas. O bloqueio parcial da região pela Guarda Revolucionária iraniana reduziu a oferta de energia e fertilizantes no mercado internacional, elevando os preços desses produtos.

Analistas destacam que cerca de um terço do comércio global de fertilizantes passa por essa rota marítima. Além disso, o próprio Irã é um grande exportador de ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados pela agricultura mundial.

Esse cenário já começa a refletir no mercado de matérias-primas. O índice CRB, considerado um dos principais indicadores globais de preços de commodities como petróleo e alimentos, atingiu recentemente o maior nível desde 2011.

Diante desse contexto, economistas discutem se o Brasil pode viver um novo ciclo favorável de exportações, semelhante ao chamado “boom das commodities” ocorrido entre o início dos anos 2000 e o começo da década de 2010. Naquele período, a forte demanda da China impulsionou os preços internacionais e contribuiu para o crescimento econômico brasileiro.

Hoje, o Brasil ocupa posição estratégica no mercado global de matérias-primas. O país é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, além de ocupar posição relevante na produção e exportação de petróleo.

A soja, por exemplo, representa um dos principais produtos da balança comercial brasileira. Cerca de 80% da soja exportada pelo país tem como destino a China, principal parceiro comercial do Brasil. Em 2025, o grão respondeu por aproximadamente 34,5% das exportações nacionais.

Apesar da alta nos preços das commodities, especialistas afirmam que o cenário atual é diferente daquele observado duas décadas atrás. A economia chinesa, que foi o principal motor do boom anterior, vem apresentando crescimento mais moderado nos últimos anos.

Mesmo assim, o aumento nos preços internacionais pode elevar a receita das exportações brasileiras. Segundo especialistas, a tendência é de ganhos moderados, sem repetir o crescimento extraordinário observado no passado.

Outro fator que pode influenciar o mercado é a oferta de fertilizantes. Caso a crise afete a produção agrícola em países do Hemisfério Norte, compradores internacionais podem aumentar a demanda por produtos agrícolas brasileiros.

Por outro lado, o cenário também apresenta riscos. A alta nos preços do petróleo e dos fertilizantes pode gerar efeitos inflacionários no Brasil, afetando custos de transporte, produção agrícola e alimentos.

Além disso, o aumento da instabilidade geopolítica tende a elevar a percepção de risco nos mercados internacionais, o que pode impactar investimentos e a economia de países emergentes.

Economistas destacam que, no curto prazo, o consumidor pode sentir os efeitos negativos dessa instabilidade global. Já no médio e longo prazo, o Brasil pode se tornar mais atrativo para investimentos por estar distante das regiões de conflito e possuir forte capacidade de produção de energia e alimentos.

Mesmo assim, especialistas ressaltam que o cenário permanece incerto e que os efeitos econômicos da guerra podem continuar sendo sentidos mesmo após o fim do conflito.

Foto: Silvio Avila / AFP / Getty Images
Redação Brasil News

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Novo mapa agrícola revela avanço da cana no Centro-Oeste, migração dos pomares de laranja e expansão da soja pelo país. https://brasilnews.tv/novo-mapa-agricola-revela-avanco-da-cana-no-centro-oeste-migracao-dos-pomares-de-laranja-e-expansao-da-soja-pelo-pais/ https://brasilnews.tv/novo-mapa-agricola-revela-avanco-da-cana-no-centro-oeste-migracao-dos-pomares-de-laranja-e-expansao-da-soja-pelo-pais/#respond Fri, 21 Nov 2025 19:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3736 O território agrícola brasileiro vive uma reconfiguração contínua desde o início dos anos 2000. Estudo recente da Embrapa, baseado em dados do Sistema de Inteligência Territorial Estratégica (Site-MLog), revela como as principais culturas do país mudaram de localização, abriram novas áreas produtivas e alteraram o peso econômico de diversas regiões.

