espaço – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Sat, 11 Apr 2026 01:49:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png espaço – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Missão Artemis II retorna à Terra após viagem histórica à Lua e quebra recorde humano no espaço. https://brasilnews.tv/missao-artemis-ii-retorna-a-terra-apos-viagem-historica-a-lua-e-quebra-recorde-humano-no-espaco/ https://brasilnews.tv/missao-artemis-ii-retorna-a-terra-apos-viagem-historica-a-lua-e-quebra-recorde-humano-no-espaco/#respond Sat, 11 Apr 2026 06:46:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8934 A Artemis II entrou para a história ao retornar à Terra após uma jornada de quase dez dias ao redor da Lua. A missão, conduzida pela NASA, marcou o retorno de voos tripulados ao espaço profundo depois de mais de meio século.

A cápsula Orion realizou a amerissagem no Oceano Pacífico, próximo à costa de San Diego, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira. A tripulação — formada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen — foi resgatada com segurança após cerca de uma hora de espera no mar.

Durante a missão, os astronautas viajaram mais longe da Terra do que qualquer outro ser humano na história recente, superando a marca registrada pela Apollo 13. A equipe também conseguiu observar detalhes do chamado “lado oculto” da Lua a olho nu, algo raro mesmo em missões espaciais.

Além do feito histórico, a Artemis II teve papel fundamental na validação de tecnologias. O voo testou o poderoso foguete Space Launch System (SLS) e sistemas críticos da cápsula Orion, incluindo navegação, comunicação e suporte à vida — etapas essenciais para futuras missões com pouso lunar.

A reentrada na atmosfera foi um dos momentos mais críticos da missão. A cápsula atingiu velocidades próximas de 30 mil km/h e enfrentou temperaturas de até 2.700 °C, exigindo máxima eficiência do escudo térmico para garantir a segurança da tripulação.

Após o resgate, os astronautas passaram por avaliações médicas. O retorno à gravidade terrestre exige adaptação do corpo, já que a exposição prolongada à microgravidade pode causar perda de massa muscular e redução da força física.

A missão também representou um marco em diversidade na exploração espacial. Pela primeira vez, uma mulher e um homem negro viajaram até a Lua — Christina Koch e Victor Glover — ampliando a representatividade em um programa historicamente restrito.

Com duração total de 9 dias, 1 hora e 31 minutos, a Artemis II prepara o caminho para os próximos passos do programa Artemis, que incluem o retorno de astronautas à superfície lunar e, no longo prazo, missões tripuladas a Marte.

Mais do que um avanço tecnológico, a missão reforça o início de uma nova era na exploração espacial, com foco em presença humana contínua fora da Terra.

Foto: NASA/Divulgação
Redação – Thiago Salles

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Astronauta da missão Artemis II emociona o mundo ao refletir sobre a vida após ver a Terra do espaço. https://brasilnews.tv/astronauta-da-missao-artemis-ii-emociona-o-mundo-ao-refletir-sobre-a-vida-apos-ver-a-terra-do-espaco/ https://brasilnews.tv/astronauta-da-missao-artemis-ii-emociona-o-mundo-ao-refletir-sobre-a-vida-apos-ver-a-terra-do-espaco/#respond Sat, 11 Apr 2026 06:43:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8931 A missão Artemis II, liderada pela NASA, vem trazendo não apenas avanços científicos, mas também momentos de forte impacto emocional. Um dos astronautas da tripulação, Jeremy Hansen, chamou atenção ao compartilhar uma reflexão sobre o sentido da vida após observar a Terra do espaço.

Durante uma comunicação oficial, Hansen destacou como a visão do planeta a partir de fora reforça valores fundamentais da humanidade. Segundo ele, a experiência não muda aquilo que já sabemos, mas intensifica a percepção de que o propósito humano está ligado à cooperação, à construção coletiva e ao apoio mútuo.

A declaração ganha ainda mais peso ao considerar o contexto da missão. A Artemis II marca um passo importante no retorno de missões tripuladas ao entorno da Lua, sendo a primeira em décadas a levar humanos novamente a essa região do espaço profundo.

Além de Hansen, outros membros da tripulação também relataram o impacto psicológico da jornada. O comandante Reid Wiseman descreveu a experiência de circundar a Lua como algo difícil de processar no momento, destacando o privilégio de vivenciar um evento tão raro na história da exploração espacial.

