Ibovespa – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Wed, 25 Mar 2026 09:44:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Ibovespa – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Ibovespa sobe na marra com Petrobras, enquanto guerra no Oriente Médio deixa mercado à beira do caos. https://brasilnews.tv/ibovespa-sobe-na-marra-com-petrobras-enquanto-guerra-no-oriente-medio-deixa-mercado-a-beira-do-caos/ https://brasilnews.tv/ibovespa-sobe-na-marra-com-petrobras-enquanto-guerra-no-oriente-medio-deixa-mercado-a-beira-do-caos/#respond Wed, 25 Mar 2026 09:44:12 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8295 O Ibovespa conseguiu fechar no campo positivo nesta terça-feira (24), mas o avanço foi sustentado praticamente sozinho pelo desempenho das ações ligadas ao petróleo, em um cenário global ainda marcado por forte tensão geopolítica.

O principal índice da bolsa brasileira subiu 0,32%, encerrando o dia aos 182.509 pontos, após oscilar entre a mínima de 179.914 e a máxima de 182.649 pontos. O volume financeiro movimentado foi de aproximadamente R$ 25 bilhões, refletindo cautela entre os investidores.

O destaque do dia ficou com a Petrobras, que avançou acompanhando a disparada do petróleo no mercado internacional. O barril do tipo Brent subiu mais de 4%, impulsionado pelas incertezas envolvendo a guerra no Oriente Médio, especialmente os desdobramentos do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel.

O cenário externo segue sendo o principal fator de pressão sobre os mercados. Após uma breve sinalização de possível trégua, novos ataques e declarações contraditórias entre autoridades reacenderam o clima de insegurança. Enquanto os Estados Unidos indicam tentativas de negociação, o Irã adota um discurso mais rígido, elevando o risco de prolongamento do conflito.

Esse ambiente mantém investidores globais em modo defensivo. Em Wall Street, o índice S&P 500 fechou em queda, refletindo a aversão ao risco, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano voltaram a subir.

Analistas apontam que o comportamento do mercado está altamente sensível às notícias vindas do cenário internacional. A volatilidade é alimentada principalmente pelas oscilações nos preços da energia, com o petróleo no centro das atenções.

No Brasil, o Banco Central reforçou, na ata do Copom, que a trajetória dos juros dependerá diretamente da evolução do cenário externo. A autoridade monetária iniciou recentemente um ciclo de cortes na Selic, reduzindo a taxa para 14,75% ao ano, mas deixou claro que o ritmo pode mudar conforme os riscos inflacionários.

Entre os destaques do pregão, além da Petrobras, empresas do setor de petróleo também registraram ganhos. Já o setor bancário apresentou leve correção após altas recentes. A Vale também subiu, acompanhando a valorização do minério de ferro na China.

Por outro lado, algumas ações ligadas ao consumo e à economia doméstica sofreram pressão, refletindo o impacto da curva de juros. O mercado segue dividido entre oportunidades de curto prazo e o receio de um cenário global mais deteriorado.

Mesmo diante das incertezas externas, o Brasil tem atraído fluxo de capital estrangeiro. Dados recentes mostram entrada significativa de recursos na bolsa, reforçando a percepção de que o país ainda é visto como um destino relativamente seguro dentro dos mercados emergentes.

Foto: Amanda Perobelli/Reuters
Redação – Thiago Salles

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Mercados entram em pânico: bolsas globais despencam com guerra no Oriente Médio. https://brasilnews.tv/mercados-entram-em-panico-bolsas-globais-despencam-com-guerra-no-oriente-medio/ https://brasilnews.tv/mercados-entram-em-panico-bolsas-globais-despencam-com-guerra-no-oriente-medio/#respond Wed, 04 Mar 2026 06:48:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7582 O agravamento da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã provocou um movimento generalizado de aversão ao risco nos mercados financeiros nesta terça-feira (3). Bolsas da Ásia, Europa e Estados Unidos registraram perdas expressivas, enquanto investidores buscaram proteção no dólar e no petróleo.

Em Nova York, os índices de Dow Jones Industrial Average, S&P 500 e Nasdaq Composite operavam com quedas superiores a 2% por volta das 12h30, refletindo o temor de que o conflito se amplie e pressione ainda mais a inflação global.

Na Europa, o índice pan-europeu STOXX Europe 600 recuava mais de 3%. Em Londres, o FTSE 100 caía acima de 3%, enquanto o CAC 40, de Paris, e o DAX, de Frankfurt, registravam perdas expressivas.

