Groenlândia – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Mon, 16 Mar 2026 13:53:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Groenlândia – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 A maior cachoeira do planeta tem 3.500 metros e está escondida no fundo do oceano. https://brasilnews.tv/a-maior-cachoeira-do-planeta-tem-3-500-metros-e-esta-escondida-no-fundo-do-oceano/ https://brasilnews.tv/a-maior-cachoeira-do-planeta-tem-3-500-metros-e-esta-escondida-no-fundo-do-oceano/#respond Tue, 17 Mar 2026 04:51:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8019 A maior cachoeira do planeta não pode ser vista a olho nu e está escondida no fundo do oceano. Conhecida como Catarata do Estreito da Dinamarca, essa gigantesca queda d’água submarina fica localizada entre a Groenlândia e a Islândia, no oceano Ártico.

O fenômeno ocorre em uma região chamada Estreito da Dinamarca e possui uma queda total estimada em cerca de 3.500 metros. A parte principal da queda chega a aproximadamente 2.000 metros de altura, o que torna a catarata quase quatro vezes maior que as Cataratas do Anjo, na Venezuela, consideradas a maior cachoeira em terra firme.

Diferentemente das cachoeiras tradicionais formadas por rios que despencam de penhascos, as cachoeiras submarinas surgem a partir de diferenças de temperatura e salinidade entre massas de água no oceano.

Nesse caso, águas extremamente frias e densas provenientes do Ártico afundam e escorrem lentamente pelo fundo do mar, passando por uma espécie de “encosta submarina”. Esse movimento cria um gigantesco fluxo descendente de água que forma a catarata.

Apesar de sua dimensão colossal, o fenômeno é completamente invisível na superfície do oceano. Navios podem atravessar a região sem perceber que abaixo deles existe uma das maiores estruturas naturais do planeta.

Cientistas conseguem identificar a catarata apenas por meio de instrumentos de medição, como sensores de temperatura, salinidade e correntes oceânicas, além de mapas detalhados do fundo marinho.

Pesquisadores acreditam que a formação da catarata ocorreu entre cerca de 17.500 e 11.500 anos atrás, durante o fim da última era glacial, quando o movimento das geleiras moldou o relevo submarino da região.

Além de impressionar pela escala, a Catarata do Estreito da Dinamarca possui enorme importância para o equilíbrio climático da Terra. Ao empurrar grandes volumes de água fria e densa para o sul, o fenômeno ajuda a abrir caminho para que correntes mais quentes do Atlântico, como a Corrente do Golfo, se desloquem em direção ao norte.

Esse processo influencia diretamente o clima do planeta, ajudando a regular temperaturas, alimentar cadeias alimentares marinhas e até impactar padrões de tempestades em várias regiões do mundo.

Embora invisível para turistas ou observadores comuns, a gigantesca cachoeira submarina funciona como uma peça essencial no sistema de circulação oceânica global.

Foto: Ianm35 / Getty Images
Redação – Thiago Salles

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Groenlândia vira peça-chave do tabuleiro global: Trump articula acordo militar e acende alerta na Europa. https://brasilnews.tv/groenlandia-vira-peca-chave-do-tabuleiro-global-trump-articula-acordo-militar-e-acende-alerta-na-europa/ https://brasilnews.tv/groenlandia-vira-peca-chave-do-tabuleiro-global-trump-articula-acordo-militar-e-acende-alerta-na-europa/#respond Thu, 22 Jan 2026 23:25:27 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6349 A Groenlândia tornou-se o novo foco de tensão geopolítica após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre um possível acordo envolvendo o futuro do território. Nos bastidores, diplomatas e autoridades de segurança ocidentais discutem alternativas que ampliariam a presença da OTAN no Ártico sem a transferência formal da soberania da ilha, atualmente vinculada à Dinamarca.

