neurocirurgia – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 22 Oct 2025 13:03:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png neurocirurgia – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Mulher com Parkinson volta a tocar clarinete durante cirurgia cerebral no Reino Unido. https://brasilnews.tv/mulher-com-parkinson-volta-a-tocar-clarinete-durante-cirurgia-cerebral-no-reino-unido/ https://brasilnews.tv/mulher-com-parkinson-volta-a-tocar-clarinete-durante-cirurgia-cerebral-no-reino-unido/#respond Wed, 22 Oct 2025 20:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2309 Um momento emocionante marcou uma cirurgia no King’s College Hospital, em Londres, nesta semana. A britânica Denise Bacon, de 65 anos, diagnosticada com doença de Parkinson há mais de uma década, conseguiu recuperar o controle dos movimentos e tocar clarinete enquanto passava por uma operação no cérebro.

Denise, que é fonoaudióloga e musicista amadora, viu sua rotina e sua paixão pela música serem interrompidas com o avanço da doença, que causava tremores e rigidez muscular. Após anos de tratamento medicamentoso sem grandes resultados, ela foi selecionada para realizar uma Estimulação Cerebral Profunda (ECP) — um procedimento de alta complexidade que utiliza impulsos elétricos para restaurar a função motora.

Durante a cirurgia, feita com anestesia local, a paciente permaneceu acordada o tempo todo. Médicos implantaram eletrodos no lado esquerdo do cérebro, conectados a um gerador de pulsos semelhante a um marcapasso. Assim que o dispositivo foi ativado, Denise percebeu melhora imediata nos movimentos da mão direita — o suficiente para retomar a música que há anos não conseguia tocar.

“Foi como se meus dedos voltassem à vida. Pude tocar clarinete novamente, e isso me trouxe uma alegria indescritível”, relatou Denise emocionada.

O procedimento, que durou cerca de quatro horas, é considerado uma das terapias mais eficazes para casos de Parkinson resistente a medicamentos. Segundo os especialistas, a cirurgia não apenas reduz os tremores, mas também devolve autonomia e qualidade de vida aos pacientes.

Denise espera agora voltar à orquestra em que tocava antes da doença interromper sua trajetória musical — um símbolo de esperança para milhares de pessoas que convivem com o Parkinson no mundo.

Foto: Kings College Hospital

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George Tavares se destaca na cirurgia de coluna com inovação e tecnologia https://brasilnews.tv/cirurgia-minimamente-invasiva-na-coluna-revoluciona-tratamento-e-reduz-afastamentos-por-dor-cronica/ https://brasilnews.tv/cirurgia-minimamente-invasiva-na-coluna-revoluciona-tratamento-e-reduz-afastamentos-por-dor-cronica/#respond Thu, 25 Sep 2025 13:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1459

Neurocirurgião do Instituto George Tavares, no RJ, adota técnicas avançadas e abordagem humanizada no atendimento

“Sempre me fascinou a revolução que a cirurgia de coluna passou nos últimos anos. Meu objetivo é trazer o que há de mais seguro, moderno e eficaz para os pacientes no Brasil”, afirma o neurocirurgião George Tavares, fundador do Instituto George Tavares, referência nacional em cirurgia endoscópica da coluna vertebral.

Desde jovem, a medicina esteve presente em sua vida, mas foi aos 17 anos, após a perda do avô para um AVC hemorrágico, que decidiu seguir essa vocação. “Acompanhei de perto o sofrimento de alguém que amava e isso despertou em mim a vontade de minimizar o impacto das doenças neurológicas na vida das pessoas”, relembra. Sua trajetória começou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e seguiu com residência médica no Hospital Federal da Lagoa, onde consolidou sua paixão pela neurocirurgia e, em especial, pelas cirurgias de coluna.

A formação internacional é um dos diferenciais de sua prática. Tavares aprimorou técnicas avançadas nos Estados Unidos, e participou de cursos e congressos internacionais, sempre com a meta de trazer para o Brasil tratamentos minimamente invasivos. “A medicina exige atualização constante. O que há de mais moderno no mundo precisa estar acessível aos pacientes brasileiros”, enfatiza.