Soja segue ampliando presença em todo o País, enquanto o milho está concentrado. Foto: Adobe Stock

Cana-de-açúcar avança para fora do cinturão paulista

Tradicionalmente concentrada em regiões do interior de São Paulo, a cana-de-açúcar passou por forte expansão geográfica. Em 2000, seis microrregiões lideravam a produção, mas esse grupo se transformou ao longo dos anos. Áreas como Presidente Prudente e São José do Rio Preto ganharam espaço, assim como o Sudoeste de Goiás e Uberaba (MG).
Segundo o analista André Farias, da Embrapa Territorial, a cultura dobrou a produção nacional entre 2000 e 2023, impulsionada pelo aumento das áreas cultivadas e pelo avanço para novos polos, especialmente no Centro-Oeste.

Laranja migra dentro de São Paulo por causa do greening

Embora São Paulo siga como principal produtor de laranja, os pomares mudaram de endereço. Regiões tradicionais como Araraquara e Jaboticabal recuaram, enquanto Avaré, Bauru, Botucatu e São João da Boa Vista passaram a concentrar o cultivo.
O fenômeno está diretamente relacionado à incidência do greening, doença que afeta gravemente os citros. A mudança espacial, segundo Farias, permitiu manter o volume nacional estável mesmo com a redução da área plantada.

Soja amplia fronteiras enquanto o milho se restringe

A soja continua sendo a cultura mais dinâmica do país. Além de fortalecer polos tradicionais como Mato Grosso e Goiás, a oleaginosa tem se expandido pelo Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), sul do Pará e metade sul do Rio Grande do Sul.
Em 2023, Canarana (MT) e Dourados (MS) passaram a figurar entre as regiões que somam 25% da produção nacional.

O milho, por outro lado, seguiu trajetória oposta. Embora a produção total tenha saltado de 8 para 34,9 milhões de toneladas entre 2000 e 2023 nessas regiões de destaque, a atividade se concentrou em apenas quatro microrregiões: Alto Teles Pires e Sinop (MT), Sudoeste de Goiás e Dourados (MS).
O processo está ligado ao fortalecimento da safrinha, que exige calendário bem ajustado e condições climáticas específicas.

Algodão permanece concentrado em Mato Grosso

Entre as grandes culturas, o algodão segue sendo a mais territorialmente concentrada. A microrregião de Parecis (MT) sozinha respondeu por um quarto da produção nacional em 2023, confirmando a força do estado na fibra.

Um país de fronteiras agrícolas em constante mudança

Para os pesquisadores da Embrapa, o novo mapa agrícola evidencia a combinação entre tecnologia, adaptação climática e resposta estratégica do setor produtivo. A modernização dos sistemas de cultivo, o surgimento de variedades mais precoces e a busca por novas áreas têm redesenhado o agronegócio brasileiro ano após ano.


Foto: Adobe Stock
Redação Brasil News

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Produtores de Mato Grosso freiam investimentos e apostam em gestão conservadora diante de margens apertadas. https://brasilnews.tv/produtores-de-mato-grosso-freiam-investimentos-e-apostam-em-gestao-conservadora-diante-de-margens-apertadas/ https://brasilnews.tv/produtores-de-mato-grosso-freiam-investimentos-e-apostam-em-gestao-conservadora-diante-de-margens-apertadas/#respond Fri, 21 Nov 2025 16:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3733 Os grandes produtores agrícolas de Mato Grosso, estado que lidera a produção nacional de grãos e fibras, estão adotando uma postura de cautela em relação a novos investimentos. Com margens mais estreitas, custos financeiros elevados e maior risco de inadimplência, grupos que tradicionalmente expandiam áreas e modernizavam estruturas agora interrompem planos e privilegiam estabilidade operacional.

Elson Esteves, do Grupo JCN: preços têm espremido os lucros. Foto: JCN/Divulgação

Um dos exemplos é o Grupo Biancon, que opera mais de 24 mil hectares na região de Sinop. Mesmo com resultados positivos na última safra — entre eles 90 mil toneladas de soja, 78 mil de milho e 18 mil de algodão — a empresa não pretende ampliar área ou realizar grandes aquisições. Segundo o sócio Igor Biancon, o momento exige prudência: “A maior parte dos produtores está pisando no freio. Não é hora de crescer”.

A cerca de 500 km dali, o Grupo JCN compartilha da mesma avaliação. A empresa, com forte presença em Paranatinga, concentra até metade do seu faturamento no algodão. Mas os preços baixos da pluma têm reduzido as margens e limitado a capacidade de investimento. O diretor-geral, Elson Aparecido Esteves, afirma que apenas projetos antigos continuam em andamento — entre eles a recuperação de pastagens financiada em 2023 pelo programa Reverte — e que novas operações de crédito estão fora do planejamento.

