Marinha – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 01 Apr 2026 13:22:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Marinha – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Gigante nuclear dos EUA vem ao Brasil com caças de guerra e operação militar histórica. https://brasilnews.tv/gigante-nuclear-dos-eua-vem-ao-brasil-com-cacas-de-guerra-e-operacao-militar-historica/ https://brasilnews.tv/gigante-nuclear-dos-eua-vem-ao-brasil-com-cacas-de-guerra-e-operacao-militar-historica/#respond Fri, 03 Apr 2026 04:19:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8583 O porta-aviões USS Nimitz, considerado um dos maiores e mais antigos navios nucleares ainda em operação no mundo, está a caminho do Brasil como parte da operação Southern Seas 2026. A missão é coordenada pelo Comando Sul dos Estados Unidos e pela 4ª Frota americana, com foco em fortalecer a cooperação naval entre países do continente.

A operação prevê a circunavegação completa da América do Sul, reunindo forças de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, além de outras nações parceiras. O objetivo principal é ampliar a integração entre as marinhas e realizar treinamentos conjuntos em cenários reais.

O USS Nimitz não estará sozinho. Ele será acompanhado pelo destróier de mísseis guiados USS Gridley, além de um poderoso grupo aéreo embarcado. Entre as aeronaves estão os caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet, responsáveis por missões de combate e superioridade aérea, além dos jatos de guerra eletrônica EA-18G Growler.

Também fazem parte da operação os helicópteros Sikorsky MH-60 Seahawk, utilizados em missões de resgate, combate antissubmarino e apoio logístico, além de aeronaves de transporte C-2A Greyhound, que garantem o abastecimento e deslocamento de pessoal.

A operação Southern Seas ocorre desde 2007 e, em 2026, chega à sua 11ª edição. Além de exercícios militares, a missão inclui visitas a portos estratégicos, intercâmbios técnicos e cooperação em segurança marítima.

O USS Nimitz carrega um peso histórico significativo. Lançado em 1972, o navio participou de conflitos importantes como a Guerra do Golfo, operações no Iraque e no Afeganistão. Mesmo após mais de cinco décadas, continua ativo graças a constantes modernizações e manutenção de seus sistemas nucleares.

A passagem pelo Brasil pode ser uma das últimas grandes missões do navio antes de sua aposentadoria, prevista para os próximos anos. Em operações anteriores, porta-aviões americanos chegaram a atracar no Rio de Janeiro, mas ainda não há confirmação oficial sobre o local da parada em 2026.

Especialistas apontam que a presença de um grupo de ataque desse porte na América do Sul tem também um significado geopolítico, demonstrando o interesse estratégico dos Estados Unidos na região.

Para o Brasil, a operação representa uma oportunidade de treinamento com uma das forças navais mais avançadas do mundo, além de fortalecer relações internacionais no campo da defesa.

A chegada do USS Nimitz promete chamar atenção não apenas de especialistas e autoridades, mas também do público, que pode ter a chance de acompanhar de perto um dos maiores símbolos do poder militar moderno.

Foto: Divulgação / Marinha dos EUA
Redação – Thiago Salles

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Venezuela escolta navios de petróleo com apoio militar após ameaça de bloqueio dos EUA. https://brasilnews.tv/venezuela-escolta-navios-de-petroleo-com-apoio-militar-apos-ameaca-de-bloqueio-dos-eua/ https://brasilnews.tv/venezuela-escolta-navios-de-petroleo-com-apoio-militar-apos-ameaca-de-bloqueio-dos-eua/#respond Wed, 17 Dec 2025 23:57:40 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5179 A crise diplomática entre Venezuela e Estados Unidos ganhou novos contornos nesta quarta-feira (17), após o governo de Nicolás Maduro ordenar que a Marinha venezuelana passe a escoltar navios que transportam petróleo e derivados. A decisão foi tomada poucas horas depois de o presidente americano, Donald Trump, anunciar um bloqueio contra embarcações envolvidas no comércio petrolífero venezuelano sob sanções internacionais.

De acordo com fontes ligadas à operação, diversos navios deixaram a costa leste da Venezuela entre a noite de terça-feira e a manhã de quarta-feira acompanhados por embarcações militares. As cargas incluíam ureia, coque de petróleo e outros produtos, com destino principalmente a países da Ásia. As saídas ocorreram a partir do porto de José, um dos principais terminais energéticos do país.

Embora as embarcações escoltadas não constem na lista atual de navios sancionados pelos Estados Unidos, o governo venezuelano optou pela proteção militar como forma de dissuasão diante das ameaças de apreensão anunciadas por Washington. Segundo autoridades americanas, a Casa Branca acompanha a movimentação naval e avalia possíveis respostas, sem detalhar quais medidas estão em estudo.

Em nota oficial, a estatal PDVSA afirmou que suas operações seguem dentro da legalidade e que os navios ligados à companhia continuam navegando com segurança, respaldo técnico e garantia do direito à livre navegação em águas internacionais.

O anúncio do bloqueio feito por Trump prevê a interceptação de petroleiros que violem sanções impostas pelo Departamento do Tesouro dos EUA. Estimativas de especialistas indicam que cerca de 40% das embarcações que transportaram petróleo venezuelano nos últimos anos já foram alvo dessas punições.

A tensão aumentou ainda mais após autoridades americanas apreenderem, na semana passada, um petroleiro sancionado que levava quase dois milhões de barris de petróleo venezuelano com destino à Ásia. Novas apreensões não estão descartadas.

Diante do cenário, Nicolás Maduro entrou em contato com o secretário-geral da ONU, António Guterres, para denunciar o que chamou de escalada de ameaças contra a soberania do país. Segundo o governo venezuelano, declarações do presidente americano sobre o controle de recursos naturais da Venezuela são consideradas inaceitáveis e uma afronta ao direito internacional.

O episódio reforça o clima de instabilidade na região do Caribe e levanta preocupações sobre possíveis desdobramentos militares e econômicos nos próximos dias.


Foto: Federico Parra / AFP

Redação Brasil News

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