Segundo fontes ouvidas sob condição de anonimato, as conversas avançaram nos últimos dias com foco em três eixos principais: reforço militar no Ártico, garantias estratégicas aos Estados Unidos e restrições à exploração de recursos naturais por países considerados rivais, como Rússia e China.

Uma das ideias em análise prevê a criação de uma nova missão da OTAN voltada exclusivamente à região, apelidada informalmente de “Arctic Sentry”. A iniciativa teria como objetivo monitorar atividades militares e proteger rotas estratégicas em uma área cada vez mais disputada devido ao degelo e à abundância de minerais críticos.

Outro ponto sensível envolve a atualização de um acordo firmado em 1951 entre Dinamarca e Estados Unidos, que já concede amplo acesso militar americano à Groenlândia. A proposta em discussão ampliaria esse pacto, permitindo que bases militares dos EUA passassem a ter status semelhante ao de áreas soberanas — modelo inspirado nas bases britânicas em Chipre.

Autoridades americanas avaliam que a Groenlândia é estratégica para projetos de defesa antimísseis, incluindo o sistema conhecido como “Golden Dome”, que poderia ter componentes instalados no território ártico. Ao mesmo tempo, há preocupação em impedir que países fora da OTAN obtenham direitos de exploração dos minerais raros existentes sob a camada de gelo da ilha.

Apesar do avanço das negociações, o futuro do acordo permanece incerto. O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, declarou publicamente que não aceita qualquer cessão de soberania. “Estamos abertos ao diálogo, mas soberania não está em negociação”, afirmou.

A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reforçou a posição do governo ao afirmar que segurança e investimentos podem ser discutidos, mas que o território não está à venda. A declaração veio após reuniões paralelas durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Na quarta-feira, Trump chegou a descartar o uso de força militar, mas sinalizou que poderia recorrer a sanções econômicas caso suas demandas não fossem atendidas. Poucas horas depois, anunciou ter alcançado um entendimento preliminar com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, suspendendo tarifas que seriam impostas à Dinamarca e a outros países europeus.

Líderes europeus reagiram com cauteloso otimismo. O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que a prioridade deve ser a proteção do Ártico frente à Rússia, sem abrir mão dos princípios de soberania e integridade territorial que sustentam a parceria transatlântica.

Enquanto isso, militares da OTAN afirmam que ainda não há planejamento operacional definido para a região e que qualquer avanço dependerá de decisões políticas nos próximos meses. Apesar disso, o clima entre líderes europeus é de alívio temporário, com a percepção de que uma crise diplomática maior foi, ao menos por ora, contida.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, falou sobre a questão de Groenlândia. Foto: Thomas Traasdahl/Ritzau Scanpix/AFP

Foto: Mandel Ngan / AFP
Thomas Traasdahl / Ritzau Scanpix / AFP

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Trump parte para o confronto e ameaça tomar a Groenlândia: “Agora é a hora” https://brasilnews.tv/trump-parte-para-o-confronto-e-ameaca-tomar-a-groenlandia-agora-e-a-hora/ https://brasilnews.tv/trump-parte-para-o-confronto-e-ameaca-tomar-a-groenlandia-agora-e-a-hora/#respond Mon, 19 Jan 2026 13:33:31 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6243 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom e reacendeu um dos debates mais explosivos da política internacional ao afirmar que a Dinamarca não foi capaz de conter a presença russa na Groenlândia. A declaração foi publicada nesta segunda-feira (19) em sua rede social, a Truth Social, e rapidamente repercutiu entre aliados e adversários.

No texto, Trump citou diretamente a OTAN, alegando que a aliança vem alertando a Dinamarca há duas décadas sobre a importância estratégica da Groenlândia. Segundo ele, a falta de ações concretas abriu espaço para ameaças no Ártico. “Agora é a hora, e isso será feito”, escreveu o presidente, em uma mensagem interpretada como um ultimato.

