Gilmar Mendes – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Fri, 27 Mar 2026 09:38:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Gilmar Mendes – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 STF atropela decisão de Mendonça e barra prorrogação de CPMI do INSS. https://brasilnews.tv/stf-atropela-decisao-de-mendonca-e-barra-prorrogacao-de-cpmi-do-inss/ https://brasilnews.tv/stf-atropela-decisao-de-mendonca-e-barra-prorrogacao-de-cpmi-do-inss/#respond Sat, 28 Mar 2026 05:35:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8398 O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (26), derrubar a determinação do ministro André Mendonça que previa a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

Por maioria de 6 votos a 2, os ministros entenderam que a questão não deve ser tratada pelo Judiciário, mas sim pelo próprio Congresso Nacional, responsável pela condução e eventual extensão das CPIs.

O relator havia votado para estender os trabalhos da comissão por mais 60 dias, sendo acompanhado apenas pelo ministro Luiz Fux. No entanto, prevaleceu a divergência aberta por Flávio Dino, que destacou que a Constituição não atribui ao STF competência para interferir diretamente na duração de comissões parlamentares.

A maioria foi formada com os votos de ministros como Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Nunes Marques e Dias Toffoli.

Durante o julgamento, o ministro Gilmar Mendes fez críticas contundentes a práticas adotadas no âmbito da comissão, especialmente em relação a quebras de sigilo. Em tom duro, classificou determinadas ações como ilegais e inconstitucionais, gerando forte repercussão.

A ação que motivou a análise do Supremo foi apresentada pelo senador Carlos Viana, ligado à condução da CPMI do INSS. O caso evidenciou mais um capítulo de tensão entre os poderes, envolvendo os limites de atuação do Judiciário sobre decisões do Legislativo.

Com a decisão, a prorrogação da CPMI fica sem efeito imediato, e o futuro da comissão dependerá exclusivamente de deliberação política dentro do Congresso Nacional.

Foto: Rosinei Coutinho/STF
Redação – Thiago Salles

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STF aperta o cerco: Gilmar Mendes manda suspender penduricalhos e ameaça devolução de valores. https://brasilnews.tv/stf-aperta-o-cerco-gilmar-mendes-manda-suspender-penduricalhos-e-ameaca-devolucao-de-valores/ https://brasilnews.tv/stf-aperta-o-cerco-gilmar-mendes-manda-suspender-penduricalhos-e-ameaca-devolucao-de-valores/#respond Tue, 24 Feb 2026 11:22:40 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7355 O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que verbas de natureza indenizatória destinadas a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público só poderão ser pagas quando houver previsão expressa em lei aprovada pelo Congresso Nacional. A decisão foi tomada em caráter liminar e ainda será analisada pelo plenário da Corte.

A medida atende a uma ação direta de inconstitucionalidade apresentada pela Procuradoria-Geral da República e estabelece prazos para que órgãos suspendam pagamentos considerados irregulares, conhecidos como “penduricalhos”.

Segundo a decisão, tribunais e Ministérios Públicos estaduais terão até 60 dias para interromper o pagamento de verbas criadas com base em legislações estaduais. Já os benefícios instituídos por decisões administrativas ou atos normativos secundários deverão ser suspensos em até 45 dias.

A determinação segue entendimento recente do ministro Flávio Dino, que também determinou a revisão de pagamentos adicionais nos três Poderes, reforçando que apenas verbas indenizatórias previstas em lei podem ficar fora do teto constitucional.

Gilmar Mendes afirmou que, após o fim dos prazos estabelecidos, qualquer pagamento em desacordo com a decisão poderá ser considerado ato atentatório à dignidade da Justiça, sujeito a apuração administrativa, disciplinar e penal, além da possibilidade de devolução dos valores recebidos.

O ministro destacou que os chamados penduricalhos provocam desequilíbrios e comprometem a isonomia dentro do sistema, lembrando que a Constituição já estabelece critérios claros para a remuneração da magistratura, vinculada ao teto do funcionalismo público.

Segundo ele, a uniformização nacional das regras é essencial para garantir transparência e controle sobre os pagamentos, evitando distorções e assegurando que os benefícios sejam concedidos apenas quando previstos em legislação adequada.

Foto: Reprodução STF
Redação Brasil News

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Gilmar Mendes restringe pedidos de impeachment contra ministros do STF e decisão gera reação imediata no Senado. https://brasilnews.tv/gilmar-mendes-restringe-pedidos-de-impeachment-contra-ministros-do-stf-e-decisao-gera-reacao-imediata-no-senado/ https://brasilnews.tv/gilmar-mendes-restringe-pedidos-de-impeachment-contra-ministros-do-stf-e-decisao-gera-reacao-imediata-no-senado/#respond Wed, 03 Dec 2025 22:26:26 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4459 Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reacendeu nesta quarta-feira um embate institucional entre Judiciário e Legislativo. Em liminar de caráter individual, o magistrado determinou que apenas o procurador-geral da República tem legitimidade para pedir a abertura de processos de impeachment contra ministros da própria Corte.

No entendimento do decano do STF, trechos da Lei do Impeachment, em vigor desde 1950, não estariam compatíveis com a Constituição de 1988 quando se trata do afastamento de magistrados do Supremo. Para Mendes, o uso indiscriminado desse mecanismo pode representar uma tentativa de intimidação contra membros da mais alta Corte do país.

Na decisão, o ministro afirma que pedidos infundados de impeachment contra integrantes do STF não apenas atingem a honra individual dos magistrados, como também enfraquecem a credibilidade das instituições e comprometem o equilíbrio entre os Poderes.

A medida, no entanto, ainda precisa ser analisada pelo plenário do Supremo. Mesmo assim, a reação no Senado foi imediata. Em pronunciamento oficial, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, afirmou que eventuais excessos no uso do instrumento do impeachment não justificam sua anulação por meio de uma decisão judicial.

Segundo o parlamentar, mudanças em regras previstas em lei só poderiam ocorrer por meio de debate e aprovação do Legislativo. Para ele, uma decisão individual de ministro não pode se sobrepor a uma norma votada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República.

Alcolumbre também criticou o que considera uso exagerado de decisões monocráticas por tribunais superiores e defendeu uma revisão desse modelo. A oposição ao governo federal, que vinha articulando pressão política sobre ministros do STF com base em pedidos de impeachment, também reagiu de forma dura à liminar.

Enquanto isso, dezenas de requerimentos contra magistrados da Suprema Corte continuam parados no Senado, agora sob impacto direto da nova interpretação jurídica apresentada por Gilmar Mendes.

Foto: Arquivo Brasil News
Redação Brasil News

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