Mesmo com o lado emocional em destaque, a missão segue cumprindo etapas técnicas essenciais. A cápsula Orion continua realizando ajustes de trajetória e testes fundamentais para futuras missões, incluindo aquelas que devem levar astronautas novamente à superfície lunar nos próximos anos.

Outro ponto recorrente nos relatos dos astronautas é a sensação de fragilidade da Terra vista do espaço. A ausência de fronteiras visíveis e a percepção de isolamento do planeta reforçam a importância de sua preservação — um tema cada vez mais presente nas missões espaciais modernas.

A Artemis II, portanto, vai além da ciência e da tecnologia. Ao proporcionar uma nova perspectiva sobre o planeta, a missão também desperta reflexões profundas sobre o papel da humanidade, o futuro das próximas gerações e a necessidade de cuidar do único lar que todos compartilham.

Foto: NASA/Divulgação
Redação – Thiago Salles

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Cientistas revelam “caverna gigante” em Vênus e descoberta pode mudar tudo na exploração espacial. https://brasilnews.tv/cientistas-revelam-caverna-gigante-em-venus-e-descoberta-pode-mudar-tudo-na-exploracao-espacial/ https://brasilnews.tv/cientistas-revelam-caverna-gigante-em-venus-e-descoberta-pode-mudar-tudo-na-exploracao-espacial/#respond Sat, 11 Apr 2026 04:52:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8781 Uma descoberta impressionante acaba de colocar Vênus novamente no centro das atenções da ciência mundial. Astrônomos confirmaram a existência de uma gigantesca caverna vulcânica no planeta, algo inédito até então e que pode mudar completamente os planos de exploração espacial no futuro.

O achado foi possível graças a análises detalhadas por radar, que identificaram estruturas subterrâneas conhecidas como tubos de lava. Essas formações surgem quando a lava flui sob uma camada já resfriada, criando túneis que permanecem vazios após o fim da atividade vulcânica.

O que surpreendeu os cientistas foi o tamanho dessas estruturas em Vênus. Segundo os dados, as cavernas são significativamente maiores do que qualquer formação semelhante encontrada na Terra, indicando que o planeta possui uma dinâmica geológica muito mais intensa do que se imaginava.

Essa descoberta tem um peso enorme para a ciência. A superfície de Vênus é extremamente hostil, com temperaturas altíssimas e pressão esmagadora. No entanto, essas cavernas podem funcionar como uma espécie de abrigo natural, protegendo equipamentos e futuras missões contra as condições extremas.

Além disso, o interior dessas estruturas pode preservar informações valiosas sobre a história do planeta, funcionando como uma cápsula do tempo geológica. Cientistas acreditam que ali podem estar pistas fundamentais sobre a evolução de Vênus ao longo de bilhões de anos.

O próximo passo agora é aprofundar os estudos e desenvolver tecnologias capazes de explorar essas cavernas com segurança. Missões robóticas avançadas devem ser as primeiras a investigar o local, abrindo caminho para uma nova fase da exploração espacial.

A descoberta não apenas amplia o conhecimento sobre Vênus, mas também levanta novas possibilidades sobre a exploração de ambientes extremos em outros planetas, incluindo locais que antes eram considerados totalmente inóspitos.

Foto: Joaquim Luppi Fernandes
Redação – Thiago Salles

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NASA reacende debate: estamos sozinhos no universo? https://brasilnews.tv/nasa-reacende-debate-estamos-sozinhos-no-universo/ https://brasilnews.tv/nasa-reacende-debate-estamos-sozinhos-no-universo/#respond Fri, 10 Apr 2026 08:40:06 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8852 Uma declaração recente de Jared Isaacman, chefe da NASA, voltou a colocar em pauta uma das maiores perguntas da humanidade: estamos sozinhos no universo?

Durante entrevista ao programa Meet the Press, da CNN, Isaacman destacou que a busca por vida extraterrestre está no centro das atividades da agência espacial.

🗣 “Estamos tentando entender se estamos sozinhos. Isso está no coração de muitas coisas que fazemos na NASA”, afirmou.

🌌 Chances são altas, mas sem provas

Segundo ele, considerando a imensidão do universo — com trilhões de galáxias —, a probabilidade de existir vida fora da Terra é considerada alta pela comunidade científica.

Mesmo assim, Isaacman foi direto:
👉 Até agora, nenhuma evidência concreta de vida extraterrestre foi encontrada.