Desde que retornou ao poder, Trump tem repetido sua intenção de assumir o controle da ilha, hoje um território autônomo sob soberania dinamarquesa. Em declarações anteriores, ele chegou a afirmar que conseguiria isso “de uma maneira ou de outra”, justificando a medida como essencial para barrar o avanço da Rússia e da China na região polar.

A Groenlândia é considerada estratégica não apenas por sua posição geográfica no Ártico, mas também por abrigar vastas reservas minerais e rotas de interesse militar. Para Trump, o controle do território seria vital para a segurança nacional americana.

A resposta europeia veio rapidamente. No domingo (18), oito países divulgaram uma declaração conjunta em defesa da Groenlândia, reforçando o compromisso com a estabilidade do Ártico. Além da Dinamarca, assinaram o documento Finlândia, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido.

No texto, os países afirmam que, como membros da Otan, pretendem fortalecer a segurança no Ártico como um interesse comum. A declaração também faz um alerta indireto a Trump, criticando ameaças tarifárias e afirmando que esse tipo de pressão pode deteriorar gravemente as relações transatlânticas.

O episódio amplia o clima de instabilidade diplomática e coloca a Groenlândia no centro de uma disputa global que envolve poder militar, economia e influência geopolítica — com potencial de gerar impactos muito além do Ártico.

Foto: Reprodução / Truth Social

Redação Brasil News

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Depois da Venezuela, Trump mira Groenlândia: EUA podem tentar tomar ilha estratégica “de qualquer jeito”. https://brasilnews.tv/depois-da-venezuela-trump-mira-groenlandia-eua-podem-tentar-tomar-ilha-estrategica-de-qualquer-jeito/ https://brasilnews.tv/depois-da-venezuela-trump-mira-groenlandia-eua-podem-tentar-tomar-ilha-estrategica-de-qualquer-jeito/#respond Tue, 13 Jan 2026 12:59:08 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6027 Os Donald Trump renovaram nos últimos dias um discurso que coloca a Groenlândia no centro das atenções geopolíticas internacionais, em um contexto pós-operação militar dos Estados Unidos na Venezuela.

Segundo declarações do mandatário e de membros de sua administração, os EUA estão avaliando com seriedade formas de “adquirir” a Groenlândia para reforçar a segurança nacional e evitar que potências como Rússia ou China ganhem influência no Ártico. Trump chegou a afirmar que o país simplesmente obterá o controle “de uma forma ou de outra”, sugerindo que opções diplomáticas seriam preferidas, mas sem descartar meios mais duros se necessário.

A posição americana, que ganhou repercussão global, provocou reação firme de líderes europeus. O governo da NATO e autoridades de países como Dinamarca e Itália enfatizaram o respeito à soberania territorial e alertaram que qualquer tentativa de mudança pela força poderia até comprometer a coesão do bloco de defesa transatlântico.

Autoridades em Nuuk, capital da Groenlândia, reiteraram que a ilha — rica em recursos minerais e posicionada estrategicamente entre América do Norte e Europa — não está à venda e que questões de soberania seriam decididas apenas com o consentimento de seu povo.

O interesse renovado dos EUA no território — que inclui a já existente presença militar americana por meio de bases como a Space Force em Pituffik — está inserido em uma disputa mais ampla pelo Ártico, onde rotas comerciais, vigilância estratégica e reservas de minerais críticos tornam a região cada vez mais valiosa.

Especialistas veem a retórica americana como um teste aos limites das normas internacionais e um grande desafio para alianças tradicionais, sobretudo se ameaças mais diretas continuarem sendo mencionadas por Washington.

Foto: Jens Nørgaard Larsen / The Daily Digest

Redação Brasil News

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Trump sobe o tom e ameaça: Groenlândia será dos EUA “por bem ou por mal”. https://brasilnews.tv/trump-sobe-o-tom-e-ameaca-groenlandia-sera-dos-eua-por-bem-ou-por-mal/ https://brasilnews.tv/trump-sobe-o-tom-e-ameaca-groenlandia-sera-dos-eua-por-bem-ou-por-mal/#respond Sat, 10 Jan 2026 17:25:18 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5948 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a causar tensão no cenário internacional ao afirmar que pretende levar adiante, a qualquer custo, o plano de transformar a Groenlândia em território americano. A declaração foi feita nesta sexta-feira (9), durante uma reunião na Casa Branca com executivos da indústria petrolífera.