Seu foco na cirurgia endoscópica da coluna vertebral reflete esse compromisso. “Essa técnica revolucionou os tratamentos, permitindo intervenções menos invasivas e uma recuperação muito mais ágil e confortável para os pacientes”, explica. No Instituto George Tavares, mais de 90% das cirurgias realizadas são minimamente invasivas, garantindo menos dor, menor tempo de internação e um retorno mais rápido às atividades diárias.

A humanização no atendimento é um pilar central de seu trabalho. “A cirurgia começa no momento em que é indicada. Desde a primeira consulta até o pós-operatório, minha equipe e eu garantimos um acompanhamento próximo, esclarecendo dúvidas e oferecendo suporte integral ao paciente”, conta. Ele mantém um canal direto de comunicação com os operados, disponibilizando seu contato pessoal para emergências e acompanhamento contínuo. “Não se trata apenas da doença, mas do impacto que ela tem na vida do paciente e de sua família”, complementa.

Mesmo com os avanços tecnológicos, o medo da cirurgia de coluna ainda é um dos maiores desafios enfrentados por seus pacientes. “Existe um receio histórico sobre os riscos desse tipo de procedimento. Meu trabalho é mostrar que, com as novas técnicas, esse cenário mudou completamente. Hoje, temos segurança, eficácia e resultados impressionantes”, explica.

A presença digital do médico também se tornou uma ferramenta de conscientização. Em suas redes sociais, compartilha informações sobre doenças da coluna, mitos sobre a cirurgia e os avanços na área. “A maioria das dúvidas gira em torno do pós-operatório. Mostro na prática que é possível ter uma recuperação tranquila e eficaz, sempre respeitando a individualidade de cada paciente”, pontua.

A incorporação de novas tecnologias é constante. No Instituto, o uso de técnicas minimamente invasivas tem permitido recuperações mais rápidas e um pós-operatório mais seguro e confortável. “A evolução da cirurgia de coluna está mudando paradigmas. Antigamente, os pacientes passavam meses se recuperando. Hoje, com as técnicas adequadas, conseguimos minimizar consideravelmente o tempo de reabilitação”, afirma.

Para garantir esse padrão de excelência, ele se dedica a formação contínua, participando ativamente de congressos nacionais e internacionais. “Viajo pelo menos duas vezes ao ano para buscar atualização. A medicina exige esse comprometimento com o aprendizado e a inovação”, destaca.

Com planos de expansão para o Instituto, Tavares segue comprometido em levar sua visão inovadora para mais pessoas. “Estamos planejando a abertura de uma nova unidade, mas, acima de tudo, meu compromisso continua sendo com a qualidade do atendimento e a constante evolução da prática médica”, enfatiza.

Ele deixa uma mensagem para aqueles que sofrem com dores na coluna e hesitam em buscar tratamento. “A saúde é nosso bem mais precioso. Não deixem a dor limitar sua vida. Procurem orientação, tirem dúvidas e busquem as melhores opções. A medicina está em constante evolução, e há sempre alternativas seguras e eficazes para melhorar a qualidade de vida”, conclui.

Instagram: https://www.instagram.com/dr_georgetavares_coluna
Site: https://doutorgeorgetavares.com.br
Site: https://institutogeorgetavares.com.br

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Neurocirurgias menos invasivas avançam e reduzem o tempo de recuperação dos pacientes https://brasilnews.tv/neurocirurgias-menos-invasivas-avancam-e-reduzem-o-tempo-de-recuperacao-dos-pacientes/ https://brasilnews.tv/neurocirurgias-menos-invasivas-avancam-e-reduzem-o-tempo-de-recuperacao-dos-pacientes/#respond Thu, 25 Sep 2025 13:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1472 A medicina tem evoluído com rapidez, e uma das áreas que mais se beneficia desse avanço é a neurocirurgia. Técnicas modernas, menos invasivas e mais seguras estão transformando o modo como pacientes enfrentam cirurgias na coluna ou no cérebro, com menos dor, riscos reduzidos e alta hospitalar precoce.

