Ali Khamenei – Brasil News https://brasilnews.tv Portal de informações comprometido com a verdade, a clareza e a responsabilidade jornalística. Aqui, você encontra notícias aprofundadas, análises confiáveis e um jornalismo independente, feito para quem busca entender os fatos além das manchetes. Sun, 08 Mar 2026 22:24:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://brasilnews.tv/wp-content/uploads/2025/05/cropped-Brasil-News-Logo-1080-x-1080-px-32x32.png Ali Khamenei – Brasil News https://brasilnews.tv 32 32 Filho de Ali Khamenei é anunciado como novo líder supremo do Irã após morte do pai em ataque aéreo. https://brasilnews.tv/filho-de-ali-khamenei-e-anunciado-como-novo-lider-supremo-do-ira-apos-morte-do-pai-em-ataque-aereo/ https://brasilnews.tv/filho-de-ali-khamenei-e-anunciado-como-novo-lider-supremo-do-ira-apos-morte-do-pai-em-ataque-aereo/#respond Mon, 09 Mar 2026 04:19:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7750 A liderança máxima da República Islâmica do Irã mudou de mãos neste domingo (8), após a confirmação de que o clérigo Mojtaba Khamenei assumirá o posto de líder supremo do país. A escolha foi divulgada pela imprensa estatal iraniana e ocorre dias após a morte de seu pai, Ali Khamenei, vítima de um ataque aéreo atribuído a Israel.

Com a decisão, Mojtaba se torna o terceiro líder supremo desde a criação da República Islâmica, instaurada após a Revolução de 1979. O primeiro a ocupar o cargo foi Ruhollah Khomeini, seguido por Ali Khamenei, que permaneceu no poder por mais de três décadas.

A escolha do novo líder foi realizada pela Assembleia de Especialistas, um conselho formado por 88 religiosos responsáveis por selecionar a autoridade máxima do país. Embora seus integrantes sejam eleitos, o processo de seleção costuma passar por forte influência política e religiosa dentro do sistema iraniano.

Mojtaba Khamenei, segundo filho de Ali Khamenei, há anos era apontado como possível sucessor do pai. Apesar disso, sua ascensão sempre gerou debates dentro do país, já que um dos princípios da Revolução Islâmica foi justamente romper com estruturas de poder hereditárias.

Outro fator que chama atenção é que Mojtaba não possui o título de aiatolá, considerado o mais alto grau na hierarquia religiosa do islamismo xiita. Ainda assim, essa situação não é inédita. Seu pai também não ocupava o posto máximo religioso quando foi escolhido líder supremo em 1989, o que levou à alteração da Constituição iraniana na época.

Nos bastidores da política iraniana, Mojtaba sempre atuou de forma discreta, mas com forte influência. Ele foi aliado de Mahmoud Ahmadinejad durante o período em que o político governou o país e também apoiou medidas duras contra protestos populares ocorridos em 2009.

A escolha ocorre em meio a um cenário de forte tensão no Oriente Médio. A morte de Ali Khamenei aconteceu durante um ataque aéreo que teria atingido sua residência oficial, intensificando ainda mais o conflito envolvendo Irã, Israel e aliados internacionais.

Antes da confirmação do novo líder supremo, o governo iraniano havia formado uma junta provisória para administrar o país. O grupo era composto pelo então presidente Masoud Pezeshkian, pelo chefe do Judiciário e por uma liderança religiosa que assumiu temporariamente a função máxima do regime.

Ainda não está claro como será a reorganização do poder após a confirmação de Mojtaba Khamenei no comando do país. Também não foram divulgadas informações oficiais sobre seu paradeiro ou sobre quando ele fará seu primeiro pronunciamento como líder supremo do Irã.

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Guerra se amplia no Oriente Médio após morte de Khamenei e região entra em alerta máximo. https://brasilnews.tv/guerra-se-amplia-no-oriente-medio-apos-morte-de-khamenei-e-regiao-entra-em-alerta-maximo/ https://brasilnews.tv/guerra-se-amplia-no-oriente-medio-apos-morte-de-khamenei-e-regiao-entra-em-alerta-maximo/#respond Tue, 03 Mar 2026 07:39:20 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7569 O conflito no Oriente Médio entrou em uma nova e perigosa fase após a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, confirmada por autoridades iranianas no fim de semana. A ofensiva foi atribuída a ataques coordenados por Israel e Estados Unidos contra alvos estratégicos em território iraniano.

A operação, denominada pelos americanos de “Operação Fúria Épica”, teve como objetivo declarado impedir o avanço do programa nuclear iraniano. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a meta é neutralizar a capacidade militar do regime e pressionou por uma rendição das forças iranianas.