A retração dos produtores coincide com maior rigidez dos bancos. Instituições financeiras revisam critérios, ampliam exigências e realizam análises mais minuciosas antes de autorizar financiamentos. Para João Adrien, head de ESG Agro do Itaú BBA, o cenário é de “muita atenção”: juros altos, custos de produção elevados e um câmbio mais valorizado encurtam ainda mais a margem dos produtores que vendem em dólar. Ele também destaca o aumento de pedidos de recuperação judicial em algumas regiões, o que amplia a aversão ao risco.

Essa combinação afeta principalmente a conversão de pastagens degradadas — área considerada essencial para expansão sem desmatamento. No programa Reverte, desenvolvido pela Syngenta em parceria com o Itaú BBA, a área recuperada caiu de 77 mil hectares em 2024 para uma projeção de 60 mil hectares em 2025. Segundo Jonas Oliveira, gerente da iniciativa, a prioridade agora é avaliar cada projeto com maior cautela, respeitando o momento desafiador para a soja e demais culturas.

Além da conversão de terras, investimentos em maquinário, armazéns e silos também foram adiados. Para muitos grupos, o foco passou a ser preservar caixa, renegociar custos e esperar um cenário mais favorável para retomada do crescimento. Enquanto isso, Mato Grosso — que frequentemente lidera discussões sobre modernização agrícola — vive um período de ajuste e análise estratégica.


Foto: Daumildo Júnior
Redação Brasil News

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Conab mantém previsão e Brasil deve colher safra recorde de 354,8 milhões de toneladas em 2025/26. https://brasilnews.tv/conab-mantem-previsao-e-brasil-deve-colher-safra-recorde-de-3548-milhoes-de-toneladas-em-2025-26/ https://brasilnews.tv/conab-mantem-previsao-e-brasil-deve-colher-safra-recorde-de-3548-milhoes-de-toneladas-em-2025-26/#respond Sun, 16 Nov 2025 10:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3508 A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) manteve, nesta quinta-feira (13/11), a estimativa para a produção de grãos na safra 2025/2026. Segundo o 2º Levantamento divulgado pela estatal, o Brasil deve colher 354,8 milhões de toneladas — volume 0,8% superior ao registrado no ciclo anterior e suficiente para consolidar mais um recorde nacional.

A projeção se manteve praticamente inalterada em relação ao levantamento do mês anterior, com acréscimo de apenas 126,1 mil toneladas. A área plantada também segue em expansão, devendo alcançar 84,4 milhões de hectares, avanço de 3,3% na comparação anual. Já a média de produtividade pode sofrer ligeiro recuo, estimada em 4.203 kg por hectare, queda de 2,4% frente à temporada passada.

A Conab reforça que os números ainda podem ser ajustados nos próximos meses, já que parte importante do plantio ocorre até junho, incluindo culturas de segunda e terceira safras. Condições de mercado e clima também podem interferir no resultado final.

Projeções por cultura

Soja – A oleaginosa segue como destaque da safra. A estimativa aponta produção de 177,6 milhões de toneladas, crescimento de 3,6% em relação ao ciclo anterior. A área destinada ao cultivo deve chegar a 49,1 milhões de hectares. Até a semana anterior ao levantamento, 58,4% da semeadura estava concluída.

Milho – A previsão foi levemente revisada para cima, indicando colheita de 138,8 milhões de toneladas. Mesmo assim, o volume representa queda anual de 1,6%. O plantio da primeira safra atingiu 47,6%.

Algodão – A produção de pluma deverá alcançar 4 milhões de toneladas, retração de 1,2%. Apesar disso, a área plantada deve crescer 2,4%, chegando a 2,1 milhões de hectares.

Arroz – Com redução na área semeada e na produtividade, a safra de arroz está projetada em 11,2 milhões de toneladas, queda de 11,5% em comparação ao ciclo anterior.

Feijão – A produção deve se manter estável, repetindo a estimativa de 3,07 milhões de toneladas.