O neurocirurgião Haroldo Chagas, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ressalta que a tecnologia trouxe mais precisão e segurança para os procedimentos, mas reforça que o cuidado com o paciente vai muito além dos equipamentos.

“Não basta operar bem. É preciso entender o paciente como um todo, sua história, seus vínculos e seu contexto. O objetivo é devolver qualidade de vida, o mais rápido possível”, afirma.

Chagas explica que, hoje, intervenções menos agressivas têm resultados tão eficazes quanto as cirurgias tradicionais. A diferença está na preservação das estruturas do corpo, especialmente da musculatura paravertebral, responsável pela estabilidade da coluna.

As indicações para a cirurgia, no entanto, seguem critérios rigorosos. “O procedimento só deve ser considerado em dois casos principais: quando a dor é persistente e não responde a tratamentos convencionais, ou quando há déficit neurológico, como fraqueza nos membros ou perda de movimento”, explica o especialista.

A neurocirurgia moderna caminha, portanto, para um futuro mais empático e tecnológico: menos cortes, mais precisão, e, principalmente, mais atenção à história de cada paciente.

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Raphael Petrolini atua com precisão em cirurgias de crânio e coluna https://brasilnews.tv/raphael-petrolini-atua-com-precisao-em-cirurgias-de-cranio-e-coluna/ https://brasilnews.tv/raphael-petrolini-atua-com-precisao-em-cirurgias-de-cranio-e-coluna/#respond Mon, 22 Sep 2025 09:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1391

Referência em neurocirurgia, médico combina experiência prática e empatia para tratar desde hérnias até epilepsias e tumores cerebrais

Desde a infância, Raphael Petrolini carregava consigo um desejo claro: ser médico. Com apenas seis anos, ele decidiu que seguiria esse caminho. A convicção atravessou a adolescência e se fortaleceu com o apoio dos pais, mesmo diante dos desafios. Foram quatro anos de cursinho até conquistar uma vaga na disputada Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ali, ele iniciou uma formação que o levaria à neurocirurgia e à atuação em casos de alta complexidade envolvendo o sistema nervoso central.

“A cirurgia me permite tratar doenças de forma direta, com impacto real na vida das pessoas. Sempre tive perfil mais prático do que clínico, e a neurocirurgia me ofereceu esse caminho”, explica. Inicialmente dividido entre cirurgia plástica e neurocirurgia, a decisão final veio no último ano da graduação, ao perceber que queria se dedicar ao tratamento de doenças e não apenas às questões estéticas.

Escolhas na neurocirurgia funcional e estrutural

A especialização de Raphael em cirurgia da coluna também ocorreu pela prática. “A maioria dos casos que chegam ao consultório envolvem dores na coluna, especialmente hérnias e deslocamentos discais”, explica. No entanto, é nas cirurgias de crânio que Raphael encontra seu maior desafio e paixão: “A precisão exigida é extrema. Trabalhamos com estruturas milimétricas e com riscos elevados, o que exige uma preparação rigorosa e muito estudo”, relata.

Ao longo da carreira, atuou em diferentes frentes da neurocirurgia, incluindo cirurgias vasculares, tumores cerebrais, base de crânio, endoscopias, nervos periféricos e, principalmente, neurocirurgia funcional — área que abrange casos de dor crônica,  epilepsia e doença de Parkinson. Em sua experiência, muitos pacientes demoram a buscar o neurocirurgião e chegam encaminhados por neurologistas. “Ainda existe desconhecimento sobre quando a cirurgia pode ser uma opção, principalmente fora dos grandes centros”, observa.

