OTAN – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 01 Apr 2026 10:16:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png OTAN – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Míssil iraniano invade espaço aéreo da Turquia e acende alerta de guerra global. https://brasilnews.tv/missil-iraniano-invade-espaco-aereo-da-turquia-e-acende-alerta-de-guerra-global/ https://brasilnews.tv/missil-iraniano-invade-espaco-aereo-da-turquia-e-acende-alerta-de-guerra-global/#respond Wed, 01 Apr 2026 10:16:30 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8526 A guerra no Oriente Médio ganhou um novo e preocupante capítulo após a OTAN interceptar um míssil iraniano que entrou no espaço aéreo da Turquia. O episódio, confirmado por autoridades e divulgado por agências internacionais, marca uma escalada significativa do conflito, que agora se aproxima diretamente do território da aliança.

Segundo informações, este já é o quarto míssil iraniano abatido na região desde o início da guerra. Ainda não há confirmação sobre qual seria o alvo original do projétil, e o Irã não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

A situação é considerada crítica porque envolve diretamente um país membro da OTAN, o que pode alterar o nível de resposta internacional caso novos incidentes ocorram. A aliança afirmou que está preparada para defender seus integrantes, reforçando o clima de alerta global.

A Turquia ocupa uma posição estratégica no cenário geopolítico, abrigando bases militares importantes da OTAN, como a Base Aérea de Incirlik. Além disso, o país vinha tentando atuar como mediador diplomático para conter a escalada da guerra.

No entanto, com a entrada de mísseis em seu espaço aéreo, a posição turca se torna cada vez mais delicada, deixando de ser apenas diplomática para se tornar diretamente impactada pelo conflito.

O episódio também levanta questionamentos sobre até onde a guerra pode se expandir. Até então concentrado em regiões como Irã, Israel e Líbano, o conflito agora demonstra capacidade de atingir áreas mais amplas, incluindo territórios estratégicos da aliança militar ocidental.

Especialistas avaliam que, mesmo sem uma resposta direta da OTAN neste momento, o incidente representa um ponto de inflexão. A proximidade do conflito com países aliados pode influenciar decisões militares, econômicas e diplomáticas nos próximos dias.

Com múltiplas frentes abertas e aumento das tensões, o cenário indica uma guerra cada vez mais difícil de conter — e com potencial de impacto global.

Foto: Reprodução / Arquivo Internacional
Redação – Thiago Salles

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Trump explode contra OTAN após rejeição e ameaça seguir guerra sozinho contra o Irã. https://brasilnews.tv/trump-explode-contra-otan-apos-rejeicao-e-ameaca-seguir-guerra-sozinho-contra-o-ira/ https://brasilnews.tv/trump-explode-contra-otan-apos-rejeicao-e-ameaca-seguir-guerra-sozinho-contra-o-ira/#respond Thu, 19 Mar 2026 06:56:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8132 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu de forma dura após a maioria dos países da OTAN recusar apoio à operação militar no Estreito de Ormuz, região estratégica para o comércio global de petróleo. A negativa dos aliados gerou forte irritação na Casa Branca e abriu uma nova crise diplomática no cenário internacional.

Em declarações públicas, Trump criticou duramente a aliança militar, afirmando que os Estados Unidos sempre arcaram com os custos da segurança global sem receber o mesmo comprometimento em momentos decisivos. Segundo ele, a OTAN atua como uma “via de mão única”, beneficiando seus membros às custas do poder militar americano.

Mesmo diante do isolamento, o presidente norte-americano afirmou que o país não depende de apoio internacional para continuar suas ações contra o Irã. Em tom agressivo, declarou que as forças iranianas já foram amplamente enfraquecidas e que os EUA têm capacidade de seguir sozinhos no conflito.

A tensão aumentou após o Irã assumir controle estratégico do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. A região concentra cerca de 20% do fluxo global da commodity, tornando qualquer instabilidade um fator de impacto direto na economia internacional.

