diesel – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Sat, 18 Apr 2026 02:24:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png diesel – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Queda do petróleo após reabertura de Ormuz pode aliviar combustíveis no Brasil, mas traz impacto duplo. https://brasilnews.tv/queda-do-petroleo-apos-reabertura-de-ormuz-pode-aliviar-combustiveis-no-brasil-mas-traz-impacto-duplo/ https://brasilnews.tv/queda-do-petroleo-apos-reabertura-de-ormuz-pode-aliviar-combustiveis-no-brasil-mas-traz-impacto-duplo/#respond Sat, 18 Apr 2026 02:24:21 +0000 https://brasilnews.tv/?p=9039 A decisão do Irã de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas energéticas do mundo, provocou uma forte queda no preço do petróleo internacional nesta sexta-feira (17). O barril do tipo Brent recuou cerca de 10%, refletindo um alívio imediato no mercado global após semanas de tensão geopolítica.

O estreito é estratégico para o comércio mundial, responsável por cerca de 20% do fluxo de petróleo e gás natural liquefeito. Com a retomada da circulação de navios, o risco de desabastecimento diminui, o que pressiona os preços para baixo.

No Brasil, o impacto pode ser sentido principalmente no preço dos combustíveis. A tendência é de redução nos custos do diesel, gasolina e querosene de aviação, embora esse efeito não seja imediato e possa levar semanas para chegar ao consumidor final.

A queda ocorre em um momento em que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já vinha adotando medidas para conter a alta dos combustíveis, incluindo subsídios e redução de impostos, especialmente no diesel — combustível essencial para transporte de mercadorias e produção agrícola.

Com o recuo global do petróleo, essas políticas podem ganhar reforço, já que o preço internacional influencia diretamente o mercado interno. Além disso, a redução pode ajudar a contornar dificuldades na implementação de subsídios, que enfrentaram resistência de grandes distribuidoras.

Por outro lado, o cenário também traz um efeito menos positivo. O Brasil se tornou, nos últimos anos, exportador líquido de petróleo. Isso significa que preços mais baixos podem reduzir receitas com exportações e impactar a balança comercial.

Estudos recentes indicam que, diferente do passado, a alta do petróleo passou a beneficiar o país no cenário externo. Assim, a queda atual pode reduzir esse ganho, mesmo trazendo alívio interno nos combustíveis.

Outro reflexo imediato foi observado no mercado financeiro. O real se valorizou frente ao dólar, acompanhando a melhora na percepção de risco global após a diminuição das tensões no Oriente Médio.

O cenário reforça como o Brasil está diretamente conectado às oscilações do mercado internacional de energia: enquanto consumidores podem se beneficiar com preços mais baixos, o país como exportador também sente os efeitos dessa variação.

Foto: Getty Images
Redação – Thiago Salles

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Diesel vira bomba política: Planalto recua do ICMS e coloca estados na conta de novo subsídio. https://brasilnews.tv/diesel-vira-bomba-politica-planalto-recua-do-icms-e-coloca-estados-na-conta-de-novo-subsidio/ https://brasilnews.tv/diesel-vira-bomba-politica-planalto-recua-do-icms-e-coloca-estados-na-conta-de-novo-subsidio/#respond Wed, 25 Mar 2026 09:38:05 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8289 O aumento do diesel ganhou novo capítulo em Brasília e elevou a temperatura entre o governo federal e os estados. Depois de ver os governadores rejeitarem a proposta de zerar o ICMS sobre a importação do combustível, o Planalto passou a defender um novo modelo emergencial para tentar conter a disparada dos preços: uma subvenção de R$ 1,20 por litro do diesel importado, com metade do custo bancada pela União e a outra metade pelos estados. A alternativa foi apresentada nesta terça-feira (24) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Pela proposta, o socorro teria validade até 31 de maio e buscaria produzir um efeito mais rápido do que a simples desoneração tributária. Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto fiscal total estimado é de R$ 3 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão por mês. O governo argumenta que, com a alta do petróleo, estados produtores podem ampliar arrecadação e, assim, absorver parte do custo da medida.