Os mercados asiáticos já haviam fechado no vermelho. O sul-coreano Kospi despencou mais de 7%, em seu pior desempenho em mais de um ano e meio. O Nikkei 225, no Japão, também caiu com força, assim como o Hang Seng Index, em Hong Kong.

No Brasil, o Ibovespa recuava mais de 4%, aos 181 mil pontos. Nem mesmo a disparada do petróleo conseguiu sustentar ações do setor. Paralelamente, o dólar avançava com força, sendo cotado acima de R$ 5,30, acompanhando o fortalecimento global da moeda americana.

No mercado de energia, o barril do Brent crude oil superava os US$ 80, enquanto o West Texas Intermediate registrava ganhos ainda mais intensos. O temor de interrupções no Estreito de Ormuz — responsável por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo — elevou as preocupações com o abastecimento.

O índice do dólar (DXY) também operava em alta, indicando busca por segurança. Já metais preciosos, que haviam subido na véspera, apresentavam correção nesta sessão.

O cenário reforça o temor de que um conflito prolongado no Oriente Médio possa gerar um novo choque de energia, pressionar cadeias globais de suprimentos e dificultar o controle da inflação em diversas economias.

Foto: Reprodução
Redação Brasil News

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Mercado reage e juros despencam após derrota de Trump na Suprema Corte. https://brasilnews.tv/mercado-reage-e-juros-despencam-apos-derrota-de-trump-na-suprema-corte/ https://brasilnews.tv/mercado-reage-e-juros-despencam-apos-derrota-de-trump-na-suprema-corte/#respond Sun, 22 Feb 2026 07:50:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7291 Os mercados financeiros reagiram de forma positiva à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que invalidou tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump. No Brasil, o reflexo foi imediato, com queda das taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs), recuo do dólar e valorização do Ibovespa.

Ao longo do pregão, os investidores demonstraram maior disposição para ativos de risco, movimento que pressionou os juros futuros para baixo. Na parte intermediária da curva, contratos com vencimento em janeiro de 2028 registraram queda, enquanto os vencimentos mais longos também acompanharam o movimento de recuo.

A decisão do tribunal norte-americano considerou que a aplicação das tarifas com base em legislação de emergência ultrapassava as atribuições do Poder Executivo, por interferir em competências do Congresso. O entendimento reforçou a chamada doutrina das “questões principais”, que exige autorização clara do Legislativo para medidas com grande impacto econômico.

O cenário externo contribuiu para o desempenho dos ativos brasileiros. Com a redução das incertezas comerciais, houve aumento da busca global por investimentos considerados mais arriscados, favorecendo bolsas e moedas de países emergentes.

Nos Estados Unidos, o movimento foi diferente no mercado de títulos públicos, com leve alta nos rendimentos dos Treasuries. Analistas apontam que a derrubada das tarifas reduz uma possível fonte de arrecadação fiscal, o que pode pressionar a percepção sobre as contas públicas no longo prazo.

Apesar da reação positiva inicial, o próprio Trump afirmou que pretende adotar novas alternativas para impor tarifas, incluindo a possibilidade de uma taxa global temporária, o que mantém a atenção dos investidores voltada para os próximos passos da política comercial americana.

Especialistas avaliam que o cenário ainda deve apresentar volatilidade, já que as decisões sobre comércio internacional continuam sendo um dos principais fatores de influência sobre os mercados globais.

Foto: Shutterstock –
Redação Brasil News

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Tombo na Bolsa: Ibovespa despenca após recordes e gigantes do mercado puxam perdas bilionárias. https://brasilnews.tv/tombo-na-bolsa-ibovespa-despenca-apos-recordes-e-gigantes-do-mercado-puxam-perdas-bilionarias/ https://brasilnews.tv/tombo-na-bolsa-ibovespa-despenca-apos-recordes-e-gigantes-do-mercado-puxam-perdas-bilionarias/#respond Fri, 06 Feb 2026 09:18:47 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6792 A bolsa brasileira teve um dia de forte turbulência após renovar recordes recentes. O Ibovespa encerrou o pregão com recuo de 2,14%, aos 181.708 pontos, chegando a flertar com a perda do patamar dos 180 mil na mínima do dia. Apesar da retração, o volume financeiro foi robusto, girando perto de R$ 37 bilhões — sinal de intensa movimentação entre investidores.

A queda ocorreu logo depois de o índice atingir marcas históricas acima dos 187 mil pontos, desempenho que havia consolidado um avanço superior a 15% no acumulado de 2026 até então. Analistas avaliam que o movimento reflete uma realização de lucros natural após um rali expressivo, somada à sensibilidade do mercado brasileiro ao humor externo.