Trigo – Já próximo ao fim da colheita, o cereal deve fechar a safra com 7,67 milhões de toneladas, redução de 2,6% em relação ao ano passado. No Paraná, a colheita já ultrapassou 88% da área, enquanto no Rio Grande do Sul atingiu 40%.

A manutenção dos números reforça o papel do Brasil como uma das principais potências agrícolas do mundo, mesmo diante de desafios climáticos e variações de mercado.

Jornalista responsável pela foto: Adobe Stock

Redação Brasil News

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Brasil registra recorde histórico de exportações em outubro, mesmo com queda nas vendas aos EUA. https://brasilnews.tv/brasil-registra-recorde-historico-de-exportacoes-em-outubro-mesmo-com-queda-nas-vendas-aos-eua/ https://brasilnews.tv/brasil-registra-recorde-historico-de-exportacoes-em-outubro-mesmo-com-queda-nas-vendas-aos-eua/#respond Fri, 07 Nov 2025 15:54:05 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3102 O comércio exterior brasileiro encerrou outubro com números expressivos. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país exportou US$ 31,97 bilhões e importou US$ 25,01 bilhões, alcançando um superávit de US$ 6,96 bilhões — o melhor desempenho para o mês desde 1989.

Mesmo diante da redução nas vendas para os Estados Unidos, afetadas por tarifas impostas pelo governo norte-americano, o Brasil registrou alta de 9,1% nas exportações em comparação com outubro de 2024. O recuo de 37,9% nas transações com o mercado norte-americano foi compensado por avanços expressivos em outras regiões, especialmente na Ásia e na Europa.

De acordo com o levantamento, as exportações para a Ásia cresceram 21,2%, com destaque para a China (alta de 33,4%), Índia (55,5%), Cingapura (29,2%) e Filipinas (22,4%). Produtos como soja, petróleo bruto, minério de ferro e carne bovina puxaram o resultado. Já as vendas para o continente europeu aumentaram 7,6%, com forte desempenho dos embarques de cobre, carne e celulose.

A América do Sul também apresentou avanço, com elevação de 12,6% nas exportações, impulsionada principalmente pelo envio de óleos brutos de petróleo, que teve crescimento de 141%.

Segundo Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, a queda nas exportações aos Estados Unidos tem se intensificado nos últimos meses — 16,5% em agosto, 20,3% em setembro e 37,9% em outubro. Apesar disso, ele destacou que o impacto das tarifas foi amenizado pela força de outros mercados.

“Mesmo produtos não tarifados, como petróleo e celulose, sofreram redução nas vendas para os EUA. Mas o desempenho em outras regiões mostra a capacidade do Brasil de diversificar destinos e manter o crescimento das exportações”, afirmou Brandão.

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Torre de grãos desaba em Illinois e causa pânico entre moradores; ninguém ficou ferido. https://brasilnews.tv/torre-de-graos-desaba-em-illinois-e-causa-panico-entre-moradores-ninguem-ficou-ferido/ https://brasilnews.tv/torre-de-graos-desaba-em-illinois-e-causa-panico-entre-moradores-ninguem-ficou-ferido/#respond Sat, 18 Oct 2025 11:07:51 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2061 Momentos de tensão marcaram a tarde desta sexta-feira (17) na cidade de Decatur, no estado de Illinois (EUA), após o colapso de uma torre de armazenamento de grãos. O silo, que estava completamente cheio de soja, desabou repentinamente, espalhando toneladas do produto e parte da estrutura pela área ao redor.

Testemunhas relataram correria e nuvens de poeira no momento do desabamento, que também atingiu linhas de energia elétrica, provocando apagões temporários em algumas ruas próximas.

Equipes de emergência e da concessionária local foram acionadas para conter os danos e remover o material espalhado. Segundo as autoridades do condado de Macon, ninguém ficou ferido.

Ainda não há informações oficiais sobre o que teria causado o rompimento da estrutura. A suspeita inicial é de que o silo apresentava falhas estruturais internas agravadas pelo peso da carga de grãos.

O caso chamou atenção nas redes sociais, onde vídeos feitos por moradores mostram o momento exato em que a torre começa a desabar. O episódio reacende o debate sobre manutenção de silos agrícolas antigos em regiões produtoras dos Estados Unidos.