🌕 Missão Artemis e o futuro da exploração

O tema ganha ainda mais força com o avanço da Artemis II, que marcará o retorno de missões tripuladas ao redor da Lua após mais de 50 anos.

A missão utilizará a cápsula Orion, projetada para testar tecnologias essenciais para futuras viagens mais profundas no espaço.

Entre os próximos passos do programa estão:

  • Construção de bases no polo sul da Lua
  • Uso de telescópios mais avançados
  • Desenvolvimento de tecnologias para missões interplanetárias

🔭 O que isso significa?

A fala de Isaacman reforça algo importante:
➡ A ciência ainda está em busca de respostas, mas o caminho nunca foi tão avançado.

A exploração espacial atual não busca apenas ir mais longe — ela quer responder questões fundamentais sobre a origem da vida e o nosso lugar no universo.


🌍 Reflexão:
Se não estamos sozinhos, a descoberta pode ser uma das maiores da história da humanidade. Mas, por enquanto, o mistério continua.


Foto: Reprodução / Instagram
Redação – Thiago Salles

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Mistério revelado: o “lado oculto” da Lua não é escuro — e quase ninguém entende o porquê. https://brasilnews.tv/misterio-revelado-o-lado-oculto-da-lua-nao-e-escuro-e-quase-ninguem-entende-o-porque/ https://brasilnews.tv/misterio-revelado-o-lado-oculto-da-lua-nao-e-escuro-e-quase-ninguem-entende-o-porque/#respond Wed, 08 Apr 2026 04:05:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8702 A nova missão Artemis II reacendeu uma curiosidade antiga da humanidade: por que nunca conseguimos ver o chamado “lado oculto” da Lua? Apesar de parecer um mistério, a explicação é científica — e surpreendente.

A Lua não apenas orbita a Terra, mas também gira em torno de si mesma. O detalhe crucial é que esses dois movimentos acontecem no mesmo intervalo de tempo, cerca de 27,3 dias. Esse fenômeno é conhecido como rotação sincronizada e faz com que sempre a mesma face do satélite fique voltada para o nosso planeta.

Na prática, isso significa que existe uma região da Lua que nunca é visível diretamente da Terra. No entanto, ao contrário do que muitos imaginam, esse lado não é permanentemente escuro.

O termo “lado oculto” se refere apenas à posição em relação à Terra, e não à iluminação. Assim como o lado visível, essa face também recebe luz solar normalmente, alternando entre dia e noite ao longo do ciclo lunar.

Esse comportamento é resultado de milhões de anos de interação gravitacional entre a Terra e a Lua. No passado, o satélite girava mais rapidamente, mas a força gravitacional do nosso planeta criou uma espécie de “freio natural”, desacelerando sua rotação até que os movimentos se sincronizassem.

Outra curiosidade é que o lado oculto da Lua é bastante diferente do que vemos daqui. Ele possui muito mais crateras e uma superfície mais irregular, com menos áreas planas conhecidas como “mares lunares”. Cientistas acreditam que essas diferenças estejam relacionadas ao processo de formação do satélite, com variações de temperatura e resfriamento no início do Sistema Solar.

A missão Artemis II, liderada pela NASA, levará astronautas a contornar a Lua, passando justamente por essa região invisível da Terra. Durante esse momento, a comunicação com a base será interrompida temporariamente, já que o próprio corpo da Lua bloqueia os sinais de rádio.

Se tudo ocorrer como planejado, será a primeira vez em mais de 50 anos que humanos observarão diretamente essa face do satélite, algo que não acontece desde a missão Apollo 17, em 1972.

A exploração do lado oculto pode trazer respostas importantes sobre a formação da Lua e até ajudar a compreender melhor a história do nosso próprio planeta.

Foto: NASA
Redação – Thiago Salles

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Eclipse solar de 2026 não será “apagão global” e ciência desmente alarmes nas redes. https://brasilnews.tv/eclipse-solar-de-2026-nao-sera-apagao-global-e-ciencia-desmente-alarmes-nas-redes/ https://brasilnews.tv/eclipse-solar-de-2026-nao-sera-apagao-global-e-ciencia-desmente-alarmes-nas-redes/#respond Sun, 05 Apr 2026 04:15:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8579 Um fenômeno astronômico previsto para o dia 12 de agosto de 2026 tem despertado curiosidade — e também desinformação — nas redes sociais. Trata-se de um eclipse solar total, evento natural em que a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar em uma faixa específica do planeta.