A nova ofensiva ocorre após a primeira estratégia do governo emperrar. Na semana passada, a Fazenda havia defendido que os estados eliminassem o ICMS sobre o diesel importado, enquanto o governo federal compensaria parte das perdas. Sem consenso político, a equipe econômica decidiu migrar para o modelo de pagamento direto aos importadores, considerado mais ágil para reduzir a pressão no mercado.

Antes dessa nova proposta, o Palácio do Planalto já havia anunciado outras medidas para tentar segurar o preço do combustível. Em 12 de março, o governo zerou as alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro. Além disso, uma medida provisória previu outra subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores, com a promessa de que esse alívio chegasse ao consumidor final. Somadas, essas ações anteriores buscavam reduzir em R$ 0,64 o valor do litro nas bombas.

Nos bastidores, a preocupação vai além dos postos de combustíveis. O diesel é peça central da logística brasileira, altamente dependente do transporte rodoviário, e o encarecimento do produto pressiona fretes, alimentos e a inflação. O Banco Central, inclusive, apontou nesta terça-feira que a piora das expectativas inflacionárias após o conflito no Oriente Médio ajudou a justificar um corte mais cauteloso dos juros, com redução de apenas 0,25 ponto percentual na Selic, agora em 14,75%.

A disparada recente do diesel está ligada ao avanço do petróleo no mercado internacional, em meio às tensões no Oriente Médio. Diante desse cenário, o governo ainda mantém no radar novas ações, como ajustes tributários envolvendo o biodiesel e mecanismos de fiscalização para evitar repasses abusivos ao consumidor.

Foto: Pilar Olivares/Reuters
Redação – Thiago Salles

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Brasil corre risco com diesel caro e dependência externa expõe fragilidade histórica. https://brasilnews.tv/brasil-corre-risco-com-diesel-caro-e-dependencia-externa-expoe-fragilidade-historica/ https://brasilnews.tv/brasil-corre-risco-com-diesel-caro-e-dependencia-externa-expoe-fragilidade-historica/#respond Mon, 23 Mar 2026 05:08:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8234 O Brasil ainda enfrenta uma dependência significativa da importação de diesel, o que aumenta a vulnerabilidade do país diante de crises internacionais e oscilações no mercado global. Segundo o especialista Eberaldo de Almeida Neto, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), entre 25% e 30% do combustível consumido no país vem do exterior.

O alerta ocorre em um momento sensível, marcado pelo período de colheita agrícola, quando a demanda por diesel cresce de forma expressiva. O combustível é essencial tanto para o funcionamento de máquinas no campo quanto para o transporte da produção, ampliando a pressão sobre o abastecimento.

Outro fator que agrava o cenário é a forte dependência do transporte rodoviário no Brasil. Diferentemente de outros países de grande extensão territorial, que utilizam mais ferrovias e hidrovias, o país ainda concentra grande parte da logística nas estradas — modelo que consome mais diesel e eleva custos.

Além disso, há uma defasagem relevante entre o preço praticado internamente e o valor no mercado internacional. Enquanto o diesel vendido nas refinarias brasileiras tem preço mais baixo, o combustível importado chega com valores mais elevados, o que pode pressionar reajustes futuros.

O cenário global também contribui para a instabilidade. Conflitos internacionais, especialmente no Oriente Médio, afetam diretamente o fluxo de petróleo e derivados, impactando a oferta e os preços. O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo, enfrenta restrições, reduzindo drasticamente o número de navios em circulação.

Como alternativa, especialistas apontam o avanço dos biocombustíveis. Atualmente, o diesel vendido no Brasil já contém uma mistura de biodiesel, e há previsão de aumento dessa proporção nos próximos anos. A estratégia pode ajudar a reduzir a dependência externa, embora ainda existam desafios técnicos e logísticos.

Diante desse cenário, o país enfrenta o desafio de equilibrar demanda crescente, limitações estruturais e pressões internacionais, em um momento decisivo para a segurança energética e econômica.