Aliados históricos dos Estados Unidos, como Reino Unido, Alemanha, Itália e Austrália, recusaram o envio de forças militares para a região. Outros países adotaram postura cautelosa, indicando que ainda avaliam a situação, mas sem compromisso imediato.

A resistência internacional reflete o temor de uma escalada ainda maior no conflito, que já apresenta efeitos no mercado energético. O bloqueio parcial do estreito tem forçado países a utilizarem reservas estratégicas e alterado rotas comerciais, elevando os custos logísticos e pressionando os preços.

Enquanto isso, o Irã adota uma estratégia que combina ações militares e pressão econômica, controlando o fluxo de navios na região e ampliando o impacto global da guerra. Ataques com drones, mísseis e possíveis minas marítimas aumentam o risco para embarcações comerciais.

O episódio evidencia um cenário de isolamento diplomático dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que expõe divisões internas no bloco ocidental. Com o aumento das tensões e declarações cada vez mais contundentes, o conflito no Oriente Médio ganha proporções mais amplas e imprevisíveis.

Foto: (Casa Branca / Divulgação)
Redação – Thiago Salles

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Míssil iraniano é interceptado perto de base da OTAN com bombas nucleares e tensão cresce no Oriente Médio. https://brasilnews.tv/missil-iraniano-e-interceptado-perto-de-base-da-otan-com-bombas-nucleares-e-tensao-cresce-no-oriente-medio/ https://brasilnews.tv/missil-iraniano-e-interceptado-perto-de-base-da-otan-com-bombas-nucleares-e-tensao-cresce-no-oriente-medio/#respond Sun, 15 Mar 2026 06:20:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7984 A tensão no Oriente Médio ganhou novos desdobramentos após a interceptação de um míssil balístico lançado do território iraniano em direção à Turquia. O incidente ocorreu na madrugada de sexta-feira, quando sistemas de defesa antimíssil da OTAN neutralizaram o projétil antes que ele atingisse áreas próximas à base aérea de Incirlik.

Moradores da cidade de Adana, localizada a cerca de dez quilômetros da base militar, foram acordados por sirenes de alerta aéreo por volta das 3h25 no horário local. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram um objeto em chamas cruzando o céu antes de ser destruído pelos sistemas de defesa.

O Ministério da Defesa da Turquia confirmou que o míssil foi lançado do Irã e cruzou os espaços aéreos do Iraque e da Síria antes de ser interceptado sobre o Mediterrâneo Oriental.

Este foi o terceiro episódio envolvendo mísseis iranianos próximos ao território turco em menos de dez dias. O primeiro ocorreu em 4 de março, quando um projétil foi abatido antes de entrar no espaço aéreo turco, com destroços caindo na província de Hatay.

O segundo ataque aconteceu em 9 de março. Na ocasião, o míssil chegou a penetrar o espaço aéreo da Turquia antes de ser interceptado por sistemas da OTAN, com fragmentos caindo na província de Gaziantep.

A OTAN confirmou que os três lançamentos foram interceptados por sistemas de defesa aliados. A aliança militar afirmou que permanece comprometida com a proteção de todos os países membros.

Autoridades iranianas, por sua vez, negam que os ataques tenham como alvo direto o território turco e afirmam respeitar a soberania do país.

Especialistas apontam que o provável objetivo dos projéteis seria a base aérea de Incirlik, localizada no sul da Turquia. A instalação é uma base militar conjunta entre Turquia e Estados Unidos e funciona há décadas como um importante centro logístico da OTAN no Oriente Médio.

Além de tropas americanas, a base abriga militares de outros países aliados e, segundo estimativas de especialistas, também armazena bombas nucleares táticas B61 pertencentes aos Estados Unidos.

Essas armas fazem parte do programa de compartilhamento nuclear da OTAN, criado durante a Guerra Fria. Embora os países anfitriões forneçam infraestrutura e aviões, o controle das armas permanece sob responsabilidade exclusiva dos Estados Unidos.

