Pequim – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Fri, 21 Nov 2025 02:41:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Pequim – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 China revela ao público o Jardim Qianlong, tesouro oculto por séculos na Cidade Proibida. https://brasilnews.tv/china-revela-ao-publico-o-jardim-qianlong-tesouro-oculto-por-seculos-na-cidade-proibida/ https://brasilnews.tv/china-revela-ao-publico-o-jardim-qianlong-tesouro-oculto-por-seculos-na-cidade-proibida/#respond Sun, 23 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3865 A China abriu ao público um dos espaços mais preservados e misteriosos da Cidade Proibida: o Jardim Qianlong. Escondido há mais de dois séculos dentro do antigo palácio imperial, o conjunto de pavilhões e salões decorados agora pode ser visitado pela primeira vez desde sua construção no século 18.

O jardim foi projetado para ser o refúgio particular do imperador Qianlong após sua aposentadoria — algo que, na prática, nunca ocorreu. Assim, o espaço permaneceu praticamente intocado ao longo das dinastias, guardando obras, afrescos, esculturas, entalhes em madeira e elementos arquitetônicos raros que representam o auge da arte imperial chinesa.

Área do Jardim Qianlong, com suas edificações, levou 25 anos para ser restaurada (Palace Museum/Divulgação)

A reabertura faz parte de um extenso trabalho de restauração, fruto de uma parceria internacional que durou anos. Especialistas recuperaram pinturas, colunas, tetos ornamentados e peças originais, mantendo a aparência histórica e a delicadeza dos materiais da época. Entre os destaques estão os painéis tridimensionais que imitam paisagens naturais e os salões planejados para meditação e cerimônias privadas.

Localizado na porção norte da Cidade Proibida, o jardim inclui áreas de contemplação, rochedos artificiais, caminhos sinuosos e construções simétricas que seguem princípios de equilíbrio espiritual. A abertura reforça o interesse global pelo patrimônio chinês e amplia as opções culturais disponíveis aos visitantes de Pequim.

A novidade tem atraído estudiosos, turistas e admiradores da história oriental. Com o acesso agora permitido, o Jardim Qianlong se consolida como um dos espaços mais fascinantes da antiga residência imperial, oferecendo uma rara oportunidade de observar a vida íntima e estética da corte Qing.


Foto: Meng Dingbo / Xinhua

Redação Brasil News

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Cidades do futuro: conheça os lugares onde a tecnologia já faz parte do cotidiano. https://brasilnews.tv/cidades-do-futuro-conheca-os-lugares-onde-a-tecnologia-ja-faz-parte-do-cotidiano/ https://brasilnews.tv/cidades-do-futuro-conheca-os-lugares-onde-a-tecnologia-ja-faz-parte-do-cotidiano/#respond Fri, 31 Oct 2025 13:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2559 O ritmo da inovação nunca foi tão acelerado — e há cidades em que o futuro já virou cotidiano. Segundo o Índice Global de Inovação 2025 (OMPI), os 100 principais polos concentram mais de 70% do capital de risco e das patentes do planeta. Entre eles, cinco regiões se destacam por transformar pesquisa e investimento em experiências concretas para moradores e visitantes.

1) Shenzhen–Hong Kong–Guangzhou (China)
No topo do ranking, o super-polo do sul da China combina gigantes de tecnologia com cultura de experimentação. Pagamentos por QR code dividem espaço com placas manuscritas, e shows de drones e laboratórios abertos aceleram protótipos. A designação de Zona Econômica Especial (1980) e políticas pró-inovação criaram um ambiente onde testar e escalar é regra, não exceção.

2) Tóquio–Yokohama (Japão)
A capital japonesa aposta na tecnologia “invisível”: bilhetes integrados ao transporte, lojas com sensores de IA e check-ins automatizados. A inovação aparece no que simplifica a vida — de trens autônomos a experiências imersivas de arte digital — mantendo o equilíbrio entre eficiência e humanidade.

3) San José–São Francisco (EUA)
No Vale do Silício, a densidade de talentos e capital mantém a roda girando. Carros autônomos já circulam como serviço ao consumidor, enquanto a explosão de IA atrai empreendedores e reconecta ex-moradores. O espírito de rede facilita encontros que viram parcerias de um dia para o outro.

4) Pequim (China)
Com produção científica de ponta, Pequim alia infraestrutura digital a raízes culturais. Superapps centralizam tradução, pagamentos e serviços públicos; robotáxis revelam o rumo da mobilidade. Resultado: conveniência robusta, com a cidade funcionando como vitrine da integração entre pesquisa e vida real.

5) Seul (Coreia do Sul)
Portas com código, pagamentos sem carteira e ônibus elétricos autônomos mostram como a capital sul-coreana transforma limitação de recursos em vantagem competitiva. O desenho urbano sustentável — do rio Cheonggyecheon às lojas sem caixa — coloca eficiência e segurança no centro da experiência do cidadão.

