economia mundial – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Mon, 11 May 2026 10:06:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png economia mundial – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Tensão Global: Trump chuta o balde e rejeita acordo com Irã; preço do petróleo dispara. https://brasilnews.tv/tensao-global-trump-chuta-o-balde-e-rejeita-acordo-com-ira-preco-do-petroleo-dispara/ https://brasilnews.tv/tensao-global-trump-chuta-o-balde-e-rejeita-acordo-com-ira-preco-do-petroleo-dispara/#respond Tue, 12 May 2026 04:04:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=9752 O mundo assiste com apreensão ao novo capítulo da escalada de tensões entre Washington e Teerã. Nesta segunda-feira (11), os preços do petróleo registraram um salto agressivo após o presidente Donald Trump rejeitar, de forma sumária e via redes sociais, a proposta de paz apresentada pelo governo iraniano para encerrar o conflito que já se arrasta por dez semanas.

O documento enviado pelo Irã exigia o fim imediato do bloqueio naval, a suspensão das sanções econômicas e a retomada da venda de petróleo iraniano. Além disso, Teerã condicionou a paz ao fim das hostilidades no Líbano e exigiu compensações financeiras por danos de guerra. A resposta de Trump foi curta e explosiva: “TOTALMENTE INACEITÁVEL”, escreveu o mandatário na Truth Social, frustrando as expectativas de uma resolução diplomática rápida.

O reflexo econômico foi instantâneo. Com o Estreito de Ormuz sob constante ameaça de fechamento total, o mercado financeiro reagiu com pânico. Antes do conflito, cerca de 20% do petróleo mundial transitava pela região. Hoje, o tráfego é mínimo, com poucos navios-tanque arriscando a travessia com rastreadores desligados para evitar ataques.

Enquanto Israel afirma que ainda há “trabalho a ser feito” para desmantelar o programa nuclear iraniano, a pressão sobre Trump aumenta domesticamente devido à alta nos preços dos combustíveis, a apenas seis meses das eleições nos EUA. O próximo passo dessa crise deve ocorrer em Pequim, onde Trump se reunirá com o presidente chinês Xi Jinping para tentar uma mediação que evite um colapso energético global ainda maior.

Foto: Majid Asgaripour/WANA via REUTERS Redação – Thiago Salles

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Fala de Trump sobre fim da guerra derruba petróleo e provoca disparada nas bolsas asiáticas. https://brasilnews.tv/fala-de-trump-sobre-fim-da-guerra-derruba-petroleo-e-provoca-disparada-nas-bolsas-asiaticas/ https://brasilnews.tv/fala-de-trump-sobre-fim-da-guerra-derruba-petroleo-e-provoca-disparada-nas-bolsas-asiaticas/#respond Tue, 10 Mar 2026 11:20:50 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7783 Os mercados globais reagiram rapidamente às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito no Oriente Médio pode estar próximo do fim. As falas do líder americano provocaram uma forte queda no preço internacional do petróleo e impulsionaram uma recuperação expressiva nas bolsas de valores asiáticas.

Logo nas primeiras horas do pregão na Ásia nesta terça-feira (10), os preços do petróleo registraram queda superior a 10%. A retração ocorreu após o barril ter ultrapassado a marca de US$ 100 no dia anterior, quando investidores temiam uma escalada prolongada da tensão envolvendo o Irã.

Por volta das 23h de segunda-feira em Brasília (2h GMT), o petróleo do tipo West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, era negociado a cerca de US$ 85,21 por barril, com queda de aproximadamente 10%. Já o Brent, utilizado como referência global, recuava para cerca de US$ 88,61, também registrando forte desvalorização.

A queda do petróleo trouxe alívio para os mercados financeiros internacionais, principalmente na Ásia. Após dias de perdas expressivas, várias bolsas registraram recuperação significativa.

No Japão, o índice Nikkei 225 avançou cerca de 3,69%, recuperando parte das perdas registradas na sessão anterior, quando havia caído quase 5%. Na Coreia do Sul, o índice Kospi subiu ainda mais, com valorização de aproximadamente 6,49%.

Outras bolsas importantes da região também acompanharam o movimento positivo. O mercado de Taipei registrou alta próxima de 3%, Sydney avançou cerca de 1,37% e Hong Kong teve valorização de aproximadamente 1,48%.

Analistas apontam que o movimento de recuperação foi influenciado não apenas pelas declarações de Trump, mas também por sinais vindos da reunião do G7. Durante o encontro, ministros das finanças das principais economias do mundo indicaram que estão preparados para utilizar reservas estratégicas de petróleo caso seja necessário conter uma disparada nos preços da commodity.