Especialistas afirmam que, mesmo em caso de ataque direto ao local, a probabilidade de uma detonação nuclear acidental seria extremamente baixa devido aos múltiplos sistemas de segurança dessas armas.

No entanto, um impacto direto poderia provocar a dispersão de material radioativo, o que representaria uma grave crise internacional.

O aumento das tensões ocorre em meio ao conflito que envolve Irã, Estados Unidos e Israel desde o final de fevereiro de 2026. Após ataques militares que eliminaram importantes lideranças iranianas, o país passou a realizar lançamentos de mísseis e drones como forma de retaliação.

A Turquia, membro da OTAN, enfrenta uma situação diplomática delicada. Ao mesmo tempo em que abriga bases militares da aliança ocidental, o país mantém relações estratégicas com o Irã e tenta evitar envolvimento direto no conflito.

O governo turco informou que solicitou explicações formais ao Irã sobre os lançamentos e afirmou que continuará adotando todas as medidas necessárias para proteger seu território.

Foto: U.S. Air Force / Domínio Público
Redação – Thiago Salles

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Groenlândia vira peça-chave do tabuleiro global: Trump articula acordo militar e acende alerta na Europa. https://brasilnews.tv/groenlandia-vira-peca-chave-do-tabuleiro-global-trump-articula-acordo-militar-e-acende-alerta-na-europa/ https://brasilnews.tv/groenlandia-vira-peca-chave-do-tabuleiro-global-trump-articula-acordo-militar-e-acende-alerta-na-europa/#respond Thu, 22 Jan 2026 23:25:27 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6349 A Groenlândia tornou-se o novo foco de tensão geopolítica após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre um possível acordo envolvendo o futuro do território. Nos bastidores, diplomatas e autoridades de segurança ocidentais discutem alternativas que ampliariam a presença da OTAN no Ártico sem a transferência formal da soberania da ilha, atualmente vinculada à Dinamarca.

Segundo fontes ouvidas sob condição de anonimato, as conversas avançaram nos últimos dias com foco em três eixos principais: reforço militar no Ártico, garantias estratégicas aos Estados Unidos e restrições à exploração de recursos naturais por países considerados rivais, como Rússia e China.

Uma das ideias em análise prevê a criação de uma nova missão da OTAN voltada exclusivamente à região, apelidada informalmente de “Arctic Sentry”. A iniciativa teria como objetivo monitorar atividades militares e proteger rotas estratégicas em uma área cada vez mais disputada devido ao degelo e à abundância de minerais críticos.

Outro ponto sensível envolve a atualização de um acordo firmado em 1951 entre Dinamarca e Estados Unidos, que já concede amplo acesso militar americano à Groenlândia. A proposta em discussão ampliaria esse pacto, permitindo que bases militares dos EUA passassem a ter status semelhante ao de áreas soberanas — modelo inspirado nas bases britânicas em Chipre.

Autoridades americanas avaliam que a Groenlândia é estratégica para projetos de defesa antimísseis, incluindo o sistema conhecido como “Golden Dome”, que poderia ter componentes instalados no território ártico. Ao mesmo tempo, há preocupação em impedir que países fora da OTAN obtenham direitos de exploração dos minerais raros existentes sob a camada de gelo da ilha.

Apesar do avanço das negociações, o futuro do acordo permanece incerto. O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, declarou publicamente que não aceita qualquer cessão de soberania. “Estamos abertos ao diálogo, mas soberania não está em negociação”, afirmou.

A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reforçou a posição do governo ao afirmar que segurança e investimentos podem ser discutidos, mas que o território não está à venda. A declaração veio após reuniões paralelas durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Na quarta-feira, Trump chegou a descartar o uso de força militar, mas sinalizou que poderia recorrer a sanções econômicas caso suas demandas não fossem atendidas. Poucas horas depois, anunciou ter alcançado um entendimento preliminar com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, suspendendo tarifas que seriam impostas à Dinamarca e a outros países europeus.