A resposta de Teerã foi imediata. Mísseis balísticos e drones foram lançados contra Israel e contra países do Golfo que abrigam bases americanas, incluindo Bahrein, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos. Relatos apontam explosões em diversas cidades, além de danos a portos, aeroportos e instalações militares.

Uma nova frente foi aberta com a entrada do Hezbollah no confronto. O grupo lançou mísseis contra Haifa, no norte de Israel, provocando uma ampla resposta aérea israelense no sul do Líbano, incluindo áreas próximas a Beirute. O Ministério da Saúde libanês informou dezenas de mortos e centenas de feridos.

Dentro do Irã, explosões foram registradas em Teerã, Isfahan, Qom e outras cidades estratégicas. Instalações da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e centros de comando militar teriam sido atingidos. Segundo autoridades locais e fontes internacionais, centenas de pessoas morreram e milhares ficaram feridas desde o início dos ataques.

O impacto ultrapassa o campo militar. O Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — enfrenta interrupções, com relatos de petroleiros atingidos. Companhias aéreas internacionais suspenderam voos, e diversos países fecharam parcial ou totalmente seus espaços aéreos.

No plano político, o Irã anunciou a nomeação interina de Alireza Arafi enquanto a Assembleia de Peritos — órgão composto por 88 clérigos — deverá escolher oficialmente o novo líder supremo. A sucessão ocorre em meio a bombardeios e bloqueio quase total de internet no país.

O cenário aponta para um conflito de múltiplas frentes, com risco real de regionalização ainda maior e impactos globais em energia, comércio e segurança internacional.

Foto: Airbus DS 2026
Redação Brasil News

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Morte de Khamenei vira guerra de versões e expõe risco de colapso no Irã https://brasilnews.tv/morte-de-khamenei-vira-guerra-de-versoes-e-expoe-risco-de-colapso-no-ira/ https://brasilnews.tv/morte-de-khamenei-vira-guerra-de-versoes-e-expoe-risco-de-colapso-no-ira/#respond Sun, 01 Mar 2026 08:50:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7486 O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou em cadeia nacional neste sábado (28) que há “fortes indícios” de que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após a ofensiva coordenada entre Israel e os Estados Unidos. Pouco depois, uma alta autoridade israelense afirmou à Reuters que o corpo do aiatolá teria sido encontrado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à NBC News que acredita que a informação esteja correta. Segundo Netanyahu, o complexo de Khamenei foi destruído e “há muitos indícios de que esse tirano se foi”. Imagens de satélite indicam danos extensos na área e uma densa coluna de fumaça sobre o local.

Do lado iraniano, porém, a versão é oposta. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou à ABC News que Khamenei está “são e salvo”. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, também afirmou que as principais autoridades sobreviveram aos bombardeios e que o líder supremo permanece vivo.

O Exército israelense informou ainda que diversos altos oficiais iranianos teriam sido mortos, incluindo o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadeh; o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour; e Ali Shamkhani, assessor estratégico do regime. Segundo o jornal The New York Times, a ofensiva tinha como objetivo central atingir o núcleo de comando do regime iraniano.

Os ataques atingiram vários pontos de Teerã, incluindo áreas próximas ao palácio presidencial. De acordo com a imprensa iraniana, citando a Crescente Vermelha, ao menos 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas. Das 31 províncias do país, 24 teriam sido impactadas. Não houve registro de baixas americanas.

Analistas internacionais avaliam que, caso a morte de Khamenei seja confirmada, o cenário pode mergulhar o Irã em uma disputa interna de poder e ampliar drasticamente o conflito regional, com efeitos imprevisíveis para o Oriente Médio e o equilíbrio geopolítico global.

Foto: Akhtar Soomro
Redação Brasil News

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Manchete: Ataque “sem precedentes” ao Irã vira terremoto global após Israel dizer que Khamenei foi morto. https://brasilnews.tv/manchete-ataque-sem-precedentes-ao-ira-vira-terremoto-global-apos-israel-dizer-que-khamenei-foi-morto/ https://brasilnews.tv/manchete-ataque-sem-precedentes-ao-ira-vira-terremoto-global-apos-israel-dizer-que-khamenei-foi-morto/#respond Sun, 01 Mar 2026 07:44:00 +0000 https://brasilnews.tv/?p=7483 Os Estados Unidos e Israel realizaram neste sábado (28) o que vem sendo descrito como o ataque mais amplo contra o Irã em décadas, atingindo estruturas estratégicas e abrindo uma nova fase de confronto direto na região.

