erro médico – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Sat, 23 May 2026 21:51:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png erro médico – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Drama nos bastidores! Estrela de ‘The Boys’ revela que quase morreu após médicos darem diagnósticos falsos. https://brasilnews.tv/drama-nos-bastidores-estrela-de-the-boys-revela-que-quase-morreu-apos-medicos-darem-diagnosticos-falsos/ https://brasilnews.tv/drama-nos-bastidores-estrela-de-the-boys-revela-que-quase-morreu-apos-medicos-darem-diagnosticos-falsos/#respond Wed, 27 May 2026 04:49:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=10180 Os bastidores de uma das séries de super-heróis mais assistidas do planeta esconderam um drama real e desesperador. A atriz americana Erin Moriarty, que dá vida à heroína Luz-Estrela no sucesso “The Boys”, quebrou o silêncio em um artigo emocionante para a revista Time. Ela revelou que travou uma batalha violenta e recente contra a doença de Graves, uma condição autoimune agressiva que ataca a tireoide, destrói o metabolismo e faz o corpo produzir hormônios em um nível absurdamente perigoso. O quadro ficou tão fora de controle que Erin confessou que chegou a se preparar para o pior: ela achou que ia morrer.

O grande pesadelo da atriz começou ainda em 2023, quando seu corpo passou a dar sinais claros de que algo estava muito errado. Erin sofria diariamente com crises severas de sono, dormência assustadora nos braços e pernas, palpitações violentas no coração e lapsos constantes de memória. Ao buscar ajuda, ela enfrentou o pior lado da medicina: o descaso. Vários médicos minimizaram suas dores e começaram a dar uma sequência de diagnósticos totalmente errados. Antes de descobrirem a doença na tireoide, os especialistas afirmaram que ela sofria de depressão profunda, burnout, paralisia intestinal aguda e até transtorno bipolar — laudos que a atriz, no fundo, sabia que estavam errados.

Para piorar a situação, o ápice da doença aconteceu no ano passado, justamente durante as gravações da quinta e última temporada de “The Boys”. Erin Moriarty teve que fingir ser uma super-heroína inabalável nas câmeras enquanto seu corpo tremia sem parar e desabava nos bastidores. A situação profissional ficou insustentável, pois o esgotamento físico extremo tirava toda a sua concentração para atuar. Além do sofrimento físico, ela teve que aguentar a crueldade da internet, com o público criando especulações e piadas sobre as mudanças em sua aparência, sem que ninguém soubesse que ela estava lutando, literalmente, para sobreviver.

Foto: Reprodução Instagram/Erin Moriarty

Redação: Thiago Salles

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Caso Benício: erro médico ou cadeia de falhas? Morte de menino de 6 anos gera guerra de versões. https://brasilnews.tv/caso-benicio-erro-medico-ou-cadeia-de-falhas-morte-de-menino-de-6-anos-gera-guerra-de-versoes/ https://brasilnews.tv/caso-benicio-erro-medico-ou-cadeia-de-falhas-morte-de-menino-de-6-anos-gera-guerra-de-versoes/#respond Tue, 05 May 2026 05:50:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=9549 A morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, em Manaus, passou a ser tratada como um possível caso de erro médico com desdobramentos judiciais complexos. A Polícia Civil do Amazonas concluiu o inquérito apontando que a criança recebeu adrenalina de forma inadequada — aplicada diretamente na veia, quando o correto seria por inalação.

Com base nessa conclusão, uma médica e uma técnica de enfermagem foram indiciadas por homicídio doloso, sob a justificativa de que teriam assumido o risco do resultado fatal. A decisão trouxe forte repercussão e abriu debate sobre responsabilidade profissional na área da saúde.

Segundo as investigações, o menino deu entrada no hospital com sintomas respiratórios leves, incluindo tosse seca e suspeita de laringite. Durante o atendimento, foi prescrita a administração de três doses de adrenalina. A aplicação, no entanto, teria sido realizada de forma intravenosa. Após a primeira dose, a criança apresentou piora imediata, com sinais de palidez e dificuldade respiratória.

O quadro evoluiu rapidamente, com o menino sofrendo múltiplas paradas cardíacas até ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde faleceu horas depois.

A defesa da médica, por outro lado, contesta de forma veemente o indiciamento. Em nota, afirma que não existe relação direta entre a conduta inicial e a morte da criança, destacando que o óbito ocorreu cerca de 14 horas depois, já sob cuidados de outra equipe médica.