Entre as maiores pressões estiveram os grandes bancos. Papéis do Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander Brasil registraram perdas relevantes, com investidores adotando postura mais cautelosa antes de balanços e diante de sinais de aumento na inadimplência.

No setor corporativo, o destaque negativo foi a Totvs, que desabou mais de 12% acompanhando a fraqueza global das empresas de software. Já a Raízen também figurou entre as maiores baixas, impactada por notícias envolvendo possível reestruturação de dívidas. A Hypera caiu após anunciar um aumento de capital bilionário, enquanto a WEG recuou mesmo com planos de expansão industrial.

As gigantes de commodities tiveram desempenho misto. A Petrobras operou perto da estabilidade apesar da alta do petróleo no exterior, enquanto a Vale conseguiu leve valorização, sustentada pela oscilação moderada do minério de ferro no mercado asiático. Entre as poucas altas do dia, a Braskem mostrou recuperação após uma sequência recente de perdas.

No exterior, o clima também foi de cautela. A bolsa americana S&P 500 fechou em baixa, pressionada principalmente por empresas de tecnologia diante de temores sobre os impactos competitivos da inteligência artificial. Especialistas acreditam que, embora uma acomodação seja possível no curto prazo, o fluxo estrangeiro ainda tende a favorecer mercados emergentes — especialmente o Brasil.

Foto: Divulgação / B3
Redação Brasil News

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Mercados reagem à movimentação política: dólar sobe forte e Bolsa tem maior queda desde 2021. https://brasilnews.tv/mercados-reagem-a-movimentacao-politica-dolar-sobe-forte-e-bolsa-tem-maior-queda-desde-2021/ https://brasilnews.tv/mercados-reagem-a-movimentacao-politica-dolar-sobe-forte-e-bolsa-tem-maior-queda-desde-2021/#respond Sat, 06 Dec 2025 15:48:34 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4611 O mercado financeiro brasileiro viveu um dia de forte instabilidade nesta sexta-feira (5), marcado por uma disparada do dólar e uma expressiva queda da Bolsa de Valores. A moeda norte-americana encerrou o pregão cotada a R$ 5,43, com valorização superior a 2%, atingindo o maior patamar em quase dois meses. Já o Ibovespa, principal índice da B3, fechou aos 157.369 pontos, com recuo de 4,31%, a maior baixa diária desde fevereiro de 2021.

Apesar do dia começar sob influência de indicadores econômicos dos Estados Unidos, o cenário político em Brasília acabou dominando o humor dos investidores. A sinalização de que Flávio Bolsonaro pode ser o nome da direita na disputa presidencial de 2026 gerou reação imediata nos mercados.

O movimento frustrou expectativas de parte dos agentes financeiros, que apostavam em uma eventual chapa formada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com Michelle Bolsonaro na vice, considerada por analistas como uma composição mais previsível e capaz de unificar o eleitorado conservador. A possível mudança de estratégia elevou a percepção de incerteza política e aumentou a aversão ao risco.

Ao longo da tarde, o dólar ganhou força frente ao real e a Bolsa inverteu o sinal positivo observado no início do dia. O cenário ocorreu mesmo com dados de inflação nos Estados Unidos vindo dentro das projeções, o que normalmente traria algum alívio para os mercados.

No acumulado da semana, o dólar registra alta de 1,83%. Já o Ibovespa passou a operar no vermelho tanto no mês quanto na semana, embora ainda acumule valorização superior a 30% no ano.

Especialistas apontam que a volatilidade política tende a seguir influenciando os ativos brasileiros nos próximos dias. Ainda assim, parte do mercado mantém uma visão positiva para o médio prazo, sustentada pela expectativa de início do ciclo de queda dos juros no Brasil e também nos Estados Unidos.

No exterior, os principais índices de Wall Street operaram em leve alta, impulsionados pela expectativa de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve. Bolsas europeias fecharam mistas, enquanto os mercados asiáticos apresentaram predominância de altas.

Foto: Reprodução

Redação Brasil News

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Mercados globais reagem e futuros de Nova York sobem após tom moderado de Trump sobre a China https://brasilnews.tv/mercados-globais-reagem-e-futuros-de-nova-york-sobem-apos-tom-moderado-de-trump-sobre-a-china/ https://brasilnews.tv/mercados-globais-reagem-e-futuros-de-nova-york-sobem-apos-tom-moderado-de-trump-sobre-a-china/#respond Mon, 13 Oct 2025 13:11:41 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1804 Os mercados internacionais começaram a semana em tom de recuperação nesta segunda-feira (13), impulsionados pela mudança de discurso do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu o tom de confronto com a China e trouxe alívio temporário ao clima de risco nos mercados.

