Arquivo de produtividade - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/produtividade/ Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Sat, 08 Aug 2026 16:54:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Arquivo de produtividade - Brasil News https://brasilnews.tv/tag/produtividade/ 32 32 Brasil tem capital de sobra, mas continua travado: por que o país não consegue transformar riqueza em crescimento? https://brasilnews.tv/brasil-tem-capital-de-sobra-mas-continua-travado-por-que-o-pais-nao-consegue-transformar-riqueza-em-crescimento/ https://brasilnews.tv/brasil-tem-capital-de-sobra-mas-continua-travado-por-que-o-pais-nao-consegue-transformar-riqueza-em-crescimento/#respond Sun, 09 Aug 2026 04:48:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=12672 O Brasil reúne recursos naturais, mercado consumidor e potencial para atrair investimentos, mas enfrenta obstáculos institucionais que dificultam a transformação de capital em infraestrutura, tecnologia, produtividade e empregos. A análise também questiona a dependência do gasto público como principal motor da economia.

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O mundo mudou, mas parte do debate econômico brasileiro ainda parece preso a uma realidade de décadas atrás. Durante boa parte do século passado, o grande desafio para países que buscavam crescer era encontrar dinheiro para financiar estradas, portos, usinas, indústrias e outras estruturas necessárias ao desenvolvimento.

Hoje, o cenário é diferente.

A quantidade de capital disponível globalmente cresceu de forma extraordinária nas últimas décadas. O desafio passou a ser outro: criar condições para que esse dinheiro encontre projetos confiáveis e seja transformado em produção, infraestrutura, inovação e empregos.

É justamente nesse ponto que aparece um dos principais paradoxos brasileiros.

O país possui recursos naturais estratégicos, capacidade de produção de alimentos, potencial energético, biodiversidade, minerais e um amplo mercado consumidor. Apesar disso, ainda enfrenta dificuldades para transformar essas vantagens em investimentos capazes de elevar sua produtividade.

O dinheiro existe. O problema é atraí-lo

A expansão dos mercados financeiros, dos fundos de investimento, das seguradoras, dos fundos soberanos e de grandes gestores de ativos aumentou significativamente o volume de recursos procurando oportunidades de investimento ao redor do mundo.

Isso mudou a natureza do desafio para países emergentes.

Em vez de simplesmente buscar financiamento, as economias precisam demonstrar que possuem segurança jurídica, previsibilidade regulatória, projetos consistentes e capacidade de oferecer retorno adequado aos investidores.

Para o Brasil, essa transformação representa uma oportunidade, mas também expõe antigas fragilidades.

Burocracia, complexidade tributária, insegurança jurídica, custo elevado do crédito e mudanças frequentes nas regras podem afastar justamente o capital necessário para financiar grandes projetos.

A contradição brasileira

O país possui ativos que são cada vez mais importantes para a economia mundial.

Produção agrícola, água, energia renovável, biocombustíveis, minerais estratégicos, biodiversidade e uma cadeia industrial diversificada podem colocar o Brasil em posição relevante diante de desafios como segurança alimentar, transição energética e reorganização das cadeias globais de produção.

O problema surge quando essas vantagens não conseguem se transformar em investimentos produtivos.

Um recurso natural, por si só, não constrói uma ferrovia, uma fábrica ou um centro de pesquisa. Para isso, é necessário capital, planejamento, infraestrutura e um ambiente capaz de reduzir riscos para quem pretende investir.

O peso das contas públicas

Outro ponto central do debate está na situação fiscal.

O governo possui recursos limitados e precisa escolher como utilizar o orçamento. Quando o aumento das despesas não é acompanhado por crescimento da capacidade produtiva, podem surgir efeitos como maior endividamento, pressão inflacionária e juros elevados.

Nesse cenário, uma parcela significativa dos recursos públicos pode acabar destinada ao serviço da dívida em vez de financiar investimentos capazes de aumentar a capacidade produtiva do país.

A discussão, portanto, não se resume ao tamanho do Estado, mas à qualidade e à sustentabilidade do gasto público.

O que outras economias estão fazendo?

Grandes economias vêm adotando estratégias para atrair investimentos e fortalecer setores considerados estratégicos.

A China combinou investimentos em infraestrutura, industrialização, tecnologia e exportações ao longo de décadas. Os Estados Unidos passaram a utilizar políticas industriais para estimular investimentos em áreas como semicondutores, energia e inteligência artificial.

Países europeus também procuram recuperar competitividade diante da disputa internacional por tecnologia, produção e capital.

Em comum, essas estratégias reconhecem que crescimento sustentável depende da capacidade de transformar recursos financeiros em capacidade produtiva.

O Brasil pode aproveitar uma janela de oportunidade

O cenário internacional também cria oportunidades para o Brasil.

A busca por fornecedores confiáveis de alimentos, energia e matérias-primas estratégicas pode aumentar a relevância do país nas próximas décadas.

Além disso, a posição diplomática brasileira permite manter relações comerciais com diferentes centros econômicos mundiais.

A questão é transformar essas vantagens em projetos concretos.

Isso exige infraestrutura, segurança jurídica, regras mais previsíveis, redução de entraves burocráticos e condições que estimulem investimentos de longo prazo.

O desafio para os próximos anos

O debate econômico brasileiro chega a um momento decisivo diante de uma questão fundamental: como transformar o potencial do país em crescimento efetivo?

A resposta passa menos pela simples disponibilidade de dinheiro e mais pela capacidade de criar condições para que o capital seja direcionado a atividades produtivas.

Ferrovias, portos, energia, saneamento, tecnologia, indústria e pesquisa exigem investimentos de longo prazo. Para que esses recursos cheguem ao país, investidores precisam acreditar que as regras serão respeitadas e que os projetos terão condições de funcionar durante décadas.

O Brasil, portanto, enfrenta uma situação curiosa: possui recursos e oportunidades relevantes, mas ainda precisa construir as condições necessárias para convertê-los em produtividade, renda e empregos.

A grande disputa econômica do século XXI pode não ser mais simplesmente por dinheiro. Pode ser pela capacidade de convencer o dinheiro disponível no mundo a escolher onde investir.

Foto: Reprodução / Imagem gerada por inteligência artificial

Redação – Ana Flavia

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Redução da jornada pode cortar salários e gerar crise no emprego, alerta líder da indústria. https://brasilnews.tv/reducao-da-jornada-pode-cortar-salarios-e-gerar-crise-no-emprego-alerta-lider-da-industria/ https://brasilnews.tv/reducao-da-jornada-pode-cortar-salarios-e-gerar-crise-no-emprego-alerta-lider-da-industria/#respond Tue, 28 Apr 2026 05:24:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=9379 Presidente da Abimaq afirma que diminuir a carga horária por lei, sem aumento de produtividade, pode provocar queda de renda e prejudicar pequenas empresas no Brasil.

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A possível redução da jornada de trabalho no Brasil voltou ao centro do debate econômico e já acende um sinal de alerta no setor industrial. O presidente da Abimaq, José Veloso, afirmou que a medida pode trazer consequências negativas, especialmente se não vier acompanhada de ganhos de produtividade.

Durante participação na Hannover Messe, na Alemanha, Veloso destacou que a imposição da redução por lei pode impactar diretamente a remuneração dos trabalhadores. Segundo ele, mesmo que salários sejam mantidos inicialmente, a tendência é de queda ao longo do tempo, principalmente com a rotatividade no mercado.

O representante da indústria defende que mudanças na jornada sejam feitas por meio de acordos entre empresas e funcionários, e não por determinação constitucional. Atualmente, o setor de máquinas opera, em média, com jornadas semanais de 42 horas, definidas por convenções coletivas.

Veloso também alertou para os impactos nas pequenas empresas, que podem enfrentar dificuldades para manter suas operações. Com equipes reduzidas, a necessidade de contratar mais funcionários para compensar a menor carga horária pode se tornar inviável financeiramente.

Outro ponto levantado foi o risco de aumento nos custos de produção, o que pode afetar a competitividade das empresas brasileiras no mercado global. Para o presidente da Abimaq, o problema central está na baixa produtividade, agravada pelo alto custo de capital no país.

Segundo ele, as elevadas taxas de juros dificultam o acesso ao crédito e impedem investimentos em tecnologia e inovação, fatores essenciais para aumentar a eficiência produtiva.

Apesar dos desafios, o cenário internacional apresenta oportunidades. Veloso destacou o interesse de empresas estrangeiras em investir no Brasil, impulsionado por fatores geopolíticos e pelo possível acordo entre Mercosul e União Europeia.

Empresas europeias avaliam expandir operações no país, utilizando o Brasil como base produtiva com custos mais baixos e acesso a tecnologias modernas, especialmente nas áreas de energia renovável e automação.

Ainda assim, especialistas apontam que, para aproveitar esse potencial, será necessário avançar em reformas estruturais, reduzir a carga tributária e melhorar o ambiente de negócios no país.

Foto: Reprodução/CNN Brasil
Redação – Thiago Salles

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“Trabalhar menos pode render mais”: Boulos desafia empresários e diz que fim da escala 6×1 aumenta produtividade. https://brasilnews.tv/trabalhar-menos-pode-render-mais-boulos-desafia-empresarios-e-diz-que-fim-da-escala-6x1-aumenta-produtividade/ https://brasilnews.tv/trabalhar-menos-pode-render-mais-boulos-desafia-empresarios-e-diz-que-fim-da-escala-6x1-aumenta-produtividade/#respond Thu, 22 Jan 2026 21:45:54 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6345 O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil pode impulsionar a produtividade e a economia. Com base em estudos nacionais e exemplos internacionais, ele defendeu a redução da jornada semanal sem corte de salários e criticou os juros elevados como entrave ao crescimento do setor produtivo.

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O debate sobre o fim da escala de trabalho seis dias por um de descanso (6×1) ganhou força nesta quarta-feira (25) após declarações do ministro Guilherme Boulos. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov, ele afirmou que a redução da jornada pode resultar em trabalhadores mais produtivos e em melhores resultados econômicos para as empresas.

Segundo o ministro, dados concretos já demonstram esse efeito. Um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas em 2024 analisou 19 empresas brasileiras que reduziram a carga horária de trabalho. O levantamento apontou aumento de receita em 72% dessas companhias e melhora no cumprimento de prazos em 44%.

“Essas empresas estão reduzindo a jornada mesmo sem obrigação legal, porque perceberam que o resultado é positivo”, destacou Boulos. Para ele, o excesso de dias trabalhados gera cansaço físico e mental, o que impacta diretamente o desempenho profissional — especialmente no caso das mulheres, que muitas vezes acumulam jornadas domésticas.

O ministro citou ainda experiências internacionais para reforçar o argumento. No Japão, a Microsoft adotou a escala de quatro dias de trabalho por três de descanso, registrando um aumento de 40% na produtividade individual dos funcionários.

Outro exemplo mencionado foi o da Islândia, que reduziu a jornada semanal para 35 horas em 2023. O resultado, segundo Boulos, foi um crescimento econômico de 5% e aumento de 1,5% na produtividade do trabalho. Já nos Estados Unidos, a redução média de 35 minutos diários na jornada, ocorrida por dinâmica de mercado, teria elevado a produtividade em cerca de 2%.

Boulos rebateu críticas de setores contrários à proposta, que alegam baixa produtividade no Brasil. Para ele, esse argumento ignora a necessidade de qualificação e investimento em inovação. “Como a produtividade vai aumentar se o trabalhador não tem tempo nem para estudar?”, questionou.

O ministro também responsabilizou o setor privado pela falta de investimentos em tecnologia e pesquisa, ressaltando que grande parte dos aportes em inovação no Brasil ainda vem do setor público.

A proposta em discussão no governo prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, com limite de cinco dias de trabalho por semana. O plano inclui um período de transição e mecanismos específicos para micro e pequenas empresas. Segundo Boulos, há avanço no diálogo com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.

Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados a PEC nº 8/2025, que propõe o fim definitivo da escala 6×1 e estabelece jornada máxima de 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho. Outras propostas semelhantes também estão em análise no Legislativo.

Juros no centro da crítica

Além da jornada de trabalho, Boulos voltou a criticar os juros elevados no país, apontando a taxa básica como um dos principais obstáculos ao crescimento econômico. A Selic, definida pelo Copom, está atualmente em 15% ao ano — o maior nível desde 2006.

“Com juros nesse patamar, nenhum empresário consegue investir e nenhum trabalhador consegue respirar”, afirmou. Para o ministro, a redução da taxa seria fundamental para aliviar o endividamento de pequenos e médios negócios e estimular a geração de empregos.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 27 e 28 de janeiro. Apesar da desaceleração da inflação, o Banco Central sinalizou cautela e indicou que pretende manter os juros elevados por mais tempo diante das incertezas do cenário econômico.

Foto: Reprodução

Redação Brasil News

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Fiemg critica debate sobre fim da escala 6×1 e aponta baixa produtividade como desafio central do trabalho no Brasil. https://brasilnews.tv/fiemg-critica-debate-sobre-fim-da-escala-6x1-e-aponta-baixa-produtividade-como-desafio-central-do-trabalho-no-brasil/ https://brasilnews.tv/fiemg-critica-debate-sobre-fim-da-escala-6x1-e-aponta-baixa-produtividade-como-desafio-central-do-trabalho-no-brasil/#respond Tue, 16 Dec 2025 19:05:05 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5114 Presidente da Fiemg avalia que discussão sobre redução da jornada ignora entraves estruturais do mercado de trabalho e alerta que mudanças sem ganho de produtividade podem comprometer setores inteiros da economia.

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, fez críticas à forma como vem sendo conduzido o debate sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho no Brasil. Para o dirigente, a discussão tem apelo popular, mas deixa de enfrentar o principal entrave do mercado de trabalho nacional: a baixa produtividade.

Durante encontro com jornalistas em Brasília, nesta terça-feira (16), Roscoe destacou que o Brasil já possui uma carga horária média próxima de 39 horas semanais, o que, segundo ele, desmonta a narrativa de que a solução para os problemas trabalhistas estaria apenas na diminuição da jornada. Na avaliação do presidente da Fiemg, limitar horas de trabalho sem ampliar eficiência não gera crescimento sustentável.

Roscoe afirmou que a produtividade reduzida impõe limites diretos à renda do trabalhador brasileiro. Para ele, a capacidade de geração de riqueza está diretamente ligada à eficiência do trabalho e ao ambiente econômico, e não apenas ao número de horas trabalhadas. Sem avanços estruturais, qualquer tentativa de reduzir a jornada pode gerar impactos negativos em cadeias produtivas inteiras.

O dirigente também chamou atenção para efeitos colaterais de políticas públicas no mercado de trabalho, citando distorções que, segundo ele, afetam a oferta de mão de obra formal. De acordo com Roscoe, mecanismos de assistência social combinados com informalidade acabam interferindo na dinâmica do emprego e dificultam ajustes mais profundos no sistema.

Embora reconheça que a redução da jornada seja uma tendência observada em diversos países, o presidente da Fiemg ressaltou que esse movimento só é viável quando acompanhado de investimentos, inovação e aumento consistente da produtividade. Sem essas mudanças, afirmou, não há soluções simples ou imediatas para os desafios do trabalho no Brasil.


Foto: Divulgação / Fiemg

Redação Brasil News

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iPadOS 26 traz mudanças aguardadas e promete nova fase para usuários profissionais https://brasilnews.tv/ipados-26-traz-mudancas-aguardadas-e-promete-nova-fase-para-usuarios-profissionais/ https://brasilnews.tv/ipados-26-traz-mudancas-aguardadas-e-promete-nova-fase-para-usuarios-profissionais/#respond Mon, 16 Jun 2025 10:08:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1139 O iPadOS 26 marca um avanço significativo na experiência de uso do iPad, especialmente para quem busca produtividade. O novo sistema entrega melhorias estruturais em multitarefa, gerenciamento de arquivos, áudio e recursos de criação de conteúdo, aproximando o tablet de um ambiente mais próximo ao desktop.

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Após anos de expectativas frustradas por parte dos usuários mais exigentes, a Apple finalmente apresenta um sistema que resgata a confiança de quem deseja usar o iPad de forma profissional. O iPadOS 26, lançado durante a WWDC25, traz uma série de melhorias que impactam diretamente o dia a dia de estudantes, criadores de conteúdo e profissionais de diferentes áreas.

Uma das principais novidades está na multitarefa: o sistema agora oferece um gerenciamento real de janelas, permitindo que o usuário redimensione e posicione aplicativos com liberdade, além de contar com uma nova barra de menus e o recurso Exposé para alternância rápida entre tarefas.

O app Arquivos recebeu melhorias visíveis, como colunas redimensionáveis, escolha de apps padrão para abrir arquivos e pastas fixadas no Dock, tornando a navegação muito mais eficiente.

Outro destaque vai para o novo app de Pré-Visualização, que finalmente permite abrir diferentes tipos de arquivos de maneira integrada ao sistema, sem a dependência de apps externos.

Para quem trabalha com áudio e vídeo, o iPadOS 26 permite, pela primeira vez, a escolha de fontes de entrada e saída de áudio, gravação local de conteúdo e o funcionamento de aplicativos em segundo plano.

Além disso, os aplicativos nativos, como Notas e Pages, ganharam recursos com inteligência artificial, como transcrição automática de áudio e assistente de escrita offline.

O sistema, que estará disponível ao público em beta a partir de julho, é considerado por muitos como o lançamento mais relevante para o iPad nos últimos anos, consolidando o tablet como uma ferramenta mais completa e funcional.

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