Apesar de mensagens alarmistas sugerirem um possível “apagão global”, especialistas reforçam que o efeito será localizado e temporário. A escuridão completa ocorre apenas dentro da chamada faixa de totalidade, enquanto outras regiões observam apenas um eclipse parcial.

O fenômeno não afeta sistemas elétricos, comunicação, internet ou qualquer infraestrutura. Trata-se de um evento previsto com precisão por instituições científicas e estudado há séculos pela astronomia.

Durante o eclipse, áreas como Groenlândia, Islândia, parte do Ártico e regiões do norte da Espanha e nordeste de Portugal estarão dentro da faixa de totalidade. Nessas localidades, o céu poderá escurecer por alguns minutos, com duração máxima estimada em cerca de 2 minutos e 18 segundos.

Fora desse corredor, o efeito será parcial. No Brasil, por exemplo, a tendência é que o eclipse seja visto de forma limitada, sem escurecimento total do céu.

Além do impacto visual, o fenômeno pode provocar pequenas mudanças no ambiente, como leve queda de temperatura e alterações no comportamento de animais, que reagem à diminuição repentina da luz. Esses efeitos são considerados normais e já foram registrados em eclipses anteriores.

A observação do eclipse exige cuidados. Olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada pode causar danos graves à visão. Especialistas recomendam o uso de óculos próprios para eclipse ou filtros certificados no padrão internacional ISO 12312-2. Óculos escuros comuns não oferecem proteção suficiente.

Equipamentos como câmeras, telescópios e binóculos também exigem filtros apropriados, já que ampliam a luz solar e aumentam o risco de lesões oculares.

Para cientistas, o evento também tem grande importância. Durante a fase total, é possível observar a coroa solar, camada externa do Sol que normalmente não é visível. Esse momento permite estudos sobre a atmosfera solar e fenômenos relacionados à luminosidade.

O eclipse de 2026 será especialmente relevante na Europa, já que será o primeiro eclipse solar total visível em partes do continente desde 1999, o que deve atrair turistas e pesquisadores de diversas regiões.

Apesar do interesse crescente, especialistas alertam para o cuidado com informações falsas ou exageradas. O eclipse não representa qualquer ameaça global e deve ser encarado como um espetáculo natural raro e seguro.

Foto: Reprodução
Redação – Thiago Salles

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Após 50 anos, humanos voltam à Lua: missão Artemis II marca nova era da exploração espacial. https://brasilnews.tv/apos-50-anos-humanos-voltam-a-lua-missao-artemis-ii-marca-nova-era-da-exploracao-espacial/ https://brasilnews.tv/apos-50-anos-humanos-voltam-a-lua-missao-artemis-ii-marca-nova-era-da-exploracao-espacial/#respond Thu, 02 Apr 2026 09:24:41 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8614 A exploração espacial entrou em uma nova fase histórica com o lançamento da missão Artemis II, conduzida pela NASA. Pela primeira vez em mais de cinco décadas, astronautas voltam a viajar em direção à Lua, relembrando os tempos das missões Apollo.

https://otempo.scene7.com/is/image/sempreeditora/mundo-o-foguete-artemis-ii-e-a-espa-onave-orion--do-sistema-de-lan-amento-espacial-da-nasa--repousam-na-platafor-R52IaIoPPf?dpr=off&qlt=90&ts=1775078032103

A missão tem como principal objetivo realizar um sobrevoo ao redor do satélite natural da Terra, servindo como um grande teste para os sistemas que serão utilizados nas próximas etapas do programa Artemis, que pretende levar humanos novamente à superfície lunar.

A bordo da cápsula Orion estão os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. A equipe já entrou em órbita da Terra após ultrapassar a linha de Kármán, considerada o limite entre a atmosfera e o espaço.

O lançamento ocorreu com sucesso, incluindo etapas importantes como a separação dos propulsores laterais e a abertura dos painéis solares, fundamentais para o fornecimento de energia durante a viagem.

Segundo representantes da NASA, a missão é essencial para validar a segurança do sistema Orion. Trata-se da primeira vez que humanos utilizam essa nova tecnologia em uma viagem espacial tão distante.

Além do marco tecnológico, a Artemis II representa um passo estratégico para o futuro da exploração espacial. A expectativa é que as próximas missões avancem ainda mais, incluindo o retorno de astronautas à superfície lunar e, futuramente, viagens tripuladas a Marte.

Durante a missão, os astronautas também realizam verificações detalhadas dos sistemas da nave, garantindo que tudo funcione corretamente em condições reais de voo.

