brasileiros no exterior – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Fri, 01 May 2026 13:39:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png brasileiros no exterior – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Prazo final se aproxima: brasileiros no exterior correm contra o tempo para não perder direito ao voto em 2026. https://brasilnews.tv/prazo-final-se-aproxima-brasileiros-no-exterior-correm-contra-o-tempo-para-nao-perder-direito-ao-voto-em-2026/ https://brasilnews.tv/prazo-final-se-aproxima-brasileiros-no-exterior-correm-contra-o-tempo-para-nao-perder-direito-ao-voto-em-2026/#respond Sat, 02 May 2026 04:38:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=9489 Brasileiros que vivem fora do país precisam ficar atentos ao calendário eleitoral: o prazo para regularizar o título de eleitor termina no dia 6 de maio. Sem a regularização, o cidadão ficará impedido de votar nas eleições de 2026.

O voto no exterior é permitido exclusivamente para presidente da República e ocorre em representações diplomáticas, como embaixadas e consulados brasileiros habilitados. Para participar, o eleitor deve estar com o título regular e vinculado a uma zona eleitoral fora do Brasil.

Todo o processo pode ser feito online por meio do sistema de Autoatendimento Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral. Pela plataforma, é possível emitir o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral para outro país ou regularizar pendências.

Entre os documentos exigidos estão um documento oficial com foto, comprovante de residência no exterior e, para homens entre 18 e 45 anos, o certificado de quitação com o serviço militar. Em alguns casos, a Justiça Eleitoral pode solicitar informações adicionais.

A regularização também envolve a quitação de possíveis débitos. Eleitores que deixaram de votar em eleições anteriores e não justificaram a ausência precisam pagar multa — geralmente de baixo valor — para ficar em dia com a Justiça Eleitoral.

Mesmo vivendo fora do país, o voto continua sendo obrigatório para brasileiros entre 18 e 70 anos. Já para jovens de 16 e 17 anos, idosos acima de 70 e pessoas analfabetas, o voto é facultativo.

Quem perder o prazo poderá enfrentar consequências além de não votar, como dificuldades para emitir passaporte, tomar posse em cargos públicos ou regularizar documentos.

Especialistas ressaltam que, em disputas acirradas, os votos de brasileiros no exterior podem influenciar o resultado final, já que são somados à contagem nacional.

Caso o eleitor não consiga votar no dia da eleição, é possível justificar a ausência pelo aplicativo e-Título ou pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral, dentro do prazo estabelecido.

Foto: Reprodução/Getty Images
Redação – Thiago Salles

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Brasileiros desistem do sonho americano e retornam ao país com medo das operações migratórias de Trump. https://brasilnews.tv/brasileiros-desistem-do-sonho-americano-e-retornam-ao-pais-com-medo-das-operacoes-migratorias-de-trump/ https://brasilnews.tv/brasileiros-desistem-do-sonho-americano-e-retornam-ao-pais-com-medo-das-operacoes-migratorias-de-trump/#respond Sun, 30 Nov 2025 11:47:08 +0000 https://brasilnews.tv/?p=4292 O endurecimento das políticas migratórias nos Estados Unidos, intensificado pelo governo de Donald Trump, vem mudando drasticamente os planos de muitos brasileiros que buscavam estabilidade no país. O que antes representava esperança, hoje se transforma em medo, insegurança e retorno antecipado ao Brasil.

A brasileira Silvia Santos, moradora de Sarasota, na Flórida, decidiu que deixará o país no dia 10 de dezembro. Ao lado da filha de 9 anos, ela seguirá para São Luís (MA), motivada tanto pela piora no estado de saúde da mãe quanto pelo clima de tensão em relação às fiscalizações migratórias.

Mesmo possuindo número de Social Security e autorização para trabalho temporário, Silvia relata que o medo se tornou constante. “A gente vê pessoas sendo deportadas mesmo com processo em andamento. Não me sinto mais segura”, afirma. O maior receio é o de uma possível separação da filha em uma abordagem policial.

Além da insegurança, o peso financeiro também contribuiu para a decisão. Ela trabalhava com entregas de comida e sustentava despesas nos Estados Unidos e no Brasil. “A gente trabalha só para pagar contas. Não sobra nada”, resume. Sem rede de apoio e com a rotina marcada por longas jornadas, a brasileira afirma que a filha mal conseguia aproveitar a infância.

Enquanto Silvia retorna ao Brasil, o marido permanece em território americano aguardando a análise do pedido de visto permanente.