Líderes europeus reagiram com cauteloso otimismo. O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que a prioridade deve ser a proteção do Ártico frente à Rússia, sem abrir mão dos princípios de soberania e integridade territorial que sustentam a parceria transatlântica.

Enquanto isso, militares da OTAN afirmam que ainda não há planejamento operacional definido para a região e que qualquer avanço dependerá de decisões políticas nos próximos meses. Apesar disso, o clima entre líderes europeus é de alívio temporário, com a percepção de que uma crise diplomática maior foi, ao menos por ora, contida.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, falou sobre a questão de Groenlândia. Foto: Thomas Traasdahl/Ritzau Scanpix/AFP

Foto: Mandel Ngan / AFP
Thomas Traasdahl / Ritzau Scanpix / AFP

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Trump parte para o confronto e ameaça tomar a Groenlândia: “Agora é a hora” https://brasilnews.tv/trump-parte-para-o-confronto-e-ameaca-tomar-a-groenlandia-agora-e-a-hora/ https://brasilnews.tv/trump-parte-para-o-confronto-e-ameaca-tomar-a-groenlandia-agora-e-a-hora/#respond Mon, 19 Jan 2026 13:33:31 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6243 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom e reacendeu um dos debates mais explosivos da política internacional ao afirmar que a Dinamarca não foi capaz de conter a presença russa na Groenlândia. A declaração foi publicada nesta segunda-feira (19) em sua rede social, a Truth Social, e rapidamente repercutiu entre aliados e adversários.

No texto, Trump citou diretamente a OTAN, alegando que a aliança vem alertando a Dinamarca há duas décadas sobre a importância estratégica da Groenlândia. Segundo ele, a falta de ações concretas abriu espaço para ameaças no Ártico. “Agora é a hora, e isso será feito”, escreveu o presidente, em uma mensagem interpretada como um ultimato.

Desde que retornou ao poder, Trump tem repetido sua intenção de assumir o controle da ilha, hoje um território autônomo sob soberania dinamarquesa. Em declarações anteriores, ele chegou a afirmar que conseguiria isso “de uma maneira ou de outra”, justificando a medida como essencial para barrar o avanço da Rússia e da China na região polar.

A Groenlândia é considerada estratégica não apenas por sua posição geográfica no Ártico, mas também por abrigar vastas reservas minerais e rotas de interesse militar. Para Trump, o controle do território seria vital para a segurança nacional americana.

A resposta europeia veio rapidamente. No domingo (18), oito países divulgaram uma declaração conjunta em defesa da Groenlândia, reforçando o compromisso com a estabilidade do Ártico. Além da Dinamarca, assinaram o documento Finlândia, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido.

No texto, os países afirmam que, como membros da Otan, pretendem fortalecer a segurança no Ártico como um interesse comum. A declaração também faz um alerta indireto a Trump, criticando ameaças tarifárias e afirmando que esse tipo de pressão pode deteriorar gravemente as relações transatlânticas.

O episódio amplia o clima de instabilidade diplomática e coloca a Groenlândia no centro de uma disputa global que envolve poder militar, economia e influência geopolítica — com potencial de gerar impactos muito além do Ártico.

Foto: Reprodução / Truth Social

Redação Brasil News

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Trump sobe o tom e ameaça: Groenlândia será dos EUA “por bem ou por mal”. https://brasilnews.tv/trump-sobe-o-tom-e-ameaca-groenlandia-sera-dos-eua-por-bem-ou-por-mal/ https://brasilnews.tv/trump-sobe-o-tom-e-ameaca-groenlandia-sera-dos-eua-por-bem-ou-por-mal/#respond Sat, 10 Jan 2026 17:25:18 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5948 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a causar tensão no cenário internacional ao afirmar que pretende levar adiante, a qualquer custo, o plano de transformar a Groenlândia em território americano. A declaração foi feita nesta sexta-feira (9), durante uma reunião na Casa Branca com executivos da indústria petrolífera.