Os advogados sustentam que houve uma sucessão de falhas dentro da unidade hospitalar, incluindo dificuldades em procedimentos de intubação, possíveis erros técnicos na UTI e até complicações decorrentes de broncoaspiração. Também mencionam uma possível falha no sistema eletrônico do hospital, que teria contribuído para a execução equivocada da medicação.

Outro ponto levantado pela defesa é que a equipe de enfermagem teria executado o procedimento de forma incorreta, mesmo diante de dúvidas sobre a prescrição, sem buscar confirmação adequada.

Além disso, relatos incluídos na investigação indicam que a própria médica teria reconhecido um possível erro durante o atendimento, em mensagens trocadas com colegas, o que também passou a integrar o conjunto de provas analisadas pelas autoridades.

O hospital onde ocorreu o atendimento ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. A defesa da técnica de enfermagem também não foi localizada até o momento.

O episódio segue gerando comoção e levanta questionamentos sobre protocolos médicos, falhas sistêmicas e a linha tênue entre erro humano e responsabilidade criminal na área da saúde.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Redação – Thiago Salles

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Enfermeira afirma à polícia que alertou colega sobre risco de aplicar adrenalina na veia antes da morte de Benício. https://brasilnews.tv/enfermeira-afirma-a-policia-que-alertou-colega-sobre-risco-de-aplicar-adrenalina-na-veia-antes-da-morte-de-benicio/ https://brasilnews.tv/enfermeira-afirma-a-policia-que-alertou-colega-sobre-risco-de-aplicar-adrenalina-na-veia-antes-da-morte-de-benicio/#respond Sat, 06 Dec 2025 15:53:04 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4614 Novas declarações prestadas à Polícia Civil do Amazonas reforçam que a aplicação da adrenalina no menino Benício Xavier, de 6 anos, pode ter ocorrido mesmo após um alerta direto para que a medicação não fosse administrada pela veia. A criança morreu no Hospital Santa Júlia, em Manaus, após uma sequência de complicações durante o atendimento.

Em depoimento, a técnica de enfermagem Rocicleide Lopes de Oliveira relatou que estava cobrindo temporariamente o setor de medicação pediátrica no dia do atendimento, em 22 de novembro. Segundo ela, ao ver a prescrição de 3 ml de adrenalina, orientou a colega Raiza Bentes Paiva a não aplicar a medicação por via intravenosa, pois esse volume é utilizado apenas em situações de parada cardiorrespiratória.

De acordo com Rocicleide, a dose correta deveria ser administrada por nebulização. Ela afirmou ainda que chegou a preparar o material para esse tipo de aplicação e questionou se Raiza havia compreendido as orientações, recebendo como resposta que sim. Após isso, retornou ao setor onde estava de plantão.

Pouco tempo depois, Rocicleide contou ter ouvido a colega chamando por seu nome. Ao retornar à sala, ouviu de Raiza que a medicação havia sido aplicada pela veia e que o menino começava a perder a cor da pele. A depoente afirmou que, em nenhum momento, orientou a seguir literalmente a prescrição caso houvesse dúvida sobre a via de administração.

Outra técnica de enfermagem, Nilda de Souza Evangelista, também prestou depoimento e confirmou que a situação no setor foi de correria. Ao chegar ao local, ela encontrou Benício com a coloração amarelada e ouviu da própria Raiza que a adrenalina havia sido aplicada pela via intravenosa conforme constava no sistema.

Nilda afirmou ainda que não viu Raiza pedir apoio para confirmar a dose ou a forma correta de aplicação antes de realizar o procedimento. Ela também relatou que o sistema eletrônico de prescrição às vezes apresenta falhas, obrigando a equipe a recorrer a registros manuais.

Após a morte da criança, o Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas (Coren-AM) decidiu suspender o exercício profissional de Raiza Bentes Paiva. O Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam) também instaurou procedimento ético para apurar a conduta da médica responsável pela prescrição.

A Polícia Civil investiga o caso como homicídio doloso qualificado. O delegado responsável afirmou que há indícios de falhas graves no atendimento. A médica envolvida chegou a ser alvo de pedido de prisão preventiva, mas segue em liberdade por força de habeas corpus. As duas profissionais passaram por uma acareação nesta semana.

Benício havia dado entrada no hospital com sintomas respiratórios compatíveis com laringite. Após receber medicações, incluindo a adrenalina aplicada por via venosa, ele apresentou rápida piora, com queda de saturação, parada cardíaca e morte durante a madrugada.

A defesa da médica sustenta que houve falha no sistema eletrônico do hospital, que teria registrado de forma equivocada a via de aplicação da medicação. O Hospital Santa Júlia informou que não irá se manifestar sobre o caso neste momento.