A tensão explodiu após Israel declarar que o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, teria sido morto na operação. A afirmação, porém, não é tratada como consenso: autoridades e veículos iranianos contestaram a versão, enquanto o noticiário internacional registra divergência entre relatos de campo e comunicados oficiais.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva teria destruído o complexo ligado a Khamenei e eliminado quadros-chave, incluindo comandantes da Guarda Revolucionária e nomes associados ao programa nuclear, além de incentivar protestos internos no Irã. Do lado americano, o presidente Donald Trump disse que a ação buscou neutralizar a ameaça nuclear iraniana.

A resposta iraniana veio em forma de retaliação com mísseis, com impactos e alertas se espalhando também por países do Golfo que abrigam bases militares dos EUA, elevando o nível de risco e a pressão internacional por contenção imediata.

Foto: Akhtar Soomro
Redação Brasil News

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À beira da guerra: EUA avaliam ataque ao Irã e mundo teme reação em cadeia no Oriente Médio. https://brasilnews.tv/a-beira-da-guerra-eua-avaliam-ataque-ao-ira-e-mundo-teme-reacao-em-cadeia-no-oriente-medio/ https://brasilnews.tv/a-beira-da-guerra-eua-avaliam-ataque-ao-ira-e-mundo-teme-reacao-em-cadeia-no-oriente-medio/#respond Thu, 29 Jan 2026 21:45:05 +0000 https://brasilnews.tv/?p=6538 Com a escalada das tensões entre Washington e Teerã, cresce a expectativa de uma ação militar dos Estados Unidos contra o Irã. Especialistas avaliam múltiplos cenários — de ataques cirúrgicos a um colapso regional — enquanto o risco de uma guerra sem desfecho claro preocupa aliados e adversários.

Os Estados Unidos parecem cada vez mais próximos de uma ação militar contra o Irã, em meio à deterioração das relações entre os dois países. O presidente norte-americano Donald Trump tem sinalizado que não descarta um ataque caso não haja um acordo de última hora com Teerã, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.

Embora possíveis alvos militares sejam amplamente conhecidos — como bases da Guarda Revolucionária, instalações de mísseis e pontos sensíveis do programa nuclear iraniano — o desfecho de uma ofensiva permanece imprevisível. Analistas internacionais traçam ao menos sete cenários distintos, que variam entre ações limitadas e uma crise regional de grandes proporções.

O cenário mais otimista envolve ataques pontuais e cirúrgicos, com poucas vítimas civis e eventual enfraquecimento do regime iraniano, abrindo caminho para uma transição política. No entanto, experiências recentes no Iraque e na Líbia mostram que intervenções externas dificilmente resultam em democracias estáveis, muitas vezes gerando longos períodos de instabilidade.

Outra possibilidade é a sobrevivência do regime, ainda que sob pressão para moderar suas políticas externas, reduzir o apoio a milícias aliadas e conter seus programas nuclear e balístico. Especialistas, porém, consideram esse desfecho improvável, dado o histórico de resistência da liderança iraniana a mudanças estruturais.

Entre os cenários mais prováveis está o colapso parcial do regime e sua substituição por um governo militar dominado pela Guarda Revolucionária, mantendo o controle interno por meio da força. Paralelamente, o Irã pode optar por retaliar diretamente os Estados Unidos e seus aliados, utilizando mísseis balísticos, drones e ataques a bases militares no Golfo, além de infraestrutura estratégica de países vizinhos.

Há ainda o risco de o Irã instalar minas no Estreito de Ormuz, rota vital por onde passa cerca de um quarto do petróleo comercializado no mundo. Uma ação desse tipo teria impacto imediato nos preços da energia e no comércio global. Em um cenário mais extremo, forças iranianas poderiam tentar afundar um navio de guerra americano, em ataques assimétricos capazes de causar forte abalo político e simbólico em Washington.

O desfecho mais temido envolve o colapso total do Estado iraniano, mergulhando o país em caos, guerra civil e conflitos étnicos, com consequências humanitárias graves e uma onda de refugiados que afetaria todo o Oriente Médio. Países vizinhos, como Catar e Arábia Saudita, acompanham a situação com apreensão, temendo que a instabilidade se espalhe pela região.

Com cerca de 93 milhões de habitantes, o Irã é uma peça central no equilíbrio geopolítico do Oriente Médio. Especialistas alertam que uma decisão precipitada pode desencadear uma guerra de consequências imprevisíveis, sem vencedores claros e com efeitos duradouros para a segurança global.

Foto: EPA

Redação Brasil News

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