Foto: Reprodução/Internet
Redação – Thiago Salles

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Lula dispara sobre combustíveis e culpa guerra: “Brasil paga por decisões de potências” https://brasilnews.tv/lula-dispara-sobre-combustiveis-e-culpa-guerra-brasil-paga-por-decisoes-de-potencias/ https://brasilnews.tv/lula-dispara-sobre-combustiveis-e-culpa-guerra-brasil-paga-por-decisoes-de-potencias/#respond Fri, 20 Mar 2026 06:59:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8174 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar o aumento no preço dos combustíveis no Brasil e atribuiu a alta ao cenário internacional, especialmente às tensões envolvendo o Oriente Médio. A declaração foi feita durante participação no Prêmio Mulheres das Águas, realizado em Brasília.

Segundo o presidente, o impacto da guerra já afeta diretamente o valor do petróleo no mercado global, pressionando os preços internos. Ele citou o aumento expressivo do barril e afirmou que conflitos recentes têm influência direta no custo do diesel em diversos países, incluindo o Brasil.

Lula também destacou que o governo federal adotou medidas para tentar conter a escalada dos preços, como a manutenção de isenções tributárias e a concessão de subsídios. Ainda assim, criticou agentes do mercado que, segundo ele, estariam elevando valores de forma injustificada, aproveitando o momento de instabilidade.

Durante o discurso, o presidente questionou o aumento de combustíveis que não dependem diretamente do petróleo, como o etanol, e também da gasolina, mesmo com a produção nacional. Para ele, há setores que se beneficiam da crise para ampliar lucros, repetindo comportamentos vistos em outros momentos de dificuldade econômica.

O chefe do Executivo também fez críticas à atuação das principais potências globais, afirmando que países com maior poder militar deveriam atuar para garantir estabilidade internacional. Segundo Lula, decisões tomadas por essas nações acabam gerando impactos econômicos que atingem principalmente países mais distantes dos conflitos.

Ao final, ele reforçou a insatisfação com o fato de o Brasil sofrer consequências de crises externas, mesmo estando longe dos epicentros dos conflitos, destacando que a população acaba arcando com os custos dessas decisões globais.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Redação – Thiago Salles

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Governo quer zerar ICMS do diesel e divide conta bilionária com estados em meio a risco de desabastecimento. https://brasilnews.tv/governo-quer-zerar-icms-do-diesel-e-divide-conta-bilionaria-com-estados-em-meio-a-risco-de-desabastecimento/ https://brasilnews.tv/governo-quer-zerar-icms-do-diesel-e-divide-conta-bilionaria-com-estados-em-meio-a-risco-de-desabastecimento/#respond Fri, 20 Mar 2026 06:53:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8168 O Ministério da Fazenda apresentou aos estados uma proposta emergencial para zerar o ICMS sobre a importação de diesel por um período limitado. A iniciativa prevê que o governo federal compense metade das perdas de arrecadação dos estados, em uma tentativa de evitar impactos mais severos nas contas regionais.

A medida, que deve valer até o dia 31 de maio, surge em meio a preocupações com a oferta do combustível em diferentes partes do país. Relatos de dificuldades no abastecimento acenderam o alerta no setor, levando o governo a buscar alternativas para ampliar rapidamente a disponibilidade de diesel no mercado.

De acordo com estimativas, o custo da iniciativa pode chegar a cerca de R$ 6 bilhões no total, sendo aproximadamente R$ 3 bilhões arcados pela União e outros R$ 3 bilhões pelos estados. A proposta foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante reunião virtual com secretários estaduais.

A estratégia do governo é incentivar a importação do combustível, reduzindo custos tributários e aumentando a competitividade no mercado interno. Com isso, a expectativa é aliviar a pressão sobre os preços e evitar uma escalada que possa impactar diretamente o transporte de cargas e o custo de vida da população.

A discussão ainda depende do aval dos estados, que avaliam os impactos fiscais da medida. Caso seja aceita, a proposta pode se tornar uma das principais ações emergenciais para enfrentar a instabilidade no setor de combustíveis nas próximas semanas.

