Casa Branca – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Mon, 16 Feb 2026 10:54:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Casa Branca – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Obama reage a vídeo racista ligado a Trump e diz que “não há mais vergonha” na política. https://brasilnews.tv/obama-reage-a-video-racista-ligado-a-trump-e-diz-que-nao-ha-mais-vergonha-na-politica/ https://brasilnews.tv/obama-reage-a-video-racista-ligado-a-trump-e-diz-que-nao-ha-mais-vergonha-na-politica/#respond Mon, 16 Feb 2026 10:54:26 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7096 O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama se manifestou publicamente pela primeira vez sobre o vídeo de conteúdo racista que circulou nas redes sociais e foi associado ao presidente Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao podcast “No Lie”, apresentada pelo comentarista Brian Tyler Cohen.

Sem citar diretamente o nome de Trump, Obama afirmou que o episódio reflete um ambiente político cada vez mais marcado pela falta de limites e respeito institucional. Segundo ele, a maioria dos americanos considera esse tipo de comportamento perturbador e incompatível com a responsabilidade do cargo público.

O vídeo mostrava imagens manipuladas digitalmente nas quais Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama apareciam com seus rostos sobrepostos a corpos de macacos. O conteúdo fazia parte de uma montagem que também promovia alegações falsas sobre fraude eleitoral nas eleições de 2020.

De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, a publicação teria sido compartilhada por um funcionário no perfil de Trump e permaneceu no ar por cerca de 12 horas antes de ser removida. O conteúdo não foi reproduzido por veículos de imprensa devido à sua natureza sensível.

Durante a entrevista, Obama afirmou que episódios como esse demonstram a perda de decoro no ambiente político e midiático, ressaltando que comportamentos que antes seriam amplamente condenados hoje parecem normalizados em determinados círculos.

O caso se soma a outras polêmicas envolvendo publicações consideradas ofensivas ou manipuladas digitalmente compartilhadas por aliados do presidente norte-americano, o que tem gerado críticas frequentes de opositores e analistas políticos.

A repercussão reacendeu o debate sobre os limites do discurso político nas redes sociais, o impacto da desinformação e a responsabilidade de líderes públicos no uso dessas plataformas.

Foto: Brian Snyder
Redação Brasil News

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UFC na Casa Branca pode virar palco histórico — e brasileiros entram na mira para superlutas. https://brasilnews.tv/ufc-na-casa-branca-pode-virar-palco-historico-e-brasileiros-entram-na-mira-para-superlutas/ https://brasilnews.tv/ufc-na-casa-branca-pode-virar-palco-historico-e-brasileiros-entram-na-mira-para-superlutas/#respond Wed, 04 Feb 2026 12:26:02 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6731 A ideia de transformar a Casa Branca em arena de luta movimenta o mundo do MMA e pode resultar em um dos eventos mais simbólicos da história do UFC. O projeto prevê uma edição especial em área externa do complexo presidencial dos Estados Unidos, pensada para integrar as celebrações dos 250 anos da independência americana.

O presidente do UFC, Dana White, afirmou que a organização trabalha diretamente na viabilização do evento e que pretende arcar com os custos para evitar questionamentos sobre uso de dinheiro público. Apesar do entusiasmo, ainda existem dúvidas sobre a data oficial — inicialmente associada ao feriado de 4 de julho, mas depois também ligada a junho — além de desafios logísticos e de segurança inéditos para um espetáculo desse porte.

Entre os atletas cotados, o nome que mais ganha força é o de Alex Poatan, atual campeão dos meio-pesados e um dos lutadores mais populares da atualidade. O brasileiro já demonstrou interesse em participar e chegou a mencionar uma possível superluta contra Jon Jones, confronto que imediatamente elevou as expectativas dos fãs. O obstáculo, porém, é a incerteza sobre o retorno do ex-campeão ao octógono.

No MMA feminino, Amanda Nunes aparece como candidata natural para um “card dos sonhos”. A organização planeja um duelo contra Kayla Harrison, luta vista como uma das maiores possíveis na categoria. O combate acabou adiado após a americana passar por cirurgia, e o cronograma dependerá de sua recuperação.

Outro brasileiro monitorado é Charles do Bronx, cuja presença no evento pode ganhar força caso ele conquiste uma vitória decisiva em sua próxima luta. Popular e conhecido por combates eletrizantes, ele é visto como um atleta capaz de entregar espetáculo — fator crucial para um evento com ambição global.

Correndo por fora, Maurício Ruffy tenta se credenciar após uma vitória impactante e já manifestou interesse em dividir o card com estrelas internacionais. Ainda assim, o encaixe dependerá da estratégia do UFC e da disponibilidade de nomes de maior alcance comercial.

Caso seja confirmado, o evento deve contar com uma estrutura temporária semelhante a um estádio e um esquema de segurança sem precedentes. Mais do que uma noite de lutas, a proposta é criar um marco esportivo com repercussão mundial — e, ao que tudo indica, o Brasil pode ter papel central nesse capítulo.

Foto: Thiago Salles
Redação Brasil News

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Pane no avião presidencial força retorno imediato e levanta alerta antes de viagem de Trump à Europa. https://brasilnews.tv/pane-no-aviao-presidencial-forca-retorno-imediato-e-levanta-alerta-antes-de-viagem-de-trump-a-europa/ https://brasilnews.tv/pane-no-aviao-presidencial-forca-retorno-imediato-e-levanta-alerta-antes-de-viagem-de-trump-a-europa/#respond Wed, 21 Jan 2026 14:23:54 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6301 O avião presidencial dos Estados Unidos, conhecido como Air Force One, precisou retornar à Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, após a identificação de um problema elétrico logo após a decolagem na madrugada desta quarta-feira (21). A aeronave transportava o presidente Donald Trump e sua comitiva rumo a Davos, na Suíça, onde ele participa do Fórum Econômico Mundial.

Segundo comunicado oficial da Casa Branca, a tripulação identificou uma falha elétrica considerada de pequeno porte, mas suficiente para determinar o retorno imediato por questões de segurança. Jornalistas que acompanhavam a viagem relataram que, momentos após a decolagem, as luzes da cabine chegaram a se apagar brevemente, aumentando a tensão a bordo.

Cerca de meia hora após o início do voo, os passageiros foram informados da decisão de retorno. Já em solo americano, Trump embarcou em uma segunda aeronave, um C-32 da Força Aérea — versão modificada do Boeing 757 — normalmente utilizada em viagens presidenciais a aeroportos menores, seguindo então para a Europa.

O episódio voltou a chamar atenção para a idade avançada da frota presidencial dos Estados Unidos. Os dois aviões atualmente utilizados como Air Force One estão em operação há quase quatro décadas. A Boeing trabalha na substituição por novos modelos 747-8, mas o projeto enfrenta atrasos sucessivos, gerando críticas e preocupações internas no governo americano.

No ano passado, Trump chegou a afirmar publicamente que avaliava alternativas diante da demora. A discussão ganhou ainda mais repercussão após a aceitação, pelo Departamento de Defesa, de um Boeing 747 oferecido pelo Catar para uso presidencial — medida que levantou debates jurídicos, éticos e de segurança nacional.

As aeronaves presidenciais dos EUA são equipadas com tecnologia de ponta, incluindo sistemas antimísseis, blindagem especial e recursos de comunicação avançados que permitem ao presidente comandar as forças armadas de qualquer lugar do mundo.

Foto: Evan Vucci / AP

Redação Brasil News

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Ataque próximo à Casa Branca deixa dois soldados da Guarda Nacional em estado crítico. https://brasilnews.tv/ataque-proximo-a-casa-branca-deixa-dois-soldados-da-guarda-nacional-em-estado-critico/ https://brasilnews.tv/ataque-proximo-a-casa-branca-deixa-dois-soldados-da-guarda-nacional-em-estado-critico/#respond Thu, 27 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4080 Dois soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos seguem em estado crítico após serem atingidos por disparos de arma de fogo nas proximidades da Casa Branca, na tarde desta quarta-feira (26), em Washington, D.C. As informações foram confirmadas pelo diretor do FBI, que informou que ambos estão recebendo atendimento intensivo em hospitais da região.

Inicialmente, o governador da Virgínia Ocidental chegou a divulgar que os militares teriam morrido em decorrência dos ferimentos, mas voltou atrás pouco depois, dizendo que havia informações desencontradas sobre a real situação clínica das vítimas. Em nova manifestação, pediu orações às famílias e à comunidade da Guarda Nacional.

O suspeito de efetuar os disparos também foi baleado durante a ocorrência e encontra-se gravemente ferido. Em publicação nas redes sociais, o ex-presidente Donald Trump afirmou que o autor do ataque responderá com rigor pelos atos cometidos.

Por motivos de segurança, a Administração Federal de Aviação (FAA) determinou a suspensão temporária das decolagens no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, por cerca de uma hora. A medida visou garantir a integridade das operações aéreas até que a área fosse considerada segura.

Em resposta ao atentado, o secretário de Defesa dos Estados Unidos anunciou o envio de mais 500 soldados da Guarda Nacional para reforçar a segurança da capital. Segundo ele, a decisão foi tomada a pedido direto de Donald Trump, em razão da gravidade do ocorrido e da proximidade com a sede do governo norte-americano.

Os militares da Guarda Nacional já atuam nas ruas de Washington desde agosto, quando foram destacados para reforçar o patrulhamento como parte das ações de combate ao crime e ao controle da imigração.

Foto: Nathan Howard

Redação Brasil News

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Imprensa dos EUA aponta que plano de Trump para encerrar guerra na Ucrânia prevê concessões territoriais à Rússia. https://brasilnews.tv/imprensa-dos-eua-aponta-que-plano-de-trump-para-encerrar-guerra-na-ucrania-preve-concessoes-territoriais-a-russia/ https://brasilnews.tv/imprensa-dos-eua-aponta-que-plano-de-trump-para-encerrar-guerra-na-ucrania-preve-concessoes-territoriais-a-russia/#respond Thu, 20 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3824 Em meio à guerra que já se arrasta há quase quatro anos, o governo dos Estados Unidos estaria trabalhando em uma nova proposta de paz para o conflito entre Rússia e Ucrânia. De acordo com reportagens do portal Axios e do Financial Times, o plano — discutido discretamente por representantes americanos e russos — inclui algumas das principais exigências de Moscou, como a cessão de áreas no leste ucraniano e o reconhecimento formal da Crimeia como território russo.

Unidade ucraniana dispara foguetes contra linhas russas nos arredores de Pokrovsk, no leste da Ucrânia — Foto: Tyler Hicks/The New York Times

Segundo o Axios, o esboço da proposta contém 28 pontos e sugere que a Rússia assumiria controle total de Donetsk e Luhansk, regiões do Donbass, incluindo zonas que ainda estão sob domínio ucraniano. Em outras áreas contestadas, como Kherson e Zaporíjia, a divisão seguiria as linhas de combate no momento da assinatura do acordo. Em troca, Kiev receberia garantias de segurança, embora em formato mais limitado do que vinha sendo discutido anteriormente.

Fontes russas ouvidas pelo Financial Times afirmam que o projeto “não é um plano, mas uma composição de propostas práticas e intenções”, mas admitem que parte das exigências seria “inaceitável” para a Ucrânia. Pelo texto, o russo voltaria a ser reconhecido como idioma oficial em áreas específicas — outro pedido frequente de Moscou.

Caso avance, o documento representaria uma mudança significativa na estratégia diplomática de Donald Trump, que havia prometido encerrar a guerra em 24 horas ao assumir o cargo. Após uma reunião frustrada com Vladimir Putin em agosto, e com o aumento dos ataques mortais no front, Trump passou a pressionar por negociações diretas, ao mesmo tempo em que impôs sanções econômicas mais duras à Rússia.

Policiais ucranianos isolam área de jardim de infância em Kharkiv, atingido por drone russo — Foto: Serviços de Emergência da Ucrânia via AFP

Preocupações de Kiev
A Ucrânia, porém, recebeu a proposta com grande resistência. De acordo com o Axios, representantes americanos apresentaram o plano ao conselheiro de segurança nacional ucraniano, Rustem Umerov, que levantou objeções imediatas. Entre os pontos mais sensíveis, está a possibilidade de redução do efetivo militar ucraniano para cerca de 400 mil soldados, além de limitações no arsenal de longo alcance — exigências que especialistas avaliam como arriscadas diante do histórico de invasões russas.

Zelensky tem pedido garantias de segurança mais robustas por parte da Otan e aliados ocidentais, incluindo mecanismos internacionais para impedir novos ataques russos. Nos últimos meses, porém, várias dessas propostas foram rejeitadas por Moscou, como a criação de uma força de manutenção da paz internacional.

Uma reunião prevista para esta quarta-feira, em Ancara, entre Zelensky, o negociador americano Steve Witkoff e autoridades turcas, foi cancelada. Ainda assim, o presidente ucraniano se encontrou com Recep Tayyip Erdogan e reforçou, em pronunciamento, que “a guerra precisa terminar sem recompensar a agressão”.

Clima tenso também em Moscou
Questionado sobre o vazamento das informações, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, evitou comentários diretos e afirmou que Moscou “não tem novidades a acrescentar”. Ele declarou que a Rússia está aberta ao diálogo, mas atribuiu a pausa nas negociações à falta de interesse de Kiev em avançar nas conversas.

Enquanto isso, Washington enviou uma delegação oficial à Ucrânia. O secretário do Exército dos EUA, Dan Driscoll, chegou a Kiev para avaliar as condições no terreno e relatar a situação diretamente à Casa Branca. Segundo fontes citadas pelo Wall Street Journal, Trump considera urgente avançar em um acordo para “interromper mortes e acelerar o fim do conflito”.

O plano, no entanto, está longe de consenso. Se implementado, poderia redefinir o mapa político da região, mas também provocar forte reação interna na Ucrânia — especialmente se for percebido como uma capitulação territorial diante da invasão russa.


Foto: Tyler Hicks / The New York Times

Redação Brasil News

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Trump anuncia que Estados Unidos vão boicotar o G20 na África do Sul e cita “perseguição a brancos” https://brasilnews.tv/trump-anuncia-que-estados-unidos-vao-boicotar-o-g20-na-africa-do-sul-e-cita-perseguicao-a-brancos/ https://brasilnews.tv/trump-anuncia-que-estados-unidos-vao-boicotar-o-g20-na-africa-do-sul-e-cita-perseguicao-a-brancos/#respond Sat, 08 Nov 2025 14:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=3156 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (7) que o país não participará da próxima reunião do G20, prevista para ocorrer em Joanesburgo, na África do Sul, nos dias 22 e 23 de novembro. Segundo ele, a decisão é uma forma de protesto contra o que chamou de “massacre da população branca sul-africana”.

Em mensagem publicada em sua rede social, Trump declarou que considera “inaceitável” a realização do evento no país africano. “Os africâneres estão sendo mortos, suas propriedades tomadas e suas terras confiscadas ilegalmente. Enquanto essas violações persistirem, os Estados Unidos não enviarão nenhum representante ao G20”, escreveu.

O republicano ainda aproveitou para anunciar que pretende sediar a cúpula de 2026 em Miami, na Flórida. “Será uma grande oportunidade para mostrar o verdadeiro potencial dos EUA no cenário mundial”, afirmou.

A África do Sul será a anfitriã do encontro pela primeira vez na história do grupo, que reúne as maiores economias do planeta. A decisão de Trump gerou críticas internacionais, já que o presidente norte-americano não apresentou provas das alegações de violência sistemática contra pessoas brancas no país africano — tema que ele já havia abordado em outras ocasiões.

Líderes de diferentes nações têm se manifestado contra o posicionamento do norte-americano, classificando as falas como “desinformação e discurso extremista”.

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Trump põe em dúvida reunião com Putin e critica lentidão nas negociações sobre guerra na Ucrânia. https://brasilnews.tv/trump-poe-em-duvida-reuniao-com-putin-e-critica-lentidao-nas-negociacoes-sobre-guerra-na-ucrania/ https://brasilnews.tv/trump-poe-em-duvida-reuniao-com-putin-e-critica-lentidao-nas-negociacoes-sobre-guerra-na-ucrania/#respond Wed, 22 Oct 2025 10:00:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2278 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a adotar um tom de frustração em relação às negociações pela paz na Ucrânia. Em declaração à imprensa nesta terça-feira (21), o republicano afirmou que a possível cúpula com Vladimir Putin, prevista para ocorrer em Budapeste, na Hungria, pode ser adiada ou até cancelada caso não haja expectativa de progresso.

“Não quero perder tempo em uma reunião sem resultados. Vamos avaliar o que fazer nos próximos dias”, disse Trump, no Salão Oval da Casa Branca.

A fala ocorre após uma série de contatos diplomáticos. Na semana passada, Trump havia determinado a preparação do encontro com Putin, mas assessores do governo indicam que não há planos imediatos para o evento. Segundo fontes da Casa Branca, o impasse com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, também contribuiu para a incerteza sobre a reunião.

Trump tem tentado se posicionar como mediador global, papel que vem reforçando desde as negociações para o cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Apesar disso, o republicano reconheceu que as conversas com Kiev e Moscou estagnaram.

Durante coletiva recente com Zelensky, o líder americano reiterou que a guerra deveria ser interrompida “nas atuais linhas de batalha”, destacando o cansaço das duas nações.

“Temos dois países se destruindo. É hora de parar e dar um passo atrás”, declarou.

O Kremlin, por outro lado, mantém o discurso de que um cessar-fogo imediato deixaria a Ucrânia sob o que chamou de “regime nazista”.

A relação entre Washington e Moscou vive um novo momento de tensão desde a Cúpula do Alasca, realizada há dois meses, quando Trump e Putin prometeram “abrir caminho para a paz”. Desde então, as tratativas esfriaram e, segundo o Kremlin, houve uma “pausa séria” no diálogo bilateral.

Foto: Andrew Harnik/Getty Images

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Trump pressiona Ucrânia por pacto de paz enquanto posterga envio de mísseis. https://brasilnews.tv/trump-pressiona-ucrania-por-pacto-de-paz-enquanto-posterga-envio-de-misseis/ https://brasilnews.tv/trump-pressiona-ucrania-por-pacto-de-paz-enquanto-posterga-envio-de-misseis/#respond Sat, 18 Oct 2025 09:38:31 +0000 https://brasilnews.tv/?p=2040 Em Washington nesta sexta-feira (17/10/2025), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu na Casa Branca o líder ucraniano Volodymyr Zelensky, numa reunião marcada por expectativas elevadas e tensão diplomática. A Ucrânia viajou com o principal objetivo de obter apoio militar — especialmente o fornecimento de mísseis Tomahawk — para retomar vantagem no conflito contra a Rússia.

Contudo, Trump parece ter mudado a prioridade: em vez de acelerar a entrega de armamento, ele defendeu que a guerra seja encerrada com um “acordo” entre as partes e propôs que os combates parem nos atuais frontes, buscando uma resolução política.

Zelensky chegou à reunião insistindo no armamento como condição para garantir à Ucrânia força e credibilidade. Já os EUA adotaram um tom mais cauteloso: segundo fontes, Trump alegou que os Tomahawk também são essenciais para a defesa americana e sugeriu que o foco deveria ser primeiro na diplomacia.

Os analistas vêem o movimento como uma tentativa dos EUA de assumir o papel de mediador enquanto evitam uma escalada com a Rússia — o que poderia gerar repercussões graves para Washington. Já a Ucrânia teme que adiar o suporte militar comprometa sua posição no campo de batalha.

A reunião, além disso, contou com anúncio de um possível encontro futuro entre Trump e Vladimir Putin em Budapeste, o que reforça o esforço dos EUA de recuperar protagonismo diplomático no conflito.

Com isso, permanece incerta a data de entrega dos mísseis e cresce a atenção sobre quais concessões a Ucrânia poderá vir a aceitar num eventual acordo. A tensão entre a urgência militar de Kiev e o apetite diplomático de Washington monta um novo capítulo estratégico nesta guerra.