Com a combinação desses fatores, o clima de tensão que dominava os mercados no início da semana começou a dar lugar a um cenário de maior cautela e expectativa de estabilização, embora especialistas alertem que o cenário geopolítico ainda permanece sensível.

Foto: Arash Khamooshi / The New York Times
Redação Brasil News

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Mercados entram em pânico: bolsas globais despencam com guerra no Oriente Médio. https://brasilnews.tv/mercados-entram-em-panico-bolsas-globais-despencam-com-guerra-no-oriente-medio/ https://brasilnews.tv/mercados-entram-em-panico-bolsas-globais-despencam-com-guerra-no-oriente-medio/#respond Wed, 04 Mar 2026 06:48:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7582 O agravamento da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã provocou um movimento generalizado de aversão ao risco nos mercados financeiros nesta terça-feira (3). Bolsas da Ásia, Europa e Estados Unidos registraram perdas expressivas, enquanto investidores buscaram proteção no dólar e no petróleo.

Em Nova York, os índices de Dow Jones Industrial Average, S&P 500 e Nasdaq Composite operavam com quedas superiores a 2% por volta das 12h30, refletindo o temor de que o conflito se amplie e pressione ainda mais a inflação global.

Na Europa, o índice pan-europeu STOXX Europe 600 recuava mais de 3%. Em Londres, o FTSE 100 caía acima de 3%, enquanto o CAC 40, de Paris, e o DAX, de Frankfurt, registravam perdas expressivas.

Os mercados asiáticos já haviam fechado no vermelho. O sul-coreano Kospi despencou mais de 7%, em seu pior desempenho em mais de um ano e meio. O Nikkei 225, no Japão, também caiu com força, assim como o Hang Seng Index, em Hong Kong.

No Brasil, o Ibovespa recuava mais de 4%, aos 181 mil pontos. Nem mesmo a disparada do petróleo conseguiu sustentar ações do setor. Paralelamente, o dólar avançava com força, sendo cotado acima de R$ 5,30, acompanhando o fortalecimento global da moeda americana.

No mercado de energia, o barril do Brent crude oil superava os US$ 80, enquanto o West Texas Intermediate registrava ganhos ainda mais intensos. O temor de interrupções no Estreito de Ormuz — responsável por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo — elevou as preocupações com o abastecimento.

O índice do dólar (DXY) também operava em alta, indicando busca por segurança. Já metais preciosos, que haviam subido na véspera, apresentavam correção nesta sessão.

O cenário reforça o temor de que um conflito prolongado no Oriente Médio possa gerar um novo choque de energia, pressionar cadeias globais de suprimentos e dificultar o controle da inflação em diversas economias.

Foto: Reprodução
Redação Brasil News

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Irã mira o coração do Golfo e ameaça provocar terremoto na economia global. https://brasilnews.tv/ira-mira-o-coracao-do-golfo-e-ameaca-provocar-terremoto-na-economia-global/ https://brasilnews.tv/ira-mira-o-coracao-do-golfo-e-ameaca-provocar-terremoto-na-economia-global/#respond Tue, 03 Mar 2026 07:19:34 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7539 A escalada militar envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos ganhou um novo e preocupante capítulo. Em menos de três dias de confrontos, Teerã deixou clara sua estratégia: atingir pontos sensíveis do Golfo Pérsico para espalhar os efeitos do conflito além do campo militar, alcançando diretamente a economia internacional.

O primeiro alvo de grande peso foi a refinaria de Ras Tanura, na Arábia Saudita, uma das maiores do planeta. A paralisação preventiva da unidade, capaz de processar centenas de milhares de barris por dia, já pressiona o mercado internacional. Analistas projetam que, em caso de conflito prolongado, o barril de petróleo pode ultrapassar a marca de US$ 150, com reflexos diretos na inflação global.

No Catar, a cidade industrial de Ras Laffan, responsável pelo processamento do gás do maior campo do mundo, também sofreu impactos. A suspensão temporária da produção de GLP acende alerta para aumento nos custos de energia e insumos industriais.

Outro ponto crítico foi o Porto de Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos, considerado o maior centro logístico do Oriente Médio. O fechamento temporário das operações e o encarecimento dos seguros marítimos elevaram o custo dos fretes, com potencial de encarecer produtos exportados e importados na região.

No Golfo de Omã, nas proximidades do Estreito de Ormuz — corredor por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo — ataques com drones e incidentes marítimos praticamente travaram o tráfego de petroleiros. Países como Índia, China e Japão figuram entre os mais expostos às consequências de um bloqueio prolongado.