Foto: Reprodução/Internet
Redação – Thiago Salles

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Governadores desafiam Lula e se recusam a cortar imposto do diesel em meio à crise e pressão eleitoral. https://brasilnews.tv/governadores-desafiam-lula-e-se-recusam-a-cortar-imposto-do-diesel-em-meio-a-crise-e-pressao-eleitoral/ https://brasilnews.tv/governadores-desafiam-lula-e-se-recusam-a-cortar-imposto-do-diesel-em-meio-a-crise-e-pressao-eleitoral/#respond Wed, 18 Mar 2026 11:39:54 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8115 A tentativa do governo federal de conter a alta dos combustíveis enfrentou resistência direta dos estados, que decidiram não reduzir as alíquotas do ICMS sobre o diesel. A posição foi formalizada pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), que reúne representantes de todas as unidades da federação.

Mesmo após o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de zerar impostos federais como PIS e Cofins sobre o diesel, além de adotar medidas para evitar abusos nos preços, os estados optaram por manter suas arrecadações intactas. A decisão ocorre em um momento de pressão internacional sobre os combustíveis, influenciada por conflitos geopolíticos no Oriente Médio.

O governo federal esperava que os estados colaborassem reduzindo o ICMS, principal imposto que incide sobre os combustíveis. A expectativa era aliviar o custo para transportadores e consumidores, evitando reflexos diretos no preço dos alimentos e no custo de vida da população.

No entanto, os secretários estaduais argumentam que não há garantia de que a redução tributária seria repassada ao consumidor final. Segundo eles, experiências anteriores mostram que cortes de impostos nem sempre chegam ao bolso da população, o que enfraquece a justificativa para abrir mão de arrecadação.

Além disso, os estados alertam para impactos fiscais relevantes. Parte da arrecadação vinculada aos combustíveis é destinada a investimentos em infraestrutura de transporte, o que poderia ser comprometido com novas reduções de impostos.

A decisão amplia o clima de tensão entre o governo federal e os governadores, abrindo uma nova frente de embate político em um momento sensível, com as eleições se aproximando. O impasse também gera incertezas sobre o comportamento dos preços nas próximas semanas, especialmente em setores diretamente afetados pelo diesel, como transporte e alimentação.

Foto: (Agência Brasil)
Redação – Thiago Salles

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Guerra no Oriente Médio começa a pesar no bolso dos brasileiros e gasolina dispara nos postos. https://brasilnews.tv/guerra-no-oriente-medio-comeca-a-pesar-no-bolso-dos-brasileiros-e-gasolina-dispara-nos-postos/ https://brasilnews.tv/guerra-no-oriente-medio-comeca-a-pesar-no-bolso-dos-brasileiros-e-gasolina-dispara-nos-postos/#respond Tue, 17 Mar 2026 06:47:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=8111 Os efeitos da tensão geopolítica no Oriente Médio já começaram a atingir diretamente o bolso dos brasileiros. O preço médio da gasolina voltou a subir no país pela segunda semana consecutiva, refletindo o aumento do valor do petróleo no mercado internacional.

De acordo com o mais recente Levantamento de Preços de Combustíveis (LPC), divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio nacional da gasolina chegou a R$ 6,46 por litro na semana entre 8 e 14 de março.

Na semana anterior, entre 1 e 7 de março, o valor médio estava em R$ 6,30, enquanto no final de fevereiro o combustível custava R$ 6,28. A sequência de aumentos representa a maior variação registrada desde o início da escalada militar no Oriente Médio.

Especialistas apontam que a principal razão para essa alta é o avanço do preço do barril de petróleo no cenário internacional. Desde o agravamento do conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel, a cotação da commodity subiu mais de 40%, pressionando os preços de combustíveis em diversos países.

O levantamento também identificou valores bastante diferentes entre os estados brasileiros. Em alguns locais, o preço máximo encontrado chegou a R$ 9,29 por litro, registrado em postos do estado de São Paulo.

Regiões do Norte continuam apresentando alguns dos combustíveis mais caros do país. No Acre, por exemplo, o preço médio subiu de R$ 7,97 para R$ 8,19. Em vários estados da região, a gasolina já ultrapassa a marca de R$ 7 por litro.

Diesel também registra forte alta

O diesel, combustível essencial para transporte de cargas e logística no país, também apresentou aumento expressivo nas últimas semanas.