“Quero fechar um acordo do jeito fácil. Mas, se não der, vamos fazer do jeito difícil”, disse Trump, deixando explícito que não descarta medidas mais duras para atingir o objetivo. Segundo ele, o controle da ilha — atualmente sob soberania da Dinamarca — é estratégico para a segurança nacional dos EUA, diante do avanço militar da Rússia e da China na região do Ártico.

A Groenlândia é considerada uma área-chave por sua localização geopolítica e pela abundância de minerais raros, cada vez mais valiosos em disputas globais. Trump afirmou que permitir a presença crescente de potências rivais na região seria uma ameaça direta aos interesses americanos. “Não vamos permitir que Rússia ou China ocupem a Groenlândia. Se não agirmos, isso vai acontecer”, declarou.

Apesar do tom agressivo, a Casa Branca indicou que o presidente ainda considera ativamente a possibilidade de comprar a ilha, embora não tenha explicado como uma eventual negociação seria conduzida. Em entrevista recente ao The New York Times, Trump reconheceu que pode ter de escolher entre manter a integridade da Organização do Tratado do Atlântico Norte ou avançar sobre o território dinamarquês.

A reação em Copenhague foi imediata. A primeira-ministra Mette Frederiksen alertou que qualquer ataque americano significaria “o fim de tudo”, numa referência direta à Otan e à histórica aliança entre Dinamarca e Estados Unidos.

Mesmo assim, Trump minimizou os argumentos dinamarqueses. “Gosto da Dinamarca, mas o fato de eles terem chegado ali há 500 anos não significa que sejam donos da terra”, afirmou, em mais uma declaração que elevou o clima de confronto diplomático.

As falas reacendem um debate sensível sobre soberania, alianças militares e a corrida estratégica pelo Ártico. Analistas veem nas declarações de Trump um risco real de ruptura entre aliados históricos e um novo capítulo de instabilidade na geopolítica global.

Foto: Saul Loeb
Redação Brasil News

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Europa entra em alerta máximo e prepara reação a possível ofensiva dos EUA para tomar a Groenlândia. https://brasilnews.tv/europa-entra-em-alerta-maximo-e-prepara-reacao-a-possivel-ofensiva-dos-eua-para-tomar-a-groenlandia/ https://brasilnews.tv/europa-entra-em-alerta-maximo-e-prepara-reacao-a-possivel-ofensiva-dos-eua-para-tomar-a-groenlandia/#respond Wed, 07 Jan 2026 19:44:17 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5891 Governos da Europa passaram a se movimentar nos bastidores para articular uma resposta conjunta à possibilidade de uma ofensiva dos Estados Unidos sobre a Groenlândia. O alerta foi acionado após o presidente norte-americano Donald Trump voltar a defender publicamente a ideia de controle do território estratégico localizado no Ártico.

A iniciativa causou apreensão entre países europeus e membros da OTAN, já que a Groenlândia é um território autônomo ligado à Dinamarca, integrante da aliança militar ocidental. Qualquer tentativa de anexação forçada poderia gerar uma crise sem precedentes entre aliados históricos.

Segundo informações da agência Reuters, França e Alemanha lideram as conversas diplomáticas para alinhar uma reação política coordenada. O objetivo é evitar ações unilaterais que desestabilizem o equilíbrio estratégico no Ártico e aprofundem o desgaste nas relações transatlânticas.

A Groenlândia possui enorme valor geopolítico por sua posição estratégica, além de riquezas minerais e rotas marítimas cada vez mais disputadas devido ao degelo provocado pelas mudanças climáticas. Analistas avaliam que qualquer movimento militar dos Estados Unidos teria impactos diretos na segurança europeia e poderia provocar fissuras profundas dentro da Otan.

Nos bastidores de Bruxelas, cresce o temor de que uma ofensiva desse tipo represente não apenas um conflito territorial, mas também um teste de força entre Washington e as capitais europeias. A União Europeia avalia cenários que vão desde sanções diplomáticas até ações conjuntas de pressão política.