No Barein, além de estruturas próximas a bases militares, aeroportos e prédios residenciais foram atingidos. O fechamento do espaço aéreo compromete hubs internacionais que conectam Ocidente e Oriente, afetando turismo, investimentos e cadeias de suprimentos.

Por fim, a guerra também migrou para o ambiente digital. Após denúncias de uso de Inteligência Artificial em operações militares, ataques atingiram data centers da Amazon Web Services na região. Interrupções em sistemas de nuvem podem gerar efeito dominó sobre bancos, empresas e serviços internacionais, ampliando ainda mais a instabilidade econômica.

O cenário evidencia uma guerra que ultrapassa fronteiras físicas e passa a atingir diretamente os pilares energéticos, logísticos e tecnológicos que sustentam o comércio global.

Foto: Ulises Ruiz / AFP
Redação Brasil News

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ATAQUES NO ORIENTE MÉDIO FAZEM PETRÓLEO SALTAR E MERCADOS ENTREM EM ALERTA. https://brasilnews.tv/ataques-no-oriente-medio-fazem-petroleo-saltar-e-mercados-entrem-em-alerta/ https://brasilnews.tv/ataques-no-oriente-medio-fazem-petroleo-saltar-e-mercados-entrem-em-alerta/#respond Mon, 02 Mar 2026 11:42:08 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7536 Os preços globais do petróleo dispararam após novos episódios de tensão no Oriente Médio. O Brent, referência internacional, chegou a superar US$ 82 o barril nas primeiras negociações asiáticas, refletindo preocupação com a segurança do tráfego marítimo na região do Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás consumidos no mundo.

Relatos de ataques a embarcações e alertas de segurança emitidos por autoridades marítimas elevaram o nível de cautela entre armadores e seguradoras. Plataformas de rastreamento indicaram redução significativa no fluxo de navios na entrada do estreito, com dezenas de petroleiros aguardando em águas abertas diante do aumento dos riscos operacionais e dos custos de seguro.

Apesar da alta inicial, as cotações recuaram parcialmente ao longo do dia. Especialistas afirmam que o mercado ainda não entrou em pânico, mas monitorará atentamente qualquer bloqueio prolongado. O grupo Opep+ anunciou aumento de produção para tentar amortecer eventuais impactos, embora analistas considerem que a medida pode ser insuficiente caso a instabilidade se prolongue.

Economistas alertam que um barril acima de US$ 100 teria efeito cascata sobre combustíveis, alimentos, fretes e inflação global. Em um cenário de conflito prolongado, bancos centrais poderiam rever planos de redução de juros, reacendendo pressões sobre o crescimento econômico mundial.

O Estreito de Ormuz permanece como um dos principais pontos de estrangulamento energético do planeta. Qualquer interrupção duradoura no fluxo da região tem potencial de redefinir preços, cadeias logísticas e políticas monetárias em escala global.

Foto: Getty Images
Redação Brasil News

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Como a Noruega se tornou um dos países mais ricos e menos corruptos do mundo. https://brasilnews.tv/como-a-noruega-se-tornou-um-dos-paises-mais-ricos-e-menos-corruptos-do-mundo/ https://brasilnews.tv/como-a-noruega-se-tornou-um-dos-paises-mais-ricos-e-menos-corruptos-do-mundo/#respond Mon, 20 Oct 2025 18:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2165 A Noruega é frequentemente citada como exemplo de riqueza sustentável e boa governança. O país escandinavo ocupa, há anos, o topo dos rankings mundiais de qualidade de vida, transparência pública e desenvolvimento humano, resultado de uma gestão eficiente de seus recursos e instituições sólidas.

A virada econômica do país começou no final da década de 1960, com a descoberta de grandes reservas de petróleo e gás no Mar do Norte. Diferente de outras nações que enfrentaram instabilidade e corrupção com riquezas naturais, a Noruega adotou uma estratégia de longo prazo para administrar suas receitas.

Em 1990, o governo criou o Fundo Global de Pensões do Governo, conhecido como “Fundo do Petróleo”, com o objetivo de investir os lucros do setor energético em ativos internacionais. Hoje, esse fundo é o maior do mundo, administrando trilhões de dólares e garantindo a segurança econômica das futuras gerações.

A baixa corrupção é um dos pilares desse sucesso. O país mantém altos padrões de transparência, fiscalização rigorosa e um setor público reconhecido pela integridade. Dessa forma, as riquezas do petróleo não foram desviadas, mas revertidas em investimentos em educação, saúde, infraestrutura e bem-estar social.

Outro ponto de destaque é a força das instituições norueguesas. O sistema político estável, o alto nível educacional da população e a valorização da meritocracia criaram um ambiente favorável para o crescimento equilibrado.