Mesmo com medidas do governo para reduzir tributos e tentar conter o impacto nos preços, o valor médio nacional saltou de R$ 6,03 no final de fevereiro para R$ 6,80 na última semana, segundo dados da ANP.

Diante desse cenário, o Procon de São Paulo informou que está acompanhando o comportamento do mercado para identificar possíveis abusos nos preços praticados pelos postos de combustíveis.

O órgão orienta consumidores que suspeitarem de cobrança abusiva a registrarem reclamações formais e, se possível, anexarem provas como fotos, vídeos ou documentos para facilitar a análise do caso.

Especialistas alertam que, caso o conflito internacional continue se intensificando, novas altas nos combustíveis podem ocorrer nas próximas semanas.

Tabela – Preço médio do diesel por estado

EstadoPreço médio do Diesel
São PauloR$ 6,78
Rio de JaneiroR$ 6,49
ParanáR$ 6,75
BahiaR$ 7,18
Santa CatarinaR$ 6,69
Mato GrossoR$ 7,16
ParáR$ 7,21
TocantinsR$ 7,20

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Redação – Thiago Salles

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Guerra no Oriente Médio faz preço da gasolina disparar no Brasil e governo abre investigação. https://brasilnews.tv/guerra-no-oriente-medio-faz-preco-da-gasolina-disparar-no-brasil-e-governo-abre-investigacao/ https://brasilnews.tv/guerra-no-oriente-medio-faz-preco-da-gasolina-disparar-no-brasil-e-governo-abre-investigacao/#respond Thu, 12 Mar 2026 08:35:28 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7897 Motoristas brasileiros começaram a sentir no bolso os impactos da crise internacional envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. Na última terça-feira, diversos postos registraram aumento significativo no preço da gasolina e do diesel, mesmo sem anúncio oficial de reajuste por parte da Petrobras.

Em alguns locais, a gasolina chegou a subir cerca de R$ 0,30 por litro, enquanto o diesel teve aumento ainda mais expressivo, chegando a até R$ 1,00 por litro. A alta repentina gerou dúvidas sobre os motivos do reajuste e levou autoridades a investigar possíveis distorções no mercado.

A escalada de preços ocorre em um momento de forte instabilidade no mercado global de petróleo. A guerra no Oriente Médio elevou a volatilidade do barril do tipo Brent, que chegou a oscilar entre aproximadamente US$ 91 e quase US$ 120 durante o mesmo dia, antes de fechar próximo de US$ 99.

Mesmo com essas variações internacionais, a Petrobras informou que não anunciou aumento no preço dos combustíveis vendidos nas refinarias. A estatal afirma que sua estratégia comercial busca reduzir o impacto da volatilidade externa e garantir maior estabilidade no mercado interno.

Diante da situação, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma análise para verificar se existem possíveis práticas irregulares no repasse dos preços aos consumidores.

Entidades do setor também apontam dificuldades no abastecimento como um dos fatores que podem ter influenciado os preços. De acordo com representantes do comércio de combustíveis, algumas distribuidoras estariam oferecendo produtos a valores elevados ou reduzindo a oferta para determinados revendedores.

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais, o Brasil ainda depende parcialmente da importação de combustíveis, o que torna o país sensível às oscilações do mercado internacional.

Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado, enquanto aproximadamente 10% da gasolina também vem do exterior. Essa dependência faz com que conflitos internacionais e mudanças no preço do petróleo influenciem diretamente os custos internos.

Representantes do setor ressaltam que os donos de postos não são os principais responsáveis pelos aumentos recentes, já que muitos estão pagando valores mais altos ao adquirir combustíveis das distribuidoras.

Apesar da preocupação com a alta de preços, especialistas afirmam que não há previsão de desabastecimento generalizado no país. A situação, no entanto, continua sendo monitorada pelas autoridades diante da instabilidade global no mercado de energia.