Embora ainda não haja confirmação de uma ação concreta, o simples retorno do tema ao discurso oficial norte-americano foi suficiente para colocar a Europa em estado de alerta máximo, reacendendo debates sobre soberania, alianças militares e o futuro da ordem internacional no Ártico.

De fato, de quem é a Groenlândia?

A Groenlândia pertence ao Reino da Dinamarca, mas não é um país independente. Trata-se de um território autônomo, com alto grau de autogoverno.

Como funciona na prática

  • Soberania: Dinamarca
  • Autonomia: ampla (Parlamento e governo próprios)
  • Nome local: Kalaallit Nunaat
  • Capital: Nuuk

Desde 2009, a Groenlândia controla áreas como educação, saúde, recursos naturais e polícia. Já a política externa, defesa e moeda continuam sob responsabilidade da Dinamarca.

E os Estados Unidos?

Os EUA não têm soberania sobre a Groenlândia. Mantêm presença estratégica por meio da OTAN, incluindo uma base militar no território, mas isso ocorre com autorização dinamarquesa.

A Groenlândia pode virar um país?

Pode, se quiser. O acordo de autonomia prevê o direito à autodeterminação. Para isso, seria necessário um referendo entre os groenlandeses — algo que hoje divide opiniões, principalmente por questões econômicas e de defesa.

Crédito da foto: Shutterstock / Reuters

Redação Brasil News

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Putin endurece discurso, ameaça ampliar ofensiva na Ucrânia e exibe força militar russa. https://brasilnews.tv/putin-endurece-discurso-ameaca-ampliar-ofensiva-na-ucrania-e-exibe-forca-militar-russa/ https://brasilnews.tv/putin-endurece-discurso-ameaca-ampliar-ofensiva-na-ucrania-e-exibe-forca-militar-russa/#respond Thu, 18 Dec 2025 08:13:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5195 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, elevou o tom nesta quarta-feira (17) ao afirmar que Moscou buscará expandir seus avanços territoriais na Ucrânia caso o governo ucraniano e seus aliados ocidentais rejeitem as condições impostas pelo Kremlin para encerrar o conflito. A declaração foi feita durante a reunião anual do Conselho do Ministério da Defesa, em Moscou, diante dos principais líderes militares do país.

Putin descartou a possibilidade de aceitar propostas alternativas de paz e reiterou que a Rússia afirma preferir alcançar seus objetivos por vias diplomáticas. No entanto, segundo ele, se não houver abertura para um diálogo que considere as exigências russas, o país seguirá recorrendo à força militar para alcançar o que chamou de “recuperação de terras históricas”.

O presidente voltou a listar aquilo que Moscou define como as “causas profundas” da guerra, entre elas as aspirações da Ucrânia de integrar a União Europeia e a OTAN, além de acusações de discriminação contra russos étnicos e da chamada “desnazificação” do país vizinho — argumentos usados desde o início da invasão, em fevereiro de 2022.

Em seu discurso, Putin direcionou duras críticas ao Ocidente, responsabilizando governos europeus e a antiga administração dos Estados Unidos pelo conflito. Segundo ele, potências ocidentais teriam apostado no enfraquecimento e até no colapso da Rússia. O presidente utilizou linguagem ofensiva ao se referir a líderes europeus, acusando-os de degradação política e moral.

Apesar do tom agressivo, Putin afirmou que a Rússia mantém disposição para dialogar com Washington e disse esperar que, no futuro, a Europa também retome negociações com Moscou, ainda que considere improvável esse movimento sob as atuais lideranças do continente.

No campo militar, o presidente russo fez questão de exaltar o poder das Forças Armadas, com destaque para o arsenal nuclear. Segundo ele, mais de 90% das forças nucleares do país já passaram por modernização, colocando a Rússia, em sua avaliação, à frente de qualquer outra potência nuclear.