Atraso no diagnóstico e os perigos dos tumores cerebrais e aneurismas

Segundo o especialista, tumores cerebrais e aneurismas são exemplos de condições que, por crescerem lentamente, costumam ser diagnosticadas tardiamente. “Os sintomas são muitas vezes confundidos com cansaço, idade ou outras causas. Quando chegam até nós, os danos já estão avançados”, lamenta. A mesma situação se aplica a aneurismas, que, quando rompem, causam sequelas irreversíveis ou levam à morte em mais da metade dos casos.

“A cirurgia de aneurisma roto não reverte o que o sangramento causou. Ela evita que um novo sangramento aconteça, por isso o diagnóstico precoce é tão fundamental”, reforça.

Ao tratar epilepsias refratárias, Raphael observa pacientes que convivem com dezenas de crises diárias por anos, sem saber que há possibilidade de cirurgia. “Muitas vezes, uma simples ressonância poderia identificar a causa, mas isso se perde no caminho entre consultas e especialidades. É aí que entra a importância de uma linha de cuidado mais integrada”, aponta.

A importância da escuta ativa e do vínculo médico-paciente

Mais do que técnica, o médico acredita que a escuta e o acolhimento são partes fundamentais do atendimento. “Às vezes, o paciente só quer ser ouvido. Recebo muitos agradecimentos por escutar, algo que deveria ser o básico”, afirma. Para criar vínculo, busca pontos em comum na conversa: filhos, time de futebol ou histórias pessoais. É essa conexão que o ajuda a orientar com clareza sobre os riscos, possibilidades e os limites de cada tratamento.

Na urgência, quando o paciente chega via pronto-socorro, a escuta se volta para os familiares. “Antes de explicar a situação, pergunto o que já foi dito e como foi entendido. Corrigir informações e mostrar as imagens dos exames são formas de aproximar e trazer segurança”, diz.

Ele destaca ainda que muitos procedimentos podem ser feitos de forma minimamente invasiva, mas alerta para a superficialidade com que o termo é tratado. “Minimamente invasivo não significa menos risco. Em alguns casos, o acesso pequeno dificulta a manipulação interna e pode comprometer o resultado”, afirma.

Pilares da segurança cirúrgica

Com atuação em hospitais de São Paulo e São José dos Campos (SP), Raphael tem como prioridade trabalhar em centros com estrutura completa e equipe treinada. “Uma coisa é lidar com um dreno comum, outra é manusear um dreno conectado ao crânio. O pós-operatório exige uma retaguarda segura e multiprofissional”, explica. Ele também valoriza o uso de tecnologia de ponta: neuronavegadores, microscópios modernos, materiais sintéticos e sistemas de endoscopia são diferenciais que impactam diretamente no desfecho cirúrgico.

Apesar das exigências da especialidade, Raphael não abre mão do cuidado individualizado. O médico está em processo de formação da própria equipe, com anestesistas, instrumentadores e auxiliares de sua confiança, a fim de garantir segurança e previsibilidade ao paciente. “Cada segundo em uma cirurgia é importante. Ter uma equipe entrosada não é luxo, é necessidade”, resume.

Família, rotina médica e novos caminhos no Vale do Paraíba

Ao lado da esposa, a dermatologista Lívia Fadel, com quem tem três filhos, Raphael se mudou recentemente para Jacareí (SP) e também começa a atender na região do Vale do Paraíba. “A gente tenta manter uma rotina de apoio mútuo. Nos ajudamos em casa e no trabalho, e agora estamos construindo algo nosso”, comenta. A médica inaugura, em junho, sua nova clínica em São José dos Campos (SP), com atuação em dermatologia clínica, infantil e estética.

Para o futuro, o neurocirurgião planeja consolidar sua própria estrutura de atendimento, ampliando o acesso a procedimentos seguros e tecnologicamente atualizados. “Quero oferecer um tratamento digno e completo, do primeiro atendimento à reabilitação, com respeito, empatia e verdade”, conclui.

Instagram: @dr.raphaelpetrolini | @draliviafadel
Fotos: Natan Passos

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