Foto: Shutterstock

Redação Thiago Salles

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Brasil acelera uso de baterias para substituir geradores a diesel e impulsionar transição energética. https://brasilnews.tv/brasil-acelera-uso-de-baterias-para-substituir-geradores-a-diesel-e-impulsionar-transicao-energetica/ https://brasilnews.tv/brasil-acelera-uso-de-baterias-para-substituir-geradores-a-diesel-e-impulsionar-transicao-energetica/#respond Tue, 09 Dec 2025 10:29:21 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4746 O Brasil deu um passo decisivo rumo à modernização de sua matriz elétrica com a aprovação da Medida Provisória nº 1.304/2025, que passa a reconhecer oficialmente os Sistemas de Armazenamento de Energia por Baterias (BESS) como parte estratégica da infraestrutura do setor elétrico. Na prática, a medida abre caminho para a substituição gradual dos geradores movidos a diesel por soluções mais limpas, silenciosas e econômicas.

Antes restritas a grandes empreendimentos, as baterias agora ganham espaço em empresas de médio e até pequeno porte. Além do benefício ambiental, com redução de emissão de poluentes e ruídos, os sistemas permitem economia nos horários de maior consumo e aumentam a confiabilidade no fornecimento de energia.

Especialistas apontam que esse avanço também resolve um dos principais desafios da energia solar no país: a intermitência. Embora o Brasil já tenha ultrapassado a marca de 60 GW de potência instalada em geração solar, o pico de produção ocorre ao meio-dia, enquanto o maior consumo acontece à noite. Com as baterias, o excedente gerado durante o dia pode ser armazenado e utilizado nos horários críticos.

Isso diminui a dependência das usinas termelétricas, que encarecem o sistema e aumentam as emissões de carbono. No setor industrial, os equipamentos também são usados para reduzir a demanda nos horários de pico, garantir reserva de segurança e permitir planejamento mais eficiente dos custos operacionais.

Experiências internacionais comprovam a eficiência do modelo. Projetos como o La Martina, na Colômbia, já utilizam grandes sistemas de armazenamento integrados à geração solar, reduzindo toneladas de CO₂ por ano e aumentando a estabilidade da rede elétrica.

No Brasil, até recentemente, a expansão desse tipo de tecnologia esbarrava na falta de regras claras. Esse cenário começou a mudar com o reconhecimento formal do armazenamento como atividade de geração por meio de normas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), agora reforçadas pela MP 1.304.

Especialistas apontam que, além das baterias, o futuro do setor passa pela ampliação da rede de transmissão, adoção de tarifas dinâmicas e atualização constante do marco regulatório. A expectativa é que a combinação dessas medidas fortaleça a segurança do sistema, reduza custos para consumidores e acelere a transição para uma matriz elétrica cada vez mais limpa.

Foto: João Silva/Brasil News
Redação Brasil News

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Petrobras reduz preço da gasolina e litro cai para R$ 2,71 a partir desta terça-feira. https://brasilnews.tv/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-e-litro-cai-para-r-271-a-partir-desta-terca-feira/ https://brasilnews.tv/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-e-litro-cai-para-r-271-a-partir-desta-terca-feira/#respond Tue, 21 Oct 2025 12:14:17 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2249 A Petrobras informou nesta segunda-feira (20) que vai aplicar uma nova redução no preço da gasolina, com queda de 4,9% a partir desta terça-feira (21). Com o reajuste, o valor médio de venda às distribuidoras passa de R$ 2,85 para R$ 2,71 por litro.

De acordo com a estatal, a medida tem impacto direto nos municípios das regiões dos Lagos, Serrana, Norte e Noroeste do Rio de Janeiro, além de outras localidades que dependem da distribuição feita a partir das bases fluminenses.

Essa é a segunda redução no combustível em 2025, acumulando queda de 10,3% no ano, o equivalente a R$ 0,31 por litro. O valor anunciado corresponde ao repasse feito às distribuidoras — o preço final ao consumidor pode variar conforme impostos, custos logísticos e margens de lucro de cada posto.

Segundo a Petrobras, os preços do diesel permanecem inalterados por enquanto. Desde março, o produto já teve três reduções, mas ainda acumula alta em relação ao início do ano.

A companhia reforçou que as alterações seguem a política de mercado interno alinhada às cotações internacionais do petróleo e à variação do câmbio, buscando equilibrar competitividade e estabilidade nos preços para o consumidor final.

Foto: G1

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