Light – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Tue, 21 Oct 2025 00:35:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Light – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Prefeitura do Rio remove 300 km de fios abandonados em postes e amplia Operação Caça-Fios pela cidade. https://brasilnews.tv/prefeitura-do-rio-remove-300-km-de-fios-abandonados-em-postes-e-amplia-operacao-caca-fios-pela-cidade/ https://brasilnews.tv/prefeitura-do-rio-remove-300-km-de-fios-abandonados-em-postes-e-amplia-operacao-caca-fios-pela-cidade/#respond Tue, 21 Oct 2025 18:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2222 A Prefeitura do Rio de Janeiro intensificou a Operação Caça-Fios, iniciativa criada para remover cabos de telefonia e internet abandonados em postes por concessionárias. Desde o lançamento da ação, em outubro de 2022, já foram retirados mais de 300 quilômetros de fios, o equivalente à distância entre a capital fluminense e Aparecida do Norte (SP).

De acordo com a Rioluz, responsável pelo projeto, o acúmulo de cabos inutilizados representa não apenas um problema estético, mas também risco de acidentes e incêndios. Só em 2025, mais de 20 toneladas de materiais foram removidas. No total, o volume retirado desde o início da operação já chega a 90 toneladas.

Segundo Rafael Thompson, presidente da Rioluz, 99% dos fios retirados pertencem a operadoras de telefonia e provedores de internet. Ele explica que, embora parte das empresas siga as normas da Anatel e pague taxa de uso à Light, muitas instalam cabeamentos de forma clandestina.

“O ideal seria que a própria empresa responsável removesse seus fios. Mas, diante do abandono, a prefeitura precisa agir para garantir a segurança do cidadão”, afirmou Thompson.

Com o reforço de equipes da Light, Anatel e Secretaria de Conservação (Seconserva), as operações passaram a abranger até 600 metros de fiação por intervenção, mais que o dobro da capacidade anterior.

As denúncias sobre locais com fios soltos ou em excesso podem ser feitas pelas redes sociais da Rioluz ou diretamente nas subprefeituras, que encaminham as solicitações à equipe técnica. Após a retirada, o material recolhido é levado à base da Rioluz, em Marechal Hermes, onde fica armazenado por 30 dias. Se nenhuma empresa reivindicar a propriedade, os fios são leiloados ou doados a instituições.

Na Câmara Municipal, tramita um projeto de lei da vereadora Talita Galhardo (PSDB) que pretende criar um cadastro oficial de fiações na cidade. O texto também prevê multa de R$ 5 mil por quadra com fios irregulares ou abandonados, com valores dobrados em caso de reincidência.

Enquanto isso, a Light afirma que a parte superior dos postes é reservada à rede elétrica, e que o restante é ocupado por cabos de empresas privadas. Já o sindicato das operadoras de telefonia (Conexis) declara que as companhias seguem padrões técnicos e mantêm equipes de manutenção.

Com o avanço da operação, a prefeitura estima que até o fim de 2025 mais 100 quilômetros de cabos sejam retirados, em bairros como Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Zona Norte, ampliando a limpeza visual e a segurança urbana.

Foto: Divulgação / Julio Hirabai Junior / Rioluz

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Apagão atinge nove estados e o DF durante a madrugada após incêndio em subestação no Paraná https://brasilnews.tv/apagao-atinge-nove-estados-e-o-df-durante-a-madrugada-apos-incendio-em-subestacao-no-parana/ https://brasilnews.tv/apagao-atinge-nove-estados-e-o-df-durante-a-madrugada-apos-incendio-em-subestacao-no-parana/#respond Tue, 14 Oct 2025 10:54:56 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1847 Um apagão de grandes proporções foi registrado na madrugada desta terça-feira (14/10) e deixou milhares de brasileiros sem energia elétrica em diferentes regiões do país. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a falha teve origem em um incêndio em uma subestação no estado do Paraná, o que provocou a interrupção temporária do Sistema Interligado Nacional (SIN) — responsável pela transmissão de energia em quase todo o território nacional.

Foram atingidos nove estadosSão Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Amazonas, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Norte — além do Distrito Federal.

O apagão teve duração variável, oscilando entre 8 minutos e 1 hora, dependendo da localidade. Em nota, o MME confirmou que o fornecimento foi totalmente restabelecido ainda durante a madrugada e que técnicos trabalham para apurar as causas do incêndio.

Impactos nas capitais e regiões

  • Rio de Janeiro: segundo a Light, cerca de 450 mil clientes ficaram sem energia nas zonas Norte, Oeste e na Baixada Fluminense por aproximadamente 30 minutos.
    A Enel, responsável pela Região Metropolitana, relatou 277 mil consumidores afetados entre 0h32 e 1h22.
  • São Paulo: o fornecimento foi interrompido por cerca de oito minutos, atingindo 937 mil unidades consumidoras, conforme informou a Enel.
  • Distrito Federal: de acordo com a Neoenergia Brasília, oito subestações foram desligadas entre 0h31 e 1h06, afetando 300 mil clientes.
  • Goiás: a Equatorial Energia relatou que cerca de 50 municípios ficaram temporariamente sem luz, totalizando mais de 529 mil consumidores.
  • Amazonas: a Amazonas Energia confirmou falhas em Manaus, Parintins e Itacoatiara, com uma hora de interrupção. O fornecimento foi normalizado por volta das 00h25.

Causa e investigação

A principal hipótese levantada pelo governo federal é que um incêndio em uma subestação paranaense tenha provocado a falha em cadeia que afetou o sistema elétrico nacional. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que o Esquema Regional de Alívio de Carga — mecanismo automático que desliga temporariamente partes da rede para evitar colapsos — foi acionado durante o evento.

Até o momento, as causas do incêndio ainda não foram confirmadas. Técnicos do MME e do ONS seguem em campo para identificar a origem do problema e avaliar medidas preventivas.

Como funciona o SIN

O Sistema Interligado Nacional conecta usinas, subestações e redes de distribuição em uma malha única que integra o fornecimento de energia em quase todo o Brasil. A coordenação é feita pelo ONS, que monitora o equilíbrio da rede e executa manobras emergenciais para restabelecimento rápido em casos de falha.

Foto: Bom Dia Brasil

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