Na sexta-feira, Trump havia anunciado a intenção de impor tarifas de até 100% sobre produtos chineses a partir de 1º de novembro, o que havia derrubado bolsas e aumentado a procura por ativos de proteção. No entanto, durante o fim de semana, o republicano afirmou em rede social que “tudo ficará bem” e que os Estados Unidos “não querem prejudicar a China”.

O gesto foi bem recebido por investidores. Em Wall Street, os futuros do S&P 500 subiam 0,8%, e os futuros do Nasdaq, 1,1%, enquanto os mercados avaliavam o cenário com maior otimismo. A semana também marca o início da temporada de balanços de grandes bancos, como JPMorgan, Goldman Sachs, Citigroup e Wells Fargo, o que ajuda a movimentar o mercado americano.

Na Ásia, as bolsas tiveram um início de sessão instável devido aos feriados nos Estados Unidos e no Japão, mas se estabilizaram ao longo do dia. O índice Nikkei registrou alta de 1%, após forte queda de 5% na sexta-feira, influenciada por incertezas políticas no Japão e pela valorização do iene.

Em Pequim, o governo chinês reafirmou que manterá restrições às exportações de elementos de terras raras e equipamentos tecnológicos, mas evitou responder com novas tarifas, em um sinal de busca por moderação. Analistas do Goldman Sachs avaliam que os dois países podem prolongar a pausa tarifária e adotar pequenas concessões mútuas nas próximas semanas.

Na Europa, o clima também foi de cautela, com o governo francês anunciando nova formação ministerial liderada por Sebastien Lecornu, que enfrenta desafios políticos para aprovar o orçamento de 2026.

No mercado de câmbio, o dólar registrava leve valorização frente ao iene japonês, cotado a 151,76, e estabilidade em relação ao euro, negociado a US$ 1,16. O ouro, ativo de segurança em tempos de incerteza, subia 0,2%, a US$ 4.023 por onça, permanecendo próximo ao recorde da semana passada.

Já o petróleo também avançava: o Brent subia 1,0%, a US$ 63,36 o barril, enquanto o WTI ganhava 1,0%, a US$ 59,45, apoiado na expectativa de que EUA e China possam evitar novas tarifas.

Os investidores agora aguardam as declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que discursará na terça-feira (14) durante um evento da Associação Nacional de Economistas de Negócios (NABE), em Washington. O mercado estima uma alta probabilidade de novo corte de juros pelo Fed ainda neste mês.

Foto: Bloomberg

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Dólar ultrapassa R$ 5,50 com crise entre EUA e China; Bolsa acumula queda de quase 4% no mês https://brasilnews.tv/dolar-ultrapassa-r-550-com-crise-entre-eua-e-china-bolsa-acumula-queda-de-quase-4-no-mes/ https://brasilnews.tv/dolar-ultrapassa-r-550-com-crise-entre-eua-e-china-bolsa-acumula-queda-de-quase-4-no-mes/#respond Sat, 11 Oct 2025 14:32:28 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1761 O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (10) sob forte instabilidade. O dólar comercial ultrapassou a marca de R$ 5,50, maior valor desde agosto, em meio à escalada da disputa comercial entre Estados Unidos e China e à crescente preocupação com o cenário fiscal brasileiro.

A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$ 5,503, com alta de 2,38%. Durante o pregão, chegou a bater R$ 5,51, revertendo uma breve queda observada pela manhã. Com o resultado, o dólar acumula alta de 3,39% em outubro e 3,13% na semana.

Enquanto isso, a Bolsa de Valores (B3) encerrou em queda de 0,73%, aos 140.680 pontos, registrando o segundo recuo consecutivo e acumulando perda de 3,8% no mês.

No cenário internacional, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou um aumento de 100% nas tarifas sobre produtos chineses, em resposta à decisão de Pequim de restringir exportações de terras raras — minerais essenciais para a indústria de tecnologia. O movimento provocou forte aversão ao risco nos mercados globais.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu 2,71%, o Nasdaq recuou 3,56% e o Dow Jones perdeu 1,88%. O petróleo Brent também sofreu queda de 3,82%, sendo negociado a US$ 62,73, o menor valor em cinco meses.

No Brasil, a instabilidade externa se soma às dúvidas fiscais após a derrubada da MP que aumentaria a tributação de investimentos, o que pode gerar um rombo de cerca de R$ 17 bilhões no orçamento de 2026. O governo deve discutir alternativas de compensação na próxima semana.

📊 Com informações da Reuters

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