“Quero fechar um acordo do jeito fácil. Mas, se não der, vamos fazer do jeito difícil”, disse Trump, deixando explícito que não descarta medidas mais duras para atingir o objetivo. Segundo ele, o controle da ilha — atualmente sob soberania da Dinamarca — é estratégico para a segurança nacional dos EUA, diante do avanço militar da Rússia e da China na região do Ártico.

A Groenlândia é considerada uma área-chave por sua localização geopolítica e pela abundância de minerais raros, cada vez mais valiosos em disputas globais. Trump afirmou que permitir a presença crescente de potências rivais na região seria uma ameaça direta aos interesses americanos. “Não vamos permitir que Rússia ou China ocupem a Groenlândia. Se não agirmos, isso vai acontecer”, declarou.

Apesar do tom agressivo, a Casa Branca indicou que o presidente ainda considera ativamente a possibilidade de comprar a ilha, embora não tenha explicado como uma eventual negociação seria conduzida. Em entrevista recente ao The New York Times, Trump reconheceu que pode ter de escolher entre manter a integridade da Organização do Tratado do Atlântico Norte ou avançar sobre o território dinamarquês.

A reação em Copenhague foi imediata. A primeira-ministra Mette Frederiksen alertou que qualquer ataque americano significaria “o fim de tudo”, numa referência direta à Otan e à histórica aliança entre Dinamarca e Estados Unidos.

Mesmo assim, Trump minimizou os argumentos dinamarqueses. “Gosto da Dinamarca, mas o fato de eles terem chegado ali há 500 anos não significa que sejam donos da terra”, afirmou, em mais uma declaração que elevou o clima de confronto diplomático.

As falas reacendem um debate sensível sobre soberania, alianças militares e a corrida estratégica pelo Ártico. Analistas veem nas declarações de Trump um risco real de ruptura entre aliados históricos e um novo capítulo de instabilidade na geopolítica global.

Foto: Saul Loeb
Redação Brasil News

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Europa entra em alerta máximo e prepara reação a possível ofensiva dos EUA para tomar a Groenlândia. https://brasilnews.tv/europa-entra-em-alerta-maximo-e-prepara-reacao-a-possivel-ofensiva-dos-eua-para-tomar-a-groenlandia/ https://brasilnews.tv/europa-entra-em-alerta-maximo-e-prepara-reacao-a-possivel-ofensiva-dos-eua-para-tomar-a-groenlandia/#respond Wed, 07 Jan 2026 19:44:17 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5891 Governos da Europa passaram a se movimentar nos bastidores para articular uma resposta conjunta à possibilidade de uma ofensiva dos Estados Unidos sobre a Groenlândia. O alerta foi acionado após o presidente norte-americano Donald Trump voltar a defender publicamente a ideia de controle do território estratégico localizado no Ártico.

A iniciativa causou apreensão entre países europeus e membros da OTAN, já que a Groenlândia é um território autônomo ligado à Dinamarca, integrante da aliança militar ocidental. Qualquer tentativa de anexação forçada poderia gerar uma crise sem precedentes entre aliados históricos.

Segundo informações da agência Reuters, França e Alemanha lideram as conversas diplomáticas para alinhar uma reação política coordenada. O objetivo é evitar ações unilaterais que desestabilizem o equilíbrio estratégico no Ártico e aprofundem o desgaste nas relações transatlânticas.

A Groenlândia possui enorme valor geopolítico por sua posição estratégica, além de riquezas minerais e rotas marítimas cada vez mais disputadas devido ao degelo provocado pelas mudanças climáticas. Analistas avaliam que qualquer movimento militar dos Estados Unidos teria impactos diretos na segurança europeia e poderia provocar fissuras profundas dentro da Otan.