O retorno da cápsula à Terra é considerado um dos momentos mais críticos e aguardados da missão, já que envolve reentrada na atmosfera em alta velocidade.

Com o sucesso da Artemis II, a humanidade dá um novo salto rumo ao espaço profundo, reacendendo o interesse global pela exploração espacial e abrindo caminho para uma nova geração de missões além da órbita terrestre.

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Foto: REUTERS / Joe Skipper
Redação – Thiago Salles

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“ovo alienígena” na ISS viraliza, mas verdade surpreende e envolve experimento da NASA https://brasilnews.tv/ovo-alienigena-na-iss-viraliza-mas-verdade-surpreende-e-envolve-experimento-da-nasa/ https://brasilnews.tv/ovo-alienigena-na-iss-viraliza-mas-verdade-surpreende-e-envolve-experimento-da-nasa/#respond Mon, 30 Mar 2026 08:51:51 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8467 Uma imagem curiosa registrada dentro da Estação Espacial Internacional viralizou nas redes sociais após mostrar um objeto roxo, oval e com brotos, flutuando em ambiente de microgravidade. Muitos internautas chegaram a brincar que se tratava de um “ovo alienígena”, gerando uma onda de memes e teorias.

O responsável pelo registro foi o astronauta Don Pettit, integrante da missão Expedition 72. No entanto, apesar da aparência incomum, o objeto nada tem de extraterrestre: trata-se de uma batata cultivada no espaço.

O experimento, apelidado de “Spudnik-1”, consiste no cultivo de tubérculos em condições de microgravidade, utilizando um pequeno sistema improvisado dentro da estação. Para evitar que o alimento flutuasse e colidisse com equipamentos, a batata foi presa com tiras de velcro durante o registro.

A escolha da batata é estratégica. O alimento possui alto valor nutricional e eficiência de cultivo, sendo considerado uma opção viável para missões espaciais de longa duração, como futuras viagens à Lua e a Marte.

No ambiente espacial, o crescimento das plantas ocorre de maneira diferente da Terra. Sem a ação da gravidade, as raízes se desenvolvem em várias direções, enquanto o crescimento das folhas tende a ser mais lento, exigindo controle preciso de luz, umidade e nutrientes.

Esse tipo de pesquisa faz parte dos estudos conduzidos pela NASA para viabilizar a produção de alimentos fora do planeta. Além da batata, outras espécies já foram testadas na ISS, como alface, couve e flores, ampliando o conhecimento sobre agricultura espacial.

A repercussão da imagem mostra como a ciência pode surpreender — e até confundir — quando observada fora do contexto. Mas, no fim das contas, o “alienígena” era apenas mais um passo rumo ao futuro da exploração espacial.

Foto: Instagram
Redação – Thiago Salles

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Imagem inédita revela coração da Via Láctea e cientistas dizem que pode explicar origem das estrelas. https://brasilnews.tv/imagem-inedita-revela-coracao-da-via-lactea-e-cientistas-dizem-que-pode-explicar-origem-das-estrelas/ https://brasilnews.tv/imagem-inedita-revela-coracao-da-via-lactea-e-cientistas-dizem-que-pode-explicar-origem-das-estrelas/#respond Sat, 21 Mar 2026 04:55:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8061 Astrônomos conseguiram registrar a imagem mais detalhada já obtida do centro da Via Láctea, revelando estruturas e movimentos de gás molecular que ajudam a compreender como estrelas e planetas se formam na galáxia.

O novo mapa foi produzido após quatro anos de observações utilizando o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), um dos telescópios mais avançados do planeta. O equipamento é composto por mais de 50 antenas instaladas em um planalto nos Andes chilenos.

A pesquisa faz parte de um grande projeto internacional chamado ACES (Atacama Large Millimeter Array Central Molecular Zone Exploration Survey), que reuniu cientistas de vários países para investigar a região mais densa e turbulenta da nossa galáxia.

No centro da Via Láctea está a chamada Zona Molecular Central, uma área repleta de nuvens de gás frio e poeira cósmica. É justamente nesse ambiente que se encontra a matéria-prima necessária para o nascimento de novas estrelas e sistemas planetários.

No núcleo dessa região está Sagitário A*, um buraco negro supermassivo com aproximadamente quatro milhões de vezes a massa do Sol. Sua enorme força gravitacional influencia o movimento das gigantescas nuvens de gás ao redor.

