Arquivo de Scott Bessent - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/scott-bessent/ Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Mon, 21 Sep 2026 14:37:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Arquivo de Scott Bessent - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/scott-bessent/ 32 32 EUA e China abrem nova frente sobre IA e comércio antes de encontro decisivo entre Trump e Xi. https://brasilnews.tv/eua-e-china-abrem-nova-frente-sobre-ia-e-comercio-antes-de-encontro-decisivo-entre-trump-e-xi/ https://brasilnews.tv/eua-e-china-abrem-nova-frente-sobre-ia-e-comercio-antes-de-encontro-decisivo-entre-trump-e-xi/#respond Fri, 25 Sep 2026 04:01:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=13910 Estados Unidos e China concluíram uma nova rodada de negociações em Nova York antes da reunião entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington. As conversas avançaram para a criação de um canal formal sobre segurança em inteligência artificial, além de tratarem de tarifas, comércio e minerais críticos. Não houve, porém, anúncio de grande acordo sobre terras raras, compras agrícolas ou aeronaves.

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Estados Unidos e China deram mais um passo para tentar reduzir tensões econômicas e tecnológicas antes do encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, previsto para esta semana em Washington.

O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-premiê chinês, He Lifeng, se reuniram no domingo (20), na sede do JPMorgan Chase, em Manhattan, para discutir comércio, inteligência artificial, minerais críticos e outros temas estratégicos. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, também participou.

A rodada terminou sem anúncio de um grande acordo comercial, mas produziu avanço em uma área que ganhou peso crescente na relação entre as duas potências: a segurança da inteligência artificial.

EUA propõem canal de alerta para incidentes com IA

Durante as conversas, Washington propôs a criação de um mecanismo bilateral para comunicação em caso de incidentes graves envolvendo inteligência artificial.

A ideia é estabelecer um canal permanente entre os dois governos para ampliar a transparência e permitir notificações rápidas caso sistemas avançados de IA apresentem riscos relevantes à segurança nacional.

Segundo Bessent, o objetivo seria construir um diálogo formal entre Estados Unidos e China sobre segurança em IA, incluindo ameaças envolvendo agentes autônomos, ciberataques e possíveis usos perigosos da tecnologia.

As duas partes também acertaram a intenção de realizar uma nova rodada específica sobre o tema dentro de aproximadamente dois meses, em Shenzhen, na China.

Ainda assim, controles americanos sobre a exportação de chips avançados de inteligência artificial não foram discutidos nessa rodada, segundo Jamieson Greer.

Terras raras continuam sendo ponto de tensão

Os minerais críticos e as chamadas terras raras também permaneceram no centro das negociações.

Esses materiais são essenciais para setores como semicondutores, veículos elétricos, defesa, energia e indústria aeroespacial. A China continua exercendo forte influência sobre parte significativa da produção e do processamento mundial desses insumos.

Empresas do setor aeroespacial ocidental vêm buscando alternativas justamente para reduzir a dependência chinesa, mas analistas alertam que uma substituição em larga escala pode levar anos.

Washington busca maior previsibilidade no fornecimento desses materiais, enquanto Pequim tenta obter alívio em restrições comerciais e tecnológicas impostas pelos Estados Unidos.

Apesar das negociações, não houve anúncio de avanço concreto sobre novas licenças chinesas para exportação de minerais críticos após a reunião de domingo.

Redução de tarifas entrou em discussão

Outro tema foi a possibilidade de reduzir tarifas sobre produtos considerados não estratégicos.

Os dois governos discutem uma estrutura comercial que poderia facilitar o comércio de bens de consumo, produtos agrícolas, energia e equipamentos médicos.

Segundo a Reuters, a proposta faz parte de um mecanismo denominado “Board of Trade”, destinado a operacionalizar entendimentos alcançados anteriormente entre os dois países.

Por enquanto, porém, não existe um acordo definitivo sobre quais produtos receberiam redução tarifária nem quando eventuais mudanças entrariam em vigor.

Trégua comercial ainda não foi prorrogada

A atual trégua comercial entre Estados Unidos e China termina em 10 de novembro.

O assunto foi discutido em Nova York, mas Bessent afirmou que nenhuma extensão foi formalmente confirmada até agora.

A manutenção da trégua é uma das questões que podem chegar diretamente às mãos de Trump e Xi durante a cúpula desta semana.