Nos bastidores de Bruxelas, cresce o temor de que uma ofensiva desse tipo represente não apenas um conflito territorial, mas também um teste de força entre Washington e as capitais europeias. A União Europeia avalia cenários que vão desde sanções diplomáticas até ações conjuntas de pressão política.

Embora ainda não haja confirmação de uma ação concreta, o simples retorno do tema ao discurso oficial norte-americano foi suficiente para colocar a Europa em estado de alerta máximo, reacendendo debates sobre soberania, alianças militares e o futuro da ordem internacional no Ártico.

De fato, de quem é a Groenlândia?

A Groenlândia pertence ao Reino da Dinamarca, mas não é um país independente. Trata-se de um território autônomo, com alto grau de autogoverno.

Como funciona na prática

  • Soberania: Dinamarca
  • Autonomia: ampla (Parlamento e governo próprios)
  • Nome local: Kalaallit Nunaat
  • Capital: Nuuk

Desde 2009, a Groenlândia controla áreas como educação, saúde, recursos naturais e polícia. Já a política externa, defesa e moeda continuam sob responsabilidade da Dinamarca.

E os Estados Unidos?

Os EUA não têm soberania sobre a Groenlândia. Mantêm presença estratégica por meio da OTAN, incluindo uma base militar no território, mas isso ocorre com autorização dinamarquesa.

A Groenlândia pode virar um país?

Pode, se quiser. O acordo de autonomia prevê o direito à autodeterminação. Para isso, seria necessário um referendo entre os groenlandeses — algo que hoje divide opiniões, principalmente por questões econômicas e de defesa.

Crédito da foto: Shutterstock / Reuters

Redação Brasil News

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Trump nomeia governador da Louisiana como enviado à Groenlândia e provoca reação dura da Dinamarca. https://brasilnews.tv/trump-nomeia-governador-da-louisiana-como-enviado-a-groenlandia-e-provoca-reacao-dura-da-dinamarca/ https://brasilnews.tv/trump-nomeia-governador-da-louisiana-como-enviado-a-groenlandia-e-provoca-reacao-dura-da-dinamarca/#respond Mon, 22 Dec 2025 22:59:19 +0000 https://brasilnews.tv/?p=5408 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a nomeação do governador da Louisiana, Jeff Landry, como enviado especial norte-americano à Groenlândia. A decisão reacendeu preocupações diplomáticas em Dinamarca, que voltou a rejeitar qualquer tentativa de anexação da ilha pelos Estados Unidos.

Trump voltou a defender que a Groenlândia tem importância estratégica para a segurança nacional americana e para a proteção de aliados, além de destacar o interesse nos recursos minerais da região ártica. Segundo o presidente, Landry teria papel central na promoção desses interesses em nível internacional.

A reação em Copenhague foi imediata. O ministro das Relações Exteriores dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, afirmou que pretende convocar o embaixador dos Estados Unidos para prestar esclarecimentos, classificando a nomeação como inaceitável e desrespeitosa à integridade territorial do Reino da Dinamarca.

Na Groenlândia, o primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen reiterou que a população local é a única responsável por decidir o futuro político da ilha. Em declaração pública, ele afirmou que anúncios vindos de Washington não alteram a posição do governo groenlandês, que mantém a defesa da autodeterminação.

Jeff Landry, por sua vez, agradeceu publicamente a confiança de Trump e disse que o cargo é voluntário, afirmando que a função diplomática não interfere em suas responsabilidades como governador da Louisiana.

A Casa Branca não comentou oficialmente as críticas, enquanto o episódio reforça as tensões diplomáticas envolvendo interesses estratégicos no Ártico e o papel crescente da Groenlândia no cenário geopolítico global.

Foto: Carlos Barria / Reuters

Redação Brasil News

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