Em comum, esses polos combinam investimento contínuo, ecossistemas abertos e adoção rápida. Mais que vitrines tecnológicas, são laboratórios vivos onde surgem tendências que, meses depois, chegam ao resto do mundo.

Foto: Getty Images

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Mercados globais reagem e futuros de Nova York sobem após tom moderado de Trump sobre a China https://brasilnews.tv/mercados-globais-reagem-e-futuros-de-nova-york-sobem-apos-tom-moderado-de-trump-sobre-a-china/ https://brasilnews.tv/mercados-globais-reagem-e-futuros-de-nova-york-sobem-apos-tom-moderado-de-trump-sobre-a-china/#respond Mon, 13 Oct 2025 13:11:41 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1804 Os mercados internacionais começaram a semana em tom de recuperação nesta segunda-feira (13), impulsionados pela mudança de discurso do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu o tom de confronto com a China e trouxe alívio temporário ao clima de risco nos mercados.

Na sexta-feira, Trump havia anunciado a intenção de impor tarifas de até 100% sobre produtos chineses a partir de 1º de novembro, o que havia derrubado bolsas e aumentado a procura por ativos de proteção. No entanto, durante o fim de semana, o republicano afirmou em rede social que “tudo ficará bem” e que os Estados Unidos “não querem prejudicar a China”.

O gesto foi bem recebido por investidores. Em Wall Street, os futuros do S&P 500 subiam 0,8%, e os futuros do Nasdaq, 1,1%, enquanto os mercados avaliavam o cenário com maior otimismo. A semana também marca o início da temporada de balanços de grandes bancos, como JPMorgan, Goldman Sachs, Citigroup e Wells Fargo, o que ajuda a movimentar o mercado americano.

Na Ásia, as bolsas tiveram um início de sessão instável devido aos feriados nos Estados Unidos e no Japão, mas se estabilizaram ao longo do dia. O índice Nikkei registrou alta de 1%, após forte queda de 5% na sexta-feira, influenciada por incertezas políticas no Japão e pela valorização do iene.

Em Pequim, o governo chinês reafirmou que manterá restrições às exportações de elementos de terras raras e equipamentos tecnológicos, mas evitou responder com novas tarifas, em um sinal de busca por moderação. Analistas do Goldman Sachs avaliam que os dois países podem prolongar a pausa tarifária e adotar pequenas concessões mútuas nas próximas semanas.

Na Europa, o clima também foi de cautela, com o governo francês anunciando nova formação ministerial liderada por Sebastien Lecornu, que enfrenta desafios políticos para aprovar o orçamento de 2026.

No mercado de câmbio, o dólar registrava leve valorização frente ao iene japonês, cotado a 151,76, e estabilidade em relação ao euro, negociado a US$ 1,16. O ouro, ativo de segurança em tempos de incerteza, subia 0,2%, a US$ 4.023 por onça, permanecendo próximo ao recorde da semana passada.

Já o petróleo também avançava: o Brent subia 1,0%, a US$ 63,36 o barril, enquanto o WTI ganhava 1,0%, a US$ 59,45, apoiado na expectativa de que EUA e China possam evitar novas tarifas.

Os investidores agora aguardam as declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que discursará na terça-feira (14) durante um evento da Associação Nacional de Economistas de Negócios (NABE), em Washington. O mercado estima uma alta probabilidade de novo corte de juros pelo Fed ainda neste mês.

Foto: Bloomberg

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China responde a Trump e afirma não temer nova guerra tarifária https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/ https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/#respond Sun, 12 Oct 2025 14:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1780 A tensão entre China e Estados Unidos voltou a crescer neste fim de semana. Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio chinês afirmou neste domingo (12) que “não deseja uma guerra tarifária, mas também não tem medo de enfrentá-la”, em resposta direta às novas ameaças do presidente Donald Trump.

Nos últimos dias, Trump anunciou a intenção de aplicar tarifas de até 100% sobre importações chinesas a partir de novembro, justificando a medida como uma retaliação às restrições impostas por Pequim à exportação de terras raras — minerais essenciais para a produção de tecnologias avançadas, como motores elétricos, sistemas de radar e smartphones.

O governo chinês classificou as declarações do presidente americano como “práticas equivocadas” e defendeu que as diferenças entre os países devem ser resolvidas por meio do diálogo, e não de ameaças.

“Recorrer frequentemente à pressão tarifária não é a forma adequada de manter relações estáveis com a China”, destacou o comunicado.

As novas medidas de Washington reacendem o temor de uma nova guerra comercial global, semelhante à que abalou os mercados entre 2018 e 2020. Analistas alertam que as tarifas podem impactar cadeias de suprimento em diversos setores, além de pressionar economias emergentes.

A China, responsável por cerca de 70% da produção mundial de terras raras, indicou que continuará concedendo licenças de exportação para usos civis legítimos, mas reforçou que tomará medidas “proporcionais” caso as sanções dos EUA avancem.

Foto: Xi Jinping e Donald Trump (SAUL LOEB, Andres MARTINEZ CASARES/AFP)

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