Foto:Rede Amazônica

Redação Brasil News

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Erro em receita médica provoca overdose de potássio e leva à morte de menino de 2 anos nos EUA. https://brasilnews.tv/erro-em-receita-medica-provoca-overdose-de-potassio-e-leva-a-morte-de-menino-de-2-anos-nos-eua/ https://brasilnews.tv/erro-em-receita-medica-provoca-overdose-de-potassio-e-leva-a-morte-de-menino-de-2-anos-nos-eua/#respond Tue, 18 Nov 2025 15:02:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3651 Um erro aparentemente simples — a ausência de uma vírgula — resultou em uma tragédia na Flórida, Estados Unidos. Um menino de dois anos morreu após receber uma dose de potássio dez vezes superior ao recomendado, segundo uma ação judicial protocolada pela família.

Falta de vírgula em receita causa morte de criança — Foto: Freepik

A criança havia sido transferida para uma segunda unidade de saúde para tratamento de hipocalemia causada por uma infecção viral. Foi durante esse processo que a receita teria sido digitada de forma incorreta. Em vez de 1,5 mmol de potássio, a prescrição registrada no sistema passou a indicar 15 mmol, administrados duas vezes ao dia.

De acordo com o processo, o médico teria iniciado o tratamento com o valor correto, mas a transcrição feita posteriormente alterou a dosagem — e nenhum profissional revisou o erro. A denúncia afirma ainda que o sistema do hospital emitiu alertas de risco, mas eles não foram atendidos, e o medicamento continuou a ser administrado.

A criança recebeu duas doses da solução. Minutos após a segunda administração, sofreu uma parada cardíaca. A equipe hospitalar iniciou manobras de reanimação, mas enfrentou dificuldades na intubação e atrasos no atendimento emergencial, segundo a ação. Após recuperar os batimentos, o menino foi levado à UTI e colocado em ventilação mecânica.

Durante duas semanas, a criança apresentou convulsões e outras complicações decorrentes da grave hipóxia sofrida durante a parada cardiorrespiratória. A família autorizou a retirada dos aparelhos de suporte à vida em 18 de março de 2024.

Documentos judiciais indicam que o menino pesava 9,5 kg e realmente precisava de reposição de potássio, mas nunca na quantidade que recebeu. Segundo o processo, a combinação de falhas — erro de prescrição, falta de revisão, alertas ignorados e problemas no atendimento — teria sido determinante para o desfecho fatal.

O caso reacende debates sobre a importância da segurança em sistemas digitais hospitalares e o risco de pequenos deslizes transformarem tratamentos simples em episódios críticos.


Foto: Freepik

Redação Brasil News

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Hospital é condenado a indenizar família de homem declarado morto por engano em Ribeirão Preto. https://brasilnews.tv/hospital-e-condenado-a-indenizar-familia-de-homem-declarado-morto-por-engano-em-ribeirao-preto/ https://brasilnews.tv/hospital-e-condenado-a-indenizar-familia-de-homem-declarado-morto-por-engano-em-ribeirao-preto/#respond Tue, 11 Nov 2025 19:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3259 O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) manteve a decisão que condena um hospital de Ribeirão Preto (SP) ao pagamento de R$ 160 mil em indenização por danos morais à família de um homem que foi declarado morto por engano.

O caso, que ocorreu em março de 2023, ganhou repercussão após a unidade de saúde atestar erroneamente o óbito de um paciente que havia sido medicado e liberado pouco antes. O corpo identificado como sendo o dele, na verdade, pertencia a outro homem com nome semelhante, o que gerou uma sequência de erros e confusão entre os familiares.

De acordo com informações divulgadas pelo TJSP, os familiares não puderam reconhecer o corpo antes do sepultamento, o que impediu a detecção precoce do engano. O erro só foi descoberto durante o velório, quando parentes perceberam que a pessoa no caixão não era o verdadeiro paciente.

Segundo o relator do caso, desembargador Edson Ferreira, o episódio causou profundo abalo emocional aos familiares. Ele destacou que a defesa do hospital tentou argumentar sobre a falta de proximidade entre o paciente e os parentes, mas o tribunal considerou tal alegação “de má-fé processual”, por distorcer informações médicas sobre o estado psicológico do autor.

A decisão foi acompanhada pelos desembargadores Souza Meirelles e Souza Nery, que reafirmaram a responsabilidade do hospital pela negligência e falha grave na identificação de pacientes e corpos.

Com a sentença mantida, a instituição deverá efetuar o pagamento da indenização, reconhecendo o sofrimento e constrangimento vividos pela família diante da situação.


📸 Foto: Freepik
✍ Texto: Redação Brasil News

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