Assim, a Noruega provou que é possível ser um país rico em recursos naturais sem cair na chamada “maldição do petróleo”. Ao combinar planejamento econômico, transparência e visão social, a nação se tornou referência mundial de prosperidade e governança ética.

Foto: Divulgação

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China responde a Trump e afirma não temer nova guerra tarifária https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/ https://brasilnews.tv/china-responde-a-trump-e-afirma-nao-temer-nova-guerra-tarifaria/#respond Sun, 12 Oct 2025 14:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1780 A tensão entre China e Estados Unidos voltou a crescer neste fim de semana. Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio chinês afirmou neste domingo (12) que “não deseja uma guerra tarifária, mas também não tem medo de enfrentá-la”, em resposta direta às novas ameaças do presidente Donald Trump.

Nos últimos dias, Trump anunciou a intenção de aplicar tarifas de até 100% sobre importações chinesas a partir de novembro, justificando a medida como uma retaliação às restrições impostas por Pequim à exportação de terras raras — minerais essenciais para a produção de tecnologias avançadas, como motores elétricos, sistemas de radar e smartphones.

O governo chinês classificou as declarações do presidente americano como “práticas equivocadas” e defendeu que as diferenças entre os países devem ser resolvidas por meio do diálogo, e não de ameaças.

“Recorrer frequentemente à pressão tarifária não é a forma adequada de manter relações estáveis com a China”, destacou o comunicado.

As novas medidas de Washington reacendem o temor de uma nova guerra comercial global, semelhante à que abalou os mercados entre 2018 e 2020. Analistas alertam que as tarifas podem impactar cadeias de suprimento em diversos setores, além de pressionar economias emergentes.

A China, responsável por cerca de 70% da produção mundial de terras raras, indicou que continuará concedendo licenças de exportação para usos civis legítimos, mas reforçou que tomará medidas “proporcionais” caso as sanções dos EUA avancem.

Foto: Xi Jinping e Donald Trump (SAUL LOEB, Andres MARTINEZ CASARES/AFP)

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Brasil mantém 10ª posição no ranking mundial de PIB até 2030, projeta FMI https://brasilnews.tv/brasil-mantem-10a-posicao-no-ranking-mundial-de-pib-ate-2030-projeta-fmi/ https://brasilnews.tv/brasil-mantem-10a-posicao-no-ranking-mundial-de-pib-ate-2030-projeta-fmi/#respond Tue, 03 Jun 2025 08:01:01 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1027 Apesar de registrar crescimento no primeiro trimestre de 2025, o Brasil perdeu uma posição no ranking global de Produto Interno Bruto (PIB) ao ser ultrapassado por outra economia e deve permanecer na 10ª colocação até o ano de 2030. As informações são do mais recente levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Em 2023, o Brasil ocupava a 9ª posição, mas foi impactado principalmente pela variação cambial — que, ao valorizar o dólar, reduz o montante do PIB quando convertido para a moeda americana. Mesmo com o avanço de 1,4% no início de 2025, puxado especialmente pelo setor agropecuário, o país não conseguiu manter sua posição anterior.

De acordo com o relatório, as perspectivas para os próximos anos indicam um crescimento estável, com o PIB brasileiro devendo avançar 2% em 2025 e repetir esse ritmo em 2026. A revisão recente foi feita em um cenário de tensões comerciais globais e impacto nas economias de países como Estados Unidos, China, México e Canadá.

Na comparação direta, o Brasil segue tecnicamente empatado com Itália e Canadá, que disputam a oitava e nona posição ao longo da década. A alternância entre essas nações deve continuar até 2030, segundo as projeções.

Contudo, o Brasil apresenta desvantagem expressiva quando se analisa o PIB per capita. Em 2024, a renda média por habitante no país ficou em torno de US$ 10.200 — bem abaixo dos US$ 54.000 registrados no Canadá e dos US$ 40.000 da Itália. O indicador mostra que, apesar do tamanho da economia brasileira, o poder de compra da população segue limitado frente a países desenvolvidos.

A expectativa anterior do FMI era de que o Brasil recuperasse sua nona posição já em 2027, podendo alcançar a oitava em 2028. Com os ajustes de cenário mais recentes, essas projeções foram revistas para baixo, sinalizando uma estagnação relativa no desempenho brasileiro no ranking global.

Além disso, o Brasil permanece atrás de outros países emergentes em termos de PIB per capita, como Chile, México e Malásia, e distante dos líderes nesse quesito, como Luxemburgo, que apresenta uma média de mais de US$ 130 mil por habitante.

A combinação de crescimento moderado e câmbio desfavorável desafia o país a buscar soluções estruturais para avançar de forma mais consistente entre as grandes economias do mundo.

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