Os dois países também discutem possíveis compras chinesas de produtos americanos, incluindo itens agrícolas e aeronaves, mas a rodada de Nova York não produziu avanço relevante nessas áreas.

Boeing e agricultura continuam no radar

Washington busca ampliar vendas para o mercado chinês como forma de reduzir o déficit comercial e criar ganhos políticos e econômicos internos.

Entre as possibilidades discutidas nos últimos meses estão compras adicionais de produtos agrícolas e de aeronaves da Boeing.

Até agora, entretanto, esses compromissos permanecem em negociação e não foram anunciados como acordos fechados. A Reuters informou que justamente essas áreas ficaram sem progresso significativo na reunião deste fim de semana.

Trump e Xi se encontram nesta semana

A reunião entre Trump e Xi está prevista para 24 de setembro, em Washington, durante a visita de Estado do presidente chinês.

A expectativa é que comércio, inteligência artificial, Taiwan, Irã, minerais críticos e fentanil estejam entre os principais pontos da agenda.

Apesar da amplitude dos temas, analistas não esperam necessariamente um acordo abrangente.

O cenário mais provável é a busca por avanços específicos capazes de evitar uma nova escalada comercial e manter abertas as negociações entre as duas maiores economias do mundo.

Com isso, a rodada de Nova York serviu menos para produzir um grande anúncio imediato e mais para preparar o terreno político e técnico para a conversa entre Trump e Xi.

Foto: Reprodução/Reuters –
Redação – Thiago Salles

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Petróleo opera em baixa com mercado atento a novas sanções dos EUA contra o Irã e bolsas asiáticas fecham em queda. https://brasilnews.tv/petroleo-opera-em-baixa-com-mercado-atento-a-novas-sancoes-dos-eua-contra-o-ira-e-bolsas-asiaticas-fecham-em-queda/ https://brasilnews.tv/petroleo-opera-em-baixa-com-mercado-atento-a-novas-sancoes-dos-eua-contra-o-ira-e-bolsas-asiaticas-fecham-em-queda/#respond Mon, 24 Aug 2026 10:46:50 +0000 https://brasilnews.tv/?p=13067 Os preços internacionais do petróleo registram recuo nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (24). A movimentação dos investidores reflete a cautela e a expectativa em torno dos detalhes do novo pacote de sanções econômicas que a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende aplicar contra o governo do Irã.

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A cotação das principais referências globais de energia iniciou a semana sob pressão vendedora nos mercados internacionais. No pregão asiático, o barril do tipo WTI (West Texas Intermediate), negociado na bolsa de Nova York e que serve de referência para o mercado norte-americano, registrava recuo de 1,9%, cotado a US$ 85,39. Paralelamente, o petróleo do tipo Brent, negociado na ICE em Londres e balizador das tarifas internacionais, operava com queda de 1,8%, atingindo a marca de US$ 92,68 por barril.

A retração nas cotações ocorre em um momento em que os agentes de mercado aguardam o pronunciamento oficial do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. O chefe da economia norte-americana deve detalhar ainda hoje a estratégia de estrangulamento financeiro contra Teerã, classificada por Washington como uma operação “esmagadora”. O movimento ocorre poucos dias após o governo dos EUA reforçar o pedido de cooperação de países aliados e da China para isolar as receitas iranianas decorrentes do comércio de combustíveis.

O clima de apreensão em relação aos desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio e seus impactos no suprimento de energia também contagiou o desempenho dos índices acionários na Ásia. A maioria das bolsas asiáticas encerrou a sessão de segunda-feira no campo negativo. Na Coreia do Sul, o índice Kospi amargou uma desvalorização de 1,4%, impactado fortemente pela baixa das ações de gigantes do setor de tecnologia e semicondutores, como a Samsung Electronics e a SK Hynix.

O movimento de queda estendeu-se aos mercados de Tóquio, Xangai, Taipé e Wellington, que fecharam o dia no vermelho. Em contrapartida, as bolsas de Sydney, Jacarta e Bangkok conseguiram descolar da tendência regional e fecharam em alta, enquanto os mercados de Manila e Kuala Lumpur registraram estabilidade ao longo do dia. Analistas apontam que a volatilidade nos preços das commodities de energia deve continuar ditando o ritmo dos ativos de risco até a consolidação dos detalhes do pacote econômico norte-americano.

Foto: AFP – Redação – Thiago Salles

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EUA anunciam “Dia D econômico” e prometem a maior ofensiva financeira da história para isolar o regime do Irã. https://brasilnews.tv/eua-anunciam-dia-d-economico-e-prometem-a-maior-ofensiva-financeira-da-historia-para-isolar-o-regime-do-ira/ https://brasilnews.tv/eua-anunciam-dia-d-economico-e-prometem-a-maior-ofensiva-financeira-da-historia-para-isolar-o-regime-do-ira/#respond Mon, 24 Aug 2026 10:35:18 +0000 https://brasilnews.tv/?p=13061 O governo dos Estados Unidos, sob o comando do presidente Donald Trump, anunciou o início de um "Dia D econômico" com o objetivo de estrangular as fontes de receita do Irã e isolar o país do sistema financeiro global. O plano, classificado pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, como a maior ofensiva financeira já lançada contra uma nação rival, foca em sanções secundárias severas contra terceiros países e empresas que continuarem a negociar petróleo, operar rotas de transporte ou facilitar transações bancárias com Teerã.

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A administração do presidente Donald Trump deu início a uma nova etapa na escalada de tensões geopolíticas no Oriente Médio ao formalizar a abertura de uma ofensiva financeira sem precedentes contra o governo do Irã. Batizada pela Casa Branca e pelo Departamento do Tesouro dos EUA de “Dia D econômico”, a estratégia busca complementar as recentes operações militares na região, direcionando o foco para o estrangulamento definitivo da economia iraniana e o bloqueio total do acesso do país às moedas de reserva internacional.

As diretrizes do novo plano foram antecipadas pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, em publicações nas redes sociais e em um artigo assinado no jornal britânico Financial Times. De acordo com o chefe da pasta financeira norte-americana, a fase estritamente militar liderada pelas Forças Armadas dos EUA cumpriu o papel de degradar as capacidades operacionais e enfraquecer o programa nuclear de Teerã. A partir de agora, o governo norte-americano passa a aplicar a fase final da estratégia de sufocamento, visando cortar os fluxos de caixa que sustentam o regime.

O ponto central da nova política reside na aplicação ostensiva de sanções secundárias, mecanismos punitivos que atingem diretamente nações aliadas ou neutras e corporações privadas que mantiveram laços comerciais com os iranianos. Bessent emitiu um aviso contundente informando que governos e empresas que continuarem a comprar ou transportar o petróleo iraniano, facilitar transferências de combustível em alto-mar, operar voos comerciais ou processar transações financeiras por meio de casas de câmbio e zonas de livre comércio arriscam perder o acesso imediato ao mercado e ao sistema financeiro dos Estados Unidos.

A declaração oficial do Tesouro ocorre poucos dias após o próprio presidente Donald Trump utilizar a rede Truth Social para prometer “a operação econômica mais esmagadora já lançada contra qualquer país na história moderna”. Apesar da retórica contundente, os detalhes operacionais do pacote de sanções e a lista exata dos alvos comerciais serão apresentados oficialmente por Scott Bessent em uma coletiva de imprensa agendada para a noite desta segunda-feira. O mercado financeiro aguarda o anúncio para mensurar os impactos reais das medidas sobre o comércio global.

Apesar da expectativa em torno do anúncio das medidas coercitivas, os mercados mundiais de energia reagiram com cautela e volatilidade na manhã desta segunda-feira. Os preços do barril de petróleo registraram queda superior a 1,5% nas primeiras horas de negociação nas bolsas internacionais, com o contrato do tipo Brent sendo cotado próximo dos US$ 91,50. Analistas financeiros atribuem a depreciação momentânea das cotações a um movimento de realização de lucros após as recentes altas e ao registro de um aumento pontual no tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz durante o fim de semana.

Dados de monitoramento de tráfego marítimo indicam que cerca de 40 petroleiros conseguiram atravessar o canal estratégico entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado, escoando aproximadamente 16 milhões de barris de petróleo bruto. Apesar desse pico de movimentação pontual, os volumes totais de commodity que navegam pela região permanecem substancialmente abaixo das médias históricas registradas antes do eclosão do conflito. Simultaneamente, as bolsas de valores na Europa operam em estabilidade, enquanto os índices futuros de Nova York sinalizam abertura em campo negativo diante das incertezas sobre o abastecimento energético global.

Foto: AP Photo / Jacquelyn Martin – Redação – Thiago Salles

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