Putin também mencionou o novo míssil balístico de alcance intermediário Oreshnik, com capacidade nuclear, que deve entrar oficialmente em operação ainda neste mês. O armamento, segundo o Kremlin, já teria sido testado em versão convencional e seria impossível de interceptar com os sistemas atuais de defesa.

As declarações reforçam o clima de tensão entre Rússia, Ucrânia e países ocidentais, em um momento em que o conflito segue sem perspectiva concreta de cessar-fogo e com riscos crescentes de escalada militar.


Foto: AP Photo

Redação Brasil News

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Zelensky alerta: Rússia pode abrir nova frente de guerra na Europa https://brasilnews.tv/zelensky-alerta-russia-pode-abrir-nova-frente-de-guerra-na-europa/ https://brasilnews.tv/zelensky-alerta-russia-pode-abrir-nova-frente-de-guerra-na-europa/#respond Mon, 29 Sep 2025 11:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1544 O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em pronunciamento após reunião com Donald Trump na ONU, fez um alerta sobre uma possível escalada da guerra iniciada pela Rússia. Segundo ele, Vladimir Putin não pretende esperar o fim do conflito em território ucraniano para expandir suas ofensivas.

Putin abrirá outra frente. Ninguém sabe onde, mas ele quer isso”, declarou Zelensky.

De acordo com o líder ucraniano, há uma intensificação de atividades militares russas nos céus da Europa, com o uso de drones e caças. Nos últimos dias, esses equipamentos foram detectados na Estônia, Dinamarca, Polônia, Romênia e Noruega, levantando preocupações sobre a preparação de um novo ataque.

Zelensky destacou que esses movimentos funcionam como testes estratégicos para avaliar a capacidade de reação da OTAN e de seus aliados. “São ensaios para medir como o Ocidente pode responder”, disse.

Durante a reunião, o presidente ucraniano também informou que países europeus enviarão militares a Kyiv para treinamentos práticos contra ataques aéreos russos, fortalecendo a defesa do país.

A declaração vem em um momento em que Donald Trump adotou tom mais favorável à Ucrânia, afirmando acreditar que Kyiv pode recuperar os territórios ocupados desde 2022. Trump ainda classificou a economia russa como fragilizada e seu exército como “um tigre de papel”.

Foto: AFP PHOTO / Ukrainian Presidential Press Service

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Drones misteriosos sobrevoam base militar na Dinamarca e Europa planeja escudo antidrones https://brasilnews.tv/drones-misteriosos-sobrevoam-base-militar-na-dinamarca-e-europa-planeja-escudo-antidrones/ https://brasilnews.tv/drones-misteriosos-sobrevoam-base-militar-na-dinamarca-e-europa-planeja-escudo-antidrones/#respond Sat, 27 Sep 2025 16:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1510 A tensão na Europa aumentou após drones de origem desconhecida serem avistados sobrevoando a base militar de Karup, a maior da Dinamarca, na noite de sexta-feira (26). Segundo autoridades locais, os equipamentos permaneceram na área por várias horas, forçando até mesmo o fechamento temporário do aeroporto de Midtjylland.

Este incidente se soma a outros episódios recentes na região, incluindo sobrevoos semelhantes na Polônia e Romênia. O governo dinamarquês suspeita que a Rússia esteja por trás de uma ofensiva híbrida, embora Moscou negue qualquer envolvimento.

Diante das crescentes ameaças, ministros da Defesa da União Europeia se reuniram para discutir a criação de um “muro antidrones”, estrutura tecnológica capaz de rastrear e neutralizar aeronaves não tripuladas. A proposta será um dos temas centrais da cúpula europeia, que acontecerá em Copenhague na próxima semana.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que 6 bilhões de euros serão destinados a uma aliança de defesa aérea em conjunto com a Ucrânia. O objetivo é proteger os países do bloco, especialmente aqueles que fazem fronteira com áreas em conflito.

Enquanto o projeto não é finalizado, países como Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia já estão implantando sistemas móveis de radar e recebendo tecnologia de parceiros, como a Suécia, para reforçar a segurança em eventos estratégicos.

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