Foto: Reprodução Rede Sociais.

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Trump ameaça suspender comércio com a China após boicote à soja americana. https://brasilnews.tv/trump-ameaca-suspender-comercio-com-a-china-apos-boicote-a-soja-americana/ https://brasilnews.tv/trump-ameaca-suspender-comercio-com-a-china-apos-boicote-a-soja-americana/#respond Wed, 15 Oct 2025 10:48:12 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1915 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o tom contra a China em meio à crescente guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (14), o republicano ameaçou romper relações comerciais com o país asiático em resposta ao boicote chinês à soja americana.

Segundo Trump, a decisão de Pequim de interromper a compra do grão dos Estados Unidos representa um ato “economicamente hostil” e exige uma reação imediata. “Estamos considerando encerrar os negócios com a China relacionados ao óleo de cozinha e outros produtos comerciais, como retribuição”, declarou o presidente.

A fala acontece poucos dias depois de Washington anunciar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações chinesas, com início previsto para 1º de novembro. Além das tarifas, o governo norte-americano também informou que irá restringir a exportação de softwares estratégicos, alegando preocupações de segurança nacional.

Em resposta, Pequim publicou uma nota classificando as novas medidas como “hipócritas e provocativas”. O governo chinês anunciou que planeja controlar as exportações de elementos de terras raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica global, e prometeu “retaliações firmes” caso as restrições americanas avancem.

Apesar das declarações duras, Trump tentou amenizar o impacto das tensões ao afirmar que acredita em um reequilíbrio comercial futuro. “Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem”, disse ele em outra postagem. “O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento difícil.”

A nova rodada de trocas de acusações marca mais um capítulo da longa guerra comercial EUA–China, iniciada anos atrás e reacesa em 2025 com tarifas bilaterais e disputas por influência tecnológica. O impasse tem gerado incerteza nos mercados agrícolas e industriais, especialmente entre os produtores de soja norte-americanos, principais afetados pelo boicote chinês.

Foto: Spencer Platt / Getty Images

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Alta no óleo de soja impulsiona preços em Chicago mesmo com queda de outras commodities https://brasilnews.tv/alta-no-oleo-de-soja-impulsiona-precos-em-chicago-mesmo-com-queda-de-outras-commodities/ https://brasilnews.tv/alta-no-oleo-de-soja-impulsiona-precos-em-chicago-mesmo-com-queda-de-outras-commodities/#respond Tue, 17 Jun 2025 08:42:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1180 Em uma segunda-feira de perdas para a maioria das commodities agrícolas, o óleo de soja contrariou a tendência de baixa e registrou ganhos expressivos na Bolsa de Chicago, com altas superiores a 5% em alguns contratos. O movimento deu suporte aos preços da soja em grão, que apresentaram leve recuperação no mercado internacional.

Por volta das 7h20 (horário de Brasília), os contratos futuros da soja avançavam entre 0,50 e 1,75 ponto, com destaque para o vencimento de julho, cotado a US$ 10,70 por bushel, e setembro, negociado a US$ 10,48.

O impulso veio principalmente da forte valorização do óleo de soja, impulsionada por novas definições do governo americano para o mercado de biocombustíveis. As novas metas de produção para 2026 e 2027 superaram as expectativas e devem ampliar o esmagamento de soja nos Estados Unidos, o que, por consequência, pode reduzir a oferta de óleo e apoiar os preços.

Além disso, o mercado segue atento ao clima no cinturão agrícola dos EUA (Corn Belt) e aos desdobramentos da guerra entre Irã e Israel, que já chega ao quarto dia sem sinais de cessar-fogo.

Segundo analistas, o mercado também aguarda os relatórios trimestrais de estoques e área plantada nos Estados Unidos, previstos para o final do mês. A expectativa é que esses dados tragam maior clareza sobre a produtividade e o tamanho da safra americana.

No cenário internacional, as negociações com a China seguem em ritmo lento, com os chineses preferindo importar soja da América do Sul enquanto as condições comerciais com os EUA não se tornam mais atrativas.

O clima geopolítico e os ajustes no mercado de energia renovável são os principais fatores que seguem influenciando os preços da soja e seus derivados nas bolsas internacionais.

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