Segundo os pesquisadores, estudos anteriores da Via Láctea funcionavam como pequenos “recortes” de diferentes partes da galáxia. O novo mapa, no entanto, permite observar a região central de forma completa, semelhante a uma visão aérea de toda uma cidade.

A imagem obtida não representa exatamente o que os olhos humanos veriam no espaço. As cores vibrantes foram atribuídas artificialmente pelos cientistas para destacar diferentes moléculas e movimentos do gás detectados pelo telescópio.

Para identificar esses elementos, os pesquisadores utilizaram uma técnica chamada espectroscopia, que analisa variações na frequência da luz emitida pelas moléculas presentes no espaço. Esse método permite determinar a composição química do gás e até a velocidade com que ele se movimenta.

Durante o estudo, os cientistas detectaram mais de 70 tipos diferentes de assinaturas moleculares, incluindo compostos orgânicos complexos como metanol e etanol. Alguns desses elementos são considerados precursores químicos importantes para a formação de moléculas fundamentais à vida.

Além de revelar detalhes inéditos sobre o centro da Via Láctea, o estudo também pode ajudar a entender como era o universo há bilhões de anos. As condições encontradas nessa região da galáxia são semelhantes às que existiam quando o sistema solar começou a se formar, cerca de 4,5 bilhões de anos atrás.

O projeto contou com a colaboração de cerca de 160 pesquisadores de diferentes instituições ao redor do mundo, além de engenheiros e operadores responsáveis pelo funcionamento das antenas do ALMA no Chile.

Para os cientistas envolvidos, esse tipo de cooperação internacional demonstra como a astronomia moderna depende cada vez mais de grandes redes de pesquisa para desvendar os mistérios do universo.

Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)
Redação – Thiago Salles

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Pergaminho medieval revela mapa do céu criado há mais de 2 mil anos por astrônomo grego. https://brasilnews.tv/pergaminho-medieval-revela-mapa-do-ceu-criado-ha-mais-de-2-mil-anos-por-astronomo-grego/ https://brasilnews.tv/pergaminho-medieval-revela-mapa-do-ceu-criado-ha-mais-de-2-mil-anos-por-astronomo-grego/#respond Wed, 18 Mar 2026 04:18:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8030 Pesquisadores identificaram fragmentos do que pode ser o mapa do céu mais antigo já produzido pela humanidade. O material foi encontrado escondido sob um manuscrito religioso medieval, revelando coordenadas estelares atribuídas ao astrônomo grego Hiparco.

A descoberta foi possível graças ao estudo de um antigo pergaminho reutilizado, conhecido como palimpsesto. Esse tipo de documento era comum na Idade Média, quando textos antigos eram raspados para que o pergaminho pudesse ser reutilizado para novas escritas.

No caso analisado pelos cientistas, monges escreveram um texto religioso em siríaco sobre um documento muito mais antigo que continha anotações astronômicas.

Utilizando tecnologias modernas, como imagens multiespectrais e escaneamento por raios X, os pesquisadores conseguiram revelar camadas de tinta invisíveis a olho nu. Sob o texto religioso surgiram coordenadas estelares e trechos do que pode ser o lendário catálogo de estrelas criado por Hiparco.

O astrônomo grego viveu aproximadamente entre 190 a.C. e 120 a.C. e é considerado um dos fundadores da astronomia observacional. Ele foi um dos primeiros cientistas a tentar catalogar estrelas com base em suas posições no céu.

Segundo os especialistas, o catálogo original provavelmente listava centenas de estrelas e indicava suas posições utilizando um sistema de coordenadas celestes, método que mais tarde se tornaria fundamental para a astronomia moderna.

As análises indicam que as medições feitas por Hiparco eram surpreendentemente precisas para a época. Mesmo observando o céu apenas a olho nu, o astrônomo teria conseguido determinar posições estelares com alto grau de exatidão.

O manuscrito onde os registros foram encontrados faz parte do chamado Codex Climaci Rescriptus, uma coleção de textos antigos preservados ao longo de séculos em bibliotecas monásticas.

Durante esse longo período, o pergaminho foi reutilizado diversas vezes, o que acabou escondendo o conteúdo original sob várias camadas de escrita.

Para os cientistas, a descoberta pode ajudar a reconstruir parte do catálogo estelar perdido de Hiparco e oferecer novas pistas sobre o desenvolvimento inicial da astronomia científica.

Foto: Jacqueline Remseyer Orell
Redação – Thiago Salles

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