Foto: Jonathan Ernst / Reuters

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Trump e Putin voltam a dialogar e planejam novo encontro para discutir comércio pós-guerra da Ucrânia. https://brasilnews.tv/trump-e-putin-voltam-a-dialogar-e-planejam-novo-encontro-para-discutir-comercio-pos-guerra-da-ucrania/ https://brasilnews.tv/trump-e-putin-voltam-a-dialogar-e-planejam-novo-encontro-para-discutir-comercio-pos-guerra-da-ucrania/#respond Fri, 17 Oct 2025 10:10:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1993 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (16) que manteve uma longa conversa telefônica com o presidente russo, Vladimir Putin, para discutir os próximos passos nas relações entre os dois países. Segundo Trump, o diálogo foi “produtivo” e tratou principalmente das possibilidades de cooperação comercial entre as nações quando a guerra na Ucrânia chegar ao fim.

O telefonema, que durou mais de duas horas, também serviu para alinhar um novo encontro entre os líderes. De acordo com o presidente americano, a reunião presencial deve ocorrer em Budapeste, na Hungria, nas próximas semanas. Representantes dos dois governos se encontrarão antes para definir detalhes e preparar a pauta oficial.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que a conversa reforçou o compromisso de ambos em buscar estabilidade global. O republicano disse que Putin o parabenizou pela recente negociação de paz no Oriente Médio e demonstrou abertura para retomar laços econômicos com Washington.

A ligação aconteceu um dia antes da reunião de Trump com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, marcada para esta sexta-feira (17), na Casa Branca. O líder da Ucrânia deve pressionar os Estados Unidos a ampliar o envio de armamentos, como mísseis Tomahawk, para fortalecer sua defesa contra ataques russos.

O Kremlin também confirmou o diálogo e classificou o contato como “positivo e construtivo”. De acordo com Kirill Dmitriev, enviado especial de Putin, a conversa ajudou a “definir os próximos passos” para possíveis negociações de paz.

A expectativa de Trump é que as tratativas avancem nas próximas semanas, permitindo que os dois países retomem as relações comerciais e diplomáticas após o término da guerra, iniciada em fevereiro de 2022.

Foto: REUTERS/Nathaniel Wilder

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Trump teria autorizado ações secretas da CIA na Venezuela, aponta jornal norte-americano. https://brasilnews.tv/trump-teria-autorizado-acoes-secretas-da-cia-na-venezuela-aponta-jornal-norte-americano/ https://brasilnews.tv/trump-teria-autorizado-acoes-secretas-da-cia-na-venezuela-aponta-jornal-norte-americano/#respond Thu, 16 Oct 2025 10:10:10 +0000 https://brasilnews.tv/?p=1956 De acordo com informações publicadas pelo jornal norte-americano New York Times, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump teria autorizado a Agência Central de Inteligência (CIA) a realizar operações secretas na Venezuela durante seu mandato. A medida, segundo fontes da própria administração, fazia parte de uma estratégia para aumentar a pressão política e militar contra o regime de Nicolás Maduro, considerado uma ditadura por Washington.

A autorização permitiria que a CIA conduzisse ações letais e missões de inteligência tanto em território venezuelano quanto em pontos estratégicos do Caribe, podendo atuar de forma independente ou em parceria com o Exército norte-americano.

Apesar das revelações, a Casa Branca e a CIA não comentaram oficialmente o caso. Ainda não há confirmação sobre se tais operações chegaram a ser executadas ou se o aval de Trump tinha caráter apenas preventivo.

Atualmente, cerca de 10 mil militares dos Estados Unidos permanecem mobilizados na região do Caribe, com a maior parte das tropas em bases de Porto Rico e em embarcações militares. Nas últimas semanas, forças norte-americanas realizaram ataques a navios venezuelanos, alegando combate ao tráfico de drogas. As ações resultaram em 27 mortes, segundo autoridades locais.

Fontes próximas ao governo norte-americano afirmam que a iniciativa fazia parte de um plano de desestabilização do governo de Maduro, com o objetivo de provocar uma mudança de poder em Caracas.

Foto: Chip Somodevilla / Getty Images

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