Situação semelhante viveu Geovanne Danioti, que chegou aos Estados Unidos em 2022 e morava no interior do estado de Nova York com a esposa e os dois filhos. Com o visto vencido e após ver um colega de trabalho ser deportado durante uma audiência por infração de trânsito, ele decidiu deixar o país com a família no início de dezembro.

“Eu saía de casa com medo. Só ia do trabalho para casa. A gente via viaturas do ICE todos os dias”, relata. O temor de perder a guarda dos filhos, ambos cidadãos americanos, pesou na decisão. O plano agora é reorganizar a vida no Brasil e tentar retornar aos Estados Unidos de forma totalmente legal no futuro.

Além dos relatos individuais, pesquisas recentes confirmam que o medo se espalhou entre os imigrantes. Um levantamento nacional aponta que cerca de 20% dos estrangeiros nos EUA conhecem alguém que já foi preso, detido ou deportado desde o início do ano. Outros 40% afirmam temer que eles próprios ou familiares se tornem alvos das operações.

Mesmo assim, o chamado “sonho americano” ainda persiste. Aproximadamente 70% dos entrevistados disseram que, se pudessem voltar atrás, migrariam novamente, apesar do atual cenário.

Dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA indicam que cerca de 1,6 milhão de pessoas solicitaram autodeportação apenas neste ano, como forma de evitar prisões inesperadas. Já entre brasileiros, o número oficial de repatriações ainda está em análise pelo Itamaraty.

Enquanto alguns retornam ao país de origem, outros optam por migrar internamente dentro dos Estados Unidos, buscando estados onde a atuação do ICE é menos rigorosa — na tentativa de ganhar tempo e manter a segurança da família.

O que antes era uma jornada em busca de oportunidades, agora tem se tornado, para muitos, uma decisão de sobrevivência emocional, familiar e até psicológica.

Foto: Octavio Jones (Reuters) e Sam Wolfe (Reuters)

Redação Brasil News

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Imigrantes recorrem a medidas drásticas para permanecer nos EUA sob Trump https://brasilnews.tv/imigrantes-brasileiros-medidas-extremas-eua-trump/ Wed, 28 May 2025 20:43:08 +0000 http://demo.mysterythemes.com/news-portal/?p=42 Desde que Donald Trump reassumiu o comando dos Estados Unidos, o clima para imigrantes irregulares se tornou ainda mais tenso. O endurecimento das políticas migratórias tem gerado medo, especialmente entre brasileiros que vivem no país sem status legal. Casos de deportação, mesmo sem crimes graves envolvidos, têm se tornado mais comuns, e estratégias extremas estão sendo adotadas para tentar contornar o sistema.

De acordo com o advogado Gustavo Nicolau, que atua na Flórida, o número de brasileiros em busca de assessoria jurídica aumentou significativamente nos últimos meses. “Não é uma onda de deportações imediatas, mas o receio de que tudo desmorone de uma hora para outra”, comenta.

Entre as alternativas mais comuns adotadas por quem busca permanecer no país, estão os casamentos fraudulentos com cidadãos americanos — muitos com diferenças de idade gritantes ou histórico de múltiplos casamentos anteriores. Há ainda a criação de empresas fictícias para justificar investimentos ou comprovar vínculos falsos com o país.

Uma das opções mais buscadas por pessoas com alto poder aquisitivo é o chamado visto de investidor EB-5, que concede residência permanente mediante aportes a partir de US$ 1 milhão. O programa ganhou força com o aval do próprio Trump durante seu primeiro mandato e voltou a atrair interessados, inclusive celebridades brasileiras.

Mas nem todos têm condições de optar por esse caminho. Para muitas mães que entraram nos EUA sem documentação, a situação é dramática: seus filhos, mesmo sendo cidadãos americanos por nascimento, só poderão ajudá-las a regularizar a situação quando completarem 21 anos — tempo demais para quem teme a deportação a qualquer momento.

Especialistas alertam que os pedidos de refúgio e asilo por motivos humanitários devem enfrentar barreiras maiores nesta nova administração. Em contrapartida, o país tem ampliado oportunidades para profissionais qualificados com formação e experiência reconhecidas.

Segundo dados oficiais, mais de 48 mil imigrantes estão atualmente detidos no território americano, com cerca de 10% encaminhados a processos de deportação imediata. A rigidez da nova política migratória deve manter o ritmo